Artefatos digitais para mobilização da sociedade civil: perspectivas para avanço da democracia

Sobre os autores

 

Ana Cláudia Farranha possui graduação em Direito pela Universidade Federal do Espírito Santo (1991), mestrado em Ciência Política pela Universidade Estadual de Campinas (1999) e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (2006). É professora adjunta da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), desenvolvendo atividades na área de Direito e Gestão Pública. É pesquisadora do Centro Interdisciplinar de Estudos do Transporte da UnB, professora Programa de Pós-Graduação em Transporte da UnB e do Programa de Pós-Graduação em Direito da UnB. Coordena a pesquisa Administração Pública e Redes Sociais, financiada com recursos do CNPq. Tem experiência na área de Ciência Política e Direito, atuando principalmente nos seguintes temas: Estado, marco regulatório e políticas públicas; pobreza, poder político, poder e desenvolvimento local; gênero e raça e direitos humanos e temas relacionados com a promoção da equidade e avaliação de políticas públicas

 

Cecília Bruscoli es Técnica Superior en Comunicación Social, con orientación en Investigación y Planeamiento de la Escuela de Ciencias de la Información (Universidad Nacional de Córdoba). Desde 2013 participa en equipos de investigación acreditados y subsidiados por la Secretaria de Ciencia y Tecnica de la UNC junto a la Dra. Corina Echavarría. Trabaja en La Lumière Escuela de Cine y Fotografía y, actualmente, se desempeña en los equipos de Unicef Argentina que trabajan junto al gobierno de la provincia de Córdoba.

 

Corina Echavarría es Licenciada en Ciencia Política (UCC, 1995), Magister en Administración Pública (Instituto de Investigación y Formación en Administración Pública, Universidad Nacional de Córdoba, 2000), Doctora en Administración por el Nucleo de Pósgraduacao em Administracao (Universidade Federal da Bahia, 2005). Investigadora Asistente del CONICET en el Centro de Investigaciones y Estudio sobre Cultura y Sociedad (CIECS-CONICET y UNC), Profesora Adjunta del Instituto de Investigación y Formación en Administración Pública (UNC), en el área Desarrollo Local, y Directora del Programa “Problemáticas comunicacionales barriales, organizacionales y políticas. Experiencias de lucha y resistencia a comienzos de siglo XXI en la provincia de Córdoba” (CIECS y SeCyT/UNC). Líneas de investigación actuales incluyen problemas de legitimación democrática del gobierno y la administración pública, con énfasis en la democracia deliberativa y la participación ciudadana. Profesora-adjunta de la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales (Universidad Católica de Córdoba) y profesora-asistente da Escuela de Ciencias de la Información (UNC). Se ha desempeñado como consultora para UNIFEM en las temáticas de ciudades inclusivas y género y presupuestos sensibles al género. Desarrolla actividades de extensión y transferencia en el Grupo Temático Democracia Participativa de la Red Ciudadana Nuestra Córdoba. Cuenta con diversas publicaciones a nivel nacional e internacional e integra redes internacionales de cooperación académica que ponen de relieve la problemática de la gestión urbana democrática.

 

Eduardo Henrique Diniz é engenheiro eletrônico, mestre e doutor em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), com ênfase em Sistemas de Informação Gerencial. Visiting Scholar na Universidade da Califórnia, Berkeley de 1996 a 1998, e da HEC Montreal em 2007. Professor da FGV-EAESP, São Paulo, desde 1999. Membro do Centro de Estudos de Inclusão Financeira e Microfinanças da FGV. Tem pesquisado em tecnologia no setor bancário e de governo desde 1991 e publicou vários artigos e livros sobre esses temas. Editor-chefe da Revista Brasileira de Administração de Empresas desde 2009.

 

Ernani Marques dos Santos é professor adjunto da Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Mestre em Administração pela UFBA e doutor em Administração pela Universidade de São Paulo (USP). Foi Visiting Researcher na London School of Economics and Political Science e realizou pesquisas de pós-doutoramento na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP. É vice-coordenador do Núcleo de Pesquisa em Internet, Democracia, Estado e Sociedade, pertencente ao Núcleo de Pós-Graduação em Administração da Escola de Administração da UFBA. Sua principal área de interesse de pesquisa compreende a adoção de tecnologias e sistemas de informação nas dimensões individual e organizacional, com especial ênfase no setor público.

 

Fabiano Maury Raupp possui graduação em Ciências Contábeis (2001) e mestrado em Administração (2003), ambos pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutorado em Administração pela Universidade Federal da Bahia (2011). Professor e pesquisador do Departamento de Administração Empresarial (DAE) e do mestrado acadêmico em Administração do Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas, Universidade do Estado de Santa Catarina.

 

Ingrid Winkler é doutora em Administração pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), em colaboração com a Ecole des Hautes Etudes Commerciales - HEC Montreal. Atualmente é Gerente de Desenvolvimento de Software no Senai Cimatec, onde também atua como docente. Tem experiência de docência na graduação e pós-graduação da UFBA, Universidade Católica de Salvador, Universidade de Salvador e Faculdade Ruy Barbosa. Tem como interesses de pesquisa temas como Impacto Social da Tecnologia e Software para Educação e Saúde. É cofundadora e atual conselheira da organização não-governamental Instituto Fazer Acontecer, que desde 2004 promove atividades socioeducativas para adolescentes de comunidades de baixa renda de Salvador.

 

José Antonio Gomes de Pinho possui graduação em Engenharia pela Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (1973), mestrado em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1978) e doutorado em Regional Planning pela LSE - University of London (1986). Professor Titular da Universidade Federal da Bahia. Foi editor da revista Organizações & Sociedade (O&S) de 1997 a 2013. Leciona na área de Ciência Política, com ênfase em Estado e Sociedade. Tem realizado pesquisa nas áreas de governo eletrônico, democracia digital, sociedade da informação/internet, corrupção, governo local, futebol. Coordenador do NIDES: Núcleo de Internet, Democracia, Estado e Sociedade registrado no CNPq.

 

Júlio César Andrade de Abreu é mestre e doutor em Administração pela Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Professor adjunto da Universidade Federal Fluminense, atua no Programa de pós-graduação em Administração e no Laboratório multidisciplinar em pesquisas sobre trabalho, organizações e sociedade. É membro do NIDES: Núcleo de Internet, Democracia, Estado e Sociedade. Temas de interesse: participação digital; democracia eletrônica; orçamento participativo e tecnologias sociais.

 

Jussara Borges é professora adjunta do Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Mestre em Ciência da Informação e doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Facom-UFBA. Tem publicado regularmente textos em revistas e livros, com ênfase em participação política, competências digitais, inclusão digital e governo eletrônico.

 

Leila Lage Humes é pós-doutoranda da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), e Engenheira Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI/USP), mestre e doutora em Administração pela FEA/USP. Atualmente é assessora da Superintendência de Tecnologia de Informação da USP e pesquisadora na área de sistemas de informação e informática pública.

 

Maíra Ouríveis do Espírito Santo é graduada em Relações Internacionais pela Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (2010) e mestre em Ciências Sociais pela mesma universidade (2014). Analista de informações do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, ligado ao Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR. Tem experiência nas áreas de Sociologia, Relações Internacionais e Tecnologias da Informação e Comunicação.

 

Manuella Maia Ribeiro é doutoranda e mestre em Administração Pública e Governo, pela Fundação Getúlio Vargas. Bacharel em Gestão de Políticas Públicas, pela Universidade de São Paulo e Direito, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Analista de informações do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, ligado ao Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR.

 

Marco Antônio Carvalho Teixeira é graduado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1996) onde também obteve os títulos de mestre (1999) e doutor (2004), também em Ciências Sociais, na área de concentração em Ciência Política. Atualmente é professor extra-carreira do Departamento de Gestão Pública (GEP) da Escola de Administração de Empresas da FGV-SP, onde leciona nos cursos de graduação em Administração de Empresas e Administração Pública, mestrado e doutorado em Administração Pública e Governo e mestrado profissional em Gestão e Políticas Públicas. Também é professor do curso de Relações Internacionais da Fundação Santo André e colaborador da ONG Oficina Municipal e da FUNDAP. Desenvolve pesquisas sobre governos locais em questões como: democracia e participação social, relações executivo e legislativo, desenvolvimento socioeconômico local, bem como qualidade de vida e políticas públicas. No momento, está envolvido em pesquisas acerca do papel de instituições como o Tribunal de Contas da União e a Controladoria Geral da União, na promoção da accountability horizontal, no âmbito das instituições de controle da administração pública brasileira. As atividades de pesquisa estão vinculadas ao Centro de Estudos em Administração Pública e Governo e ao Departamento de Gestão Pública, ambos da Fundação Getúlio Vargas.

Maria Alexandra Cunha é graduada em Administração (1987) e Informática (1982) pela Universidade Federal do Paraná, tem mestrado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (1994) e doutorado em Administração pela Universidade de São Paulo (2000). É professora da Escola de Administração de Empresas de São Paulo e leciona nos cursos de Administração de Empresas e Administração Pública, mestrado e doutorado em Administração de Empresas e mestrado profissional em Gestão e Políticas Públicas. Foi coordenadora da divisão ADI da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração por 4 anos. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Organizações Públicas, atuando principalmente nos seguintes temas: governo eletrônico, informática pública, sociedade da informação, administração pública e gestão de tecnologia da informação.

 

Maria Camila Florêncio da Silva é doutoranda do Programa de Administração Pública e Governo da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP) (início em 2014). Mestra em Direito pela Escola de Direito de São Paulo da FGV (2012-2014). Possui Bacharelado em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco (2011). Integra o Centro de Estudos de Administração Publica e Governo da EAESP; o Núcleo de Pesquisa Democracia e Ação Coletiva do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento e o Núcleo de Pesquisas em Gênero e Masculinidades da Pós-Graduação de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco.

 

Nicolau Reinhard é professor titular, livre docente e doutor em Administração de Empresas pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), e engenheiro mecânico, opção Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Realizou pós-doutorado na A. P. Sloan School of Management do Massachussetts Institute of Technology. É professor de Informática e Sistemas de Informações do Departamento de Administração da FEA/USP desde 1969, pesquisador na área de sistemas de informação e informática pública e autor de vários trabalhos científicos publicados no Brasil e no exterior.

 

Othon Jambeiro Graduado em Jornalismo na Universidade Federal da Bahia (UFBA), mestre em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, doutor em Comunicação pela University of Westminster, com pós-doutorado em Comunicação pela Universidade de Brasília. É pesquisador 1-B do sistema CNPq, dedicando-se a investigações de políticas e economia política de informação e comunicação. Publicou cerca de 70 artigos ou capítulos de livros, alguns em revistas acadêmicas internacionais. Entre os livros que publicou e/ou organizou contam-se 12 títulos, todos resultados de trabalhos de natureza acadêmica. Coordenou dois programas internacionais de pesquisa: um, com investigadores da Universidade de Aveiro, Portugal, por quatro anos, voltado para estudos de concepção e estratégias de educação à distância; e outro, com pesquisadores da Universidade do Texas, também por quatro anos, voltado para estudos de políticas de comunicações, inclusão digital e jornalismo on-line. É professor do quadro permanente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, da UFBA.

 

Stefania Lapolla Cantoni é mestranda em Ciência Política pela Universidade de São Paulo e formada em Ciência Política pela Universidad Nacional de Entre Ríos (Argentina). Concentra seus estudos na participação política, especialmente nos seus condicionantes e motivações. Atualmente participa do Projeto de Pesquisa Democracia Digital da Fundação Getúlio Vargas.

 

Taiane Ritta Coelho é doutoranda e pesquisadora da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP). Mestre em Administração pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Participa de projetos de pesquisas concentrados em Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), Inovação, Democracia Digital e Governo e é integrante do Centro de Estudos em Administração Pública e Governo da FGV. Seus interesses de pesquisa incluem e-government, e-participação, transparência, dados governamentais abertos e TIC para o desenvolvimento.

Notas

 

Mecanismos para a construção da

 

transparência: uma breve análise do

 

caminho entre a democracia

 

representativa e a democracia digital

 

1. Esse texto foi originalmente apresentado no VI Congresso

CONSAD de Gestão Pública, ocorrido em Brasília, em 2013.

↩

2. Nesse trabalho não será desenvolvida uma concepção mais

esboçada de espaço público, mas trata-se de um conceito útil para a discussão proposta tendo em vista que o uso dele extrapola uma visão formalista da democracia, inserindo o debate democrático em uma vertente mais culturalista e capaz de engendrar novas práticas no exercício do poder político. Sobre isso, ver Arendt (1993), Fraser (1993) e Habermas (1987).

↩

3. Há várias passagens do contrato social em que o autor afirma

que a democracia, nesse formato, deveria se utilizada “se houvesse um povo de deuses”. Entretanto, para os dilemas contemporâneos da democracia, a lógica da vigilância e do debate constante voltado para a construção da vontade geral (consenso) parece ser pertinente.

↩

4. Para uma compreensão mais detalhada dessa discussão,

recomenda-se um exame dos textos citados, pois eles contêm uma figura que define com mais exatidão a discussão proposta.

↩

5. “Consideramos que el desarrollo de la “democracia electrónica”

o digital se refiere, en principio, a una complemntación de la democracia representativa a través de la inclusión tecnológica de mecanismos participativos con poder de decisión de la ciudadanía y de control efectivo sobre la acción pública. Adviertiendo que cualquier otra oportunidad de interacción mediada por las TIC en el vínculo de los ciudadanos con la géstion pública debería ser considerada ‘solamente’ gobierno electrónico.” (ECHAVARRÍA, 2012, p. 69)

↩

6. El ‘ágora eletrónica’ se define como el ambito de la participación

política que, de manera inicialmente complementaria y potencialmente transformadora de los espacios tradicionales de participación, quedaria definido por los espacios deliberativos creados y/ o apoyados com la incorporación de las TIC’s. (ECHAVARRÍA, 2012, p. 69)

↩

7. Sobre isso ver Sampaio e colaboradores (2010) e Belo

Horizonte (2008).

↩

8. As ideias apresentadas pela autora baseiam-se no argumento

de Colonous (1995).

↩

9. Aqui cabe um debate importante sobre a perspectiva de acesso

às tecnologias da informação e aos requisitos (alfabetização, domínio de habilidades) necessários ao seu uso. Sobre isso ver Comitê Gestor da Internet no Brasil (2012) e Morais (2010).

↩

10. Informação colhida em entrevista realizada em fevereiro/2013

com a Coordenadora de Comunicação da Seppir.

↩

 

Comunicación gubernamental y

 

condiciones del diálogo público

1. Trabajo presentado en el XI Congreso Nacional y IV Congreso

Internacional sobre Democracia, organizado por la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la Universidad Nacional de Rosario (2014). Agradecemos los comentarios de los organizadores y participantes del Simposio: Impactos y desafíos de la democracia participativa.

↩

2. Destacamos en el contexto de estos debates los trabajos

realizados o en proceso de los miembros de este equipo: “Poder comunicativo y presupuesto público: materialización de las experiencias de participación ciudadana en las definiciones presupuestarias de los municipios cordobeses”, subsidiado por GRF – MinCyT Córdoba, directora: C. Echavarría, co-director: A. Buffa (2006-2007); “Democracia Deliberativa en Córdoba: análisis de los alcances y limitaciones de algunas experiencias participativas, contribuciones para su factibilidad”, subsidiado por GRF – MinCyT Córdoba, directora: P. Cáceres, co-directora: C. Echavarría (2009-2011); “Pretensiones democráticas de la comunicación gubernamental: estudio de los mensajes del departamento ejecutivo de la ciudad de Córdoba (2012-2013)”, subsidiado por SeCyT-UNC, directora: C. Echavarría.

↩

3. Se hace necesario distinguir el ‘derecho a la información’, de la

garantía de ‘acceso a la información pública’. Esto es, en el primer caso, la posibilidad y capacidad de los ciudadanos de buscar, recibir y difundir cualquier tipo de información, por cualquier medio existente, en un contexto de ejercicio de sus derechos garantizado por el Estado; a la que se suma, en el segundo caso, la posibilidad y protección del derecho de los ciudadanos de conocer la información generada, recibida y/o conservada por las instituciones estatales.

↩

4. Como afirma el World Wide Web Consortium, una organización

internacional que desarrolla estándares abiertos para la programación web, procurando asegurar el crecimiento de la web. Ver: World Wide Web Consortium.

↩

5. El Instituto Nacional de Tecnologías de la Comunicación

(Inteco) de España, ha trabajado -desde su centro de referencia en accesibilidad y estándares web- en la elaboración de guías prácticas de comprobación de accesibilidad”, los parámetros utilizados en este trabajo parten de los propuestos en la guía denominada “Introducción a la accesibilidad web”. (INTECO, 2008)

↩

6. Cabe destacar que la Convención de los Derechos Humanos

para personas con discapacidades (realizada en diciembre 2006) establece el acceso a la información como un Derecho Humano Básico, igualado a otros como vivienda, educación, salud. Entonces, en la literatura, cuando se habla de accesibilidad web se habla de diseños que permitan la navegación para todo tipo de usuarios, incluyendo a aquellos que no tienen discapacidades pero presentan otro tipo de dificultades como la edad, escasos recursos tecnológicos, ambientes poco propicios y poco conocimiento sobre el uso de tecnologías. (Cf. W3C, 2015)

↩

7. Cf. BUFFA; ECHAVARRÍA, 2011.

↩

8. Dagnino (2006) utiliza este término para referirse a la

confluencia entre el proyecto neo-liberal y su correspondiente configuración del Estado y los proyectos participativos de la profundización de la democracia que se difunden en Latinoamérica. Dicha confluencia sería perversa ya que los sentidos de la participación ciudadana y del proyecto neo-liberal son diferentes y hasta opuestos.

↩

9. En el Concejo Deliberante de la ciudad de Rosario se registran

diversos proyectos de PP anteriores a su implementación definitiva: 2000 del bloque Unidad de la Izquierda y la Resistencia (UNIR) y vuelto a presentar por el PPS (Partido del Progreso Social) en el mismo año; 2001, el Frente Grande, convocó a una Audiencia Pública no vinculante para discutir el

presupuesto municipal 2001, en la que el PP se menciona de manera reiterada. (Cf. FORD, 2007)

↩

10. Tanto la experiencia de Rosario como la de Córdoba reconocen

claramente la impronta del modelo de planificación que se desarrolló en Barcelona en ocasión de los preparativos de la ciudad para sediar los juegos olímpicos a inicios de la década del noventa, que incluida la identificación/diferenciación de diferentes niveles de planificación – micro, meso y macro.

↩

11. Ver User Interface Engineering, 1997-2015.

↩

12. Entendiendo a “jerarquía visual” como una forma de

diagramación de texto donde se entiende que cierta información está contenida dentro de otra, es decir que pertenece a una parte mayor.

↩

13. Consiste en la búsqueda sugerida que efectúa el buscador: al

tipear las primeras letras de una palabra, se despliega un menú que contiene sugerencias de búsqueda que coinciden con esas letras. De esta manera la búsqueda se agiliza y se hace más fácil.

↩

14. El streaming permite ver transmisiones radiales y televisivas en

vivo y en directo por internet.

↩

15. Es un sistema de mensajería gratuito que se utiliza con los

teléfonos celulares. Actualmente pertenece a Facebook, que lo ha incorporado a su red.

↩

 

Evolução do uso da internet na

 

participação política de organizações

 

da sociedade civil

1. Esta pesquisa recebe apoio financeiro do Conselho Nacional de

Pesquisa (CNPq); e é desenvolvida no âmbito do Grupo de Estudos de Políticas de Informação, Comunicações e conhecimento (Gepicc).

↩

2. Grupo de Estudos de Políticas de Informação, Comunicações e

Conhecimento, vinculado ao Instituto de Ciência da Informação/UFBA. Ver Gepicc, 2013.

↩

3. Ver, entre outros: Borges (2011, 2012), Borges e Jambeiro

(2012b) e Jambeiro e Borges (2010).

↩

4. Ver: Borges, Brandão e Martins (2013), Borges, Lessa e

Brandão (2013) e Borges; e colaboradores (2013).

↩

5. O “modelo comunitarista” de Dahlberg assemelha-se ao

“modelo participacionista”.

↩

6. “These technologies can help visualize arguments and impacts

of proposed decisions, monitor decision-making processes and enable citizens to find out what decisions are being taken and when it is appropriate to act.”

↩

7. “Rather than being proscribed a passive role in the political

process, the electorate is symbolically or materially empowered through the two-way communication architecture to interact directly with candidates.”

↩

 

Estudo das mudanças nos processos

 

de gestão de sistemas de informação

 

pela incorporação de artefatos

 

digitais interativos

1. http://www.abeno.org.br

↩

2. www.teleodonto.fo.usp.br

↩

3. http://www.telessaude.uerj.br

↩

4. http://www.ufrgs.br/telessauders

↩

5. http://telessaude.saude.ms.gov.br

↩

6. http://www.saude.gov.br

↩

7. www.telessaudebrasil.org.br

↩

8. http://www.unasus.gov.br

↩

9. http://www.rute.rnp.br

↩

10. A RNP foi criada em setembro de 1989 pelo então Ministério da

Ciência e Tecnologia (MCT), visando o estabelecimento de uma infraestrutura nacional de rede Internet de âmbito acadêmico. Em paralelo à implantação de sua primeira rede, a RNP dedicou-se a tarefas diversas, tais como divulgar os serviços Internet à comunidade acadêmica por meio de seminários, montagem de repositórios temáticos e programas de capacitação, além de programas específicos como o programa RUTE.

Em 2005, a tecnologia do backbone da RNP, que passou a se chamar rede Ipê, foi atualizada com enlaces ópticos (comprimentos de onda) operando a múltiplos gigabits por segundo. Foi chamada de Nova RNP a iniciativa de melhorar a infraestrutura de redes em níveis nacional, metropolitano e local (redes de campus); atender, com aplicações e serviços inovadores, as demandas de comunidades específicas (telemedicina, biodiversidade, astronomia etc.); e promover a capacitação de recursos humanos em tecnologias da informação e comunicação.

↩

 

Movimento passe livre e as

 

manifestações de 2013: a internet nas

 

Jornadas de Junho

 

1. A proposta geral do movimento é que o serviço público de

transporte seja pago por impostos progressivos para que assim seja abolida a tarifa. O movimento também propõe que a tarifa zero seja operacionalizada pela criação de um Fundo Municipal de Transporte Coletivo, gerido com a participação popular e mantido por arrecadação de multas de trânsito, estacionamento Zona Azul, parte do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotivos (IPVA) e publicidade nos ônibus e terminais, nos metrôs e estações. (MOVIMENTO PASSE LIVRE, 2013b) O MPL também pretende estudar formas de tornar a participação popular efetiva, usando como modelo de sucesso os conselhos regionais de saúde existentes na cidade de São Paulo, formados por representantes da sociedade civil.

↩

2. De acordo com o Portal Brasil, a sigla IPCA significa Índice

Nacional de Preços ao Consumidor Amplo e é o índice oficial do governo federal para metas inflacionárias, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

↩

3. As manifestações ganharam o apelido de Revolta do Vinagre

devido às diversas detenções de pessoas por porte de vinagre.

↩

4. Hashtags são as palavras precedidas pelo sinal # que viram

hiperlinks nas redes sociais, para apontar os assuntos dos quais se está falando. Ao adicionar o # a alguma palavra e publicá-la, o usuário permite que quem esteja lendo e clicar nela veja todas as outras pessoas que também publicaram tal palavra desta mesma maneira. Este recurso, permite

contabilizar a quantidade de menções feitas a determinado assunto, e assim avaliar a relevância de determinada discussão nas redes sociais.

↩

5. Entrevista realizada como parte da pesquisa empírica da

dissertação de Espírito Santo (2014), Lutas sociais e ciberespaço: o uso da internet pelo Movimento Passe Livre nas manifestações de junho de 2013 em São Paulo.

↩

 

Serviços de governo eletrônico: um

 

panorama do uso no Brasil

 

1. A pesquisa TIC Domicílios é realizada anualmente desde 2005

e publicada no mês de junho do ano seguinte; no momento da elaboração deste artigo a última pesquisa disponível era a de 2013, publicada em junho de 2014.

↩

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José Antonio G. de Pinho

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