Da casa à praça pública: a espetacularização das festas juninas
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Da casa à praça pública: a
espetacularização das festas juninas
no espaço urbano
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
Reitora
Dora Leal Rosa
Vice-Reitor
Luiz Rogério Bastos Leal
EDITORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
Diretora
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Conselho Editorial
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Charbel Ninõ El-Hani
Cleise Furtado Mendes
Dante Eustachio Lucchesi Ramacciotti
Evelina de Carvalho Sá Hoisel
José Teixeira Cavalcante Filho
Maria Vidal de Negreiros Camargo
Janio Roque Barros de Castro
DA CASA À PRAÇA PÚBLICA
A ESPETACULARIZAÇÃO DAS FESTAS JUNINAS
NO ESPAÇO URBANO
Salvador
EDUFBA
2012
2012, Janio Roque Barros de Castro.
direitos para esta edição cedidos à Edufba. Feito o depósito legal.
CAPA E PROJETO GRÁFICO
Lúcia Valeska Sokolowicz
EDITORAÇÃO
Amanda R. Lauton Carrilho
REVISÃO
Flavia Rosa
NORMALIZAÇÃO
Rodrigo Meirelles
Sistema de Bibliotecas - UFBA
Castro, Janio Roque de
Da casa à praça pública [livro eletrônico]: a espetacularização das festas juninas no espaço urbano/ Janio Roque de Castro. - Salvador: EDUFBA, 2012
3516 Kb; ePUB: il
ISBN 978-85-232-1172-1
1. Festas juninas - Aspectos sociais - Bahia. 2. Festas juninas - Aspectos econômicos - Bahia. 3. Espaços públicos. 4. Turismo. 5. Marketing cultural. I. Título.
CDD - 398.3098142
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EDUFBA
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Agradeço a Deus todas as conquistas da minha vida profissional e
familiar.
Que Jesus Cristo seja presença constante na minha caminhada.
Agradecimentos
O presente livro resulta de uma pesquisa de doutorado defendida na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em dezembro de 2008, que contemplou três cidades do estado da Bahia. Foi uma tarefa árdua, por isso necessitei da ajuda de algumas pessoas, as quais agradeço do fundo do meu coração.
Escrevo essas linhas temendo esquecer nomes importantes, que de antemão, peço desculpas por uma eventual omissão indesejada.
Agradeço à Deus que me deu forças para concluir esse trabalho e ao apoio da minha família que sofreu com as minhas ausências, andanças, “isolacionismo” no quarto de estudos.
Minha mãe (dona Zezé), hoje com 71 anos de idade, durante mais de dez anos viu meu pai (que se chamava João e nasceu no período junino), fazer fogueiras e acendê-las na noite de São João. Com o falecimento do meu pai, assumi esse ofício sagrado, ritualístico e profano de fazer fogueira a partir dos 13 anos de idade.
Por causa da tese, nos anos de 2005, 2006, 2007 e 2008 deixei de brincar no São João. Tive que me ausentar de casa, pois o ofício de pesquisador me obrigava a transitar entre as cidades de Amargosa, Cachoeira e Cruz das Almas – Bahia. Comprei chuvinhas, traque de massa para minhas duas filhas, Cecília (7 anos de idade) e Emanuele (3 anos), enquanto minha esposa (Erlandia) – que muito me ajudou na organização dos dados da pesquisa – recebia em nossa casa alguns amigos e amigas de diversos lugares para ludicamente brincar no São João.
Agradeço a minha família pela compreensão e apoio ao longo desses anos e a ela dedico esse trabalho.
Agradeço ao meu orientador, professor Dr. Angelo Serpa, pela orientação segura, objetiva, dedicada, exigente e ao mesmo tempo amiga. Agradeço também às observações críticas e construtivas das professoras Ana Fernandes e Eloisa Petti na fase inicial da pesquisa (Seminários Avançados II) e na qualificação. Agradeço aos professores Pasqualino Magnavita e Paola Jacques na disciplina Seminários Avançados I, que me abriu horizontes para novas acepções filosóficas e contribuiu para modificar a minha forma de pensar e de analisar o objeto de pesquisa. Agradeço ao professor Angelo Serpa na disciplina Espaço público na cidade contemporânea pelas ricas discussões.
Agradeço as contribuições da banca examinadora da tese, composta pelo meu orientador, pela professora Drª Ana Fernandes (UFBA), pela professora Drª Aureanice de Mello Correa (UERJ), pela professora Drª Eloisa Petti (UFBA) e pelo professor Dr. Paulo Miguez (na época professor da Universidade Federal do Recôncavo Baiano; atualmente é professor da UFBA).
Agradeço à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) pela bolsa que recebi e por todo apoio durante a pesquisa, quando estive afastado das minhas atividades como professor desta Instituição. Aos colegas/amigos da área de Geografia do Departamento de Ciências Humanas campus V – Santo Antônio de Jesus que me incentivaram ao longo da pesquisa. Ao meu amigo e colega Adelino da Universidade do Estado da Bahia pela revisão de texto. Agradeço o incentivo da minha amiga Márcea Sales desde a minha aprovação no doutorado até a defesa da tese.
Agradeço aos meus monitores voluntários que me ajudaram no trabalho de campo. Agradeço a Guga (Amargosa) e Anderson Bela (Governador Mangabeira) pela ajuda.
A todos aqueles que de forma direta ou indireta me ajudaram e/ou incentivaram nesta empreitada, meus sinceros agradecimentos.
Table of Contents / Sumário / Tabla de
Contenido
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Prefácio
Nos interstícios da “espetacularidade”
Introdução
Concepções de festa, os sentidos do festejar e as dimensões
socioeconômicas, culturais e lúdicas das festas juninas
Espetacularização e mercantilização das festas juninas na
atualidade
Dinâmica e especificidades culturais das festas juninas
espetacularizadas em espaço público
Festas Juninas: Promotoras de mobilidade espacial e
polaridade sazonal
Notas
Referências