Estudo de Guitarra

Antônio da Silva Leite · Capítulo 38 de 38

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Estudo de Guitarra

Notas de Rodapé

 

[1] As tres primeiras figuras já se naõ usaõ na Musica moderna, e muito principalmente na da Guitarra; o que está em praxe saõ as suas competentes pausas, e nada mais: advertindo porém, que a pausa de Maxima saõ verdadeiramente duas de Longa.

[2] Na ordem destas Figuras qualquer que se nomeie a diante, vale sempre ametade da que lhe fica antecedente; e assim, huma Minima, vale ametade de hum Semibreve: huma Seminima, ametade de huma Minima: huma Colchêa, ametade de huma Seminima, etc. De sorte que, se gastarmos v. g. hum minuto em hum Semibreve, gastaremos meio em huma Minima; e assim nas demais á proporçaõ destas.

[3] No tempo de 3 por 1, (que raras vezes se encontra) a pausa de Semibreve vale huma parte do Compaço, a de Breve vale 1 Compaço, a de Longa 2, e duas juntas 4.

[4] Na Peça de Musica, que na sua frente tiver este vocabulo Largo, se o Tempo for Quaternario, ha de fazer-se o compaço de oito partes, dando duas pancadas em cada huma parte; sendo Ternario, ha de fazer-se de seis; e sendo Binario, de quatro.

[5] Adagio, he hum adverbio Italiano, que significa devagar.

[6] Andante, he o partecipio do verbo Italiano andare, andar, ir, etc.

[7] Por esta palavra naõ se deve julgar, que hum tal Andamento seja proprio unicamente para assumptos alegres: muitas vezes se applicaõ a transportes de furor, de cólera, e de desesperaçaõ, que naõ saõ menos, que a alegria.

[8] Presto, significa rápido, e ajuntando-lhe este adverbio Italiano assai, que quer dizer muito; como v. g. Presto assai, ou Largo assai, etc. significa o mesmo, que o superlativo muito depressa, muito devagar, etc.

[9] Os Francezes servem-se do adverbio Tendrement, que em Portuguez significa Ternamente, para exprimir o mesmo, que amoroso: mas o caracter amoroso tem mais accento, e respira hum naõ sei que de menos insipido, e mais apaixonado.

[10] Adiante de pausa, nunca se deve pôr Ponto de augmentaçaõ, porque este unicamente augmenta o sôm, e naõ a espéra; porém como alguns Compositores erradamente o assignaõ, deve-se estar prompto para tambem assim o decifrar.

[11] Os nossos Antigos, chamavaõ a este signal Caldeiraõ; Francisco Ignacio Solano, chama-lhe Nota Coroada; e outros muitos, Ponto de repouso. De ordinario este signal, serve para que a parte principal faça aqui á sua vontade alguma passagem, a que os Italianos chamaõ Cadenza, em quanto todas as mais prolongaõ, e sustentaõ o som, que lhes he indicado, ou páraõ inteiramente. Mas se este signal está sobre a Nota final de huma só parte, entaõ se chama Ponto de Orgaõ, e indica, que he necessario continuar o som desta Nota, até que as outras partes cheguem á sua conclusaõ natural.

[12] Como os signaes demonstrativos, destes dous termos do idioma Italiano, Al segno, e Sino al segno, saõ na pintura iguaes, e muitas vezes alguns Copistas os pintaõ por differentes modos; com tudo, quem determina a sua regular repetiçaõ, saõ os mesmos termos, os quaes se assignaõ quasi sempre antes do signal expresso; e se entenderáõ do modo, que no texto deixo referido.

[13] Esta figurinha, a que chamamos Apojo, o mais das vezes assigna-se no signo acima da figura expressa, que lhe precede; porém tambem se acha na debaixo, em distancia de meio ponto.

[14] Alguns Compositores, para designarem o Portamento de tres figuras, como vem a ser: a expressa; a debaixo em distancia de meio ponto; e a superior em distancia de hum, ou meio ponto; usaõ deste signal _ ; porém deve saber-se, que as que vierem com este signal _ he para se darem soltas, e batidas, e sem algum Portamento.

[15] Alguns Compositores, para designarem o crescer, e esforçar o som, quando he do brando para o forte, usaõ deste signal _, e do forte para o brando, deste _; os quaes signaes vem muitas vezes sobre as figuras de maior valor, como Semibreves, Minimas, etc.; e isto principalmente na Musica composta para instrumentos d'arco.

[16] Os Italianos em lugar de piano, usaõ muitas vezes deste termo sotto voce, que mostra que se deve tocar, e cantar a meia voz. Mezzo forte, e Mezza voce significaõ o mesmo.

[17] Diapasaõ, he hum termo da antiga Musica, com o qual exprimiaõ os Gregos o Intervallo, ou Consonancia de huma Oitava.

 

[18] a Será o Tom de C com 3. Maior, quando observarmos, que a sua Quinta, que he G, naõ vem alterada: e será o Tom de A com

3.a Menor, todas as vezes, que o dito G vier alterado; e esta mesma reflexaõ se fará a respeito dos demais Tons, attendendo sempre ás suas Quintas.

[19] Acorde, he a uniaõ de dous, ou muitos sons, exprimidos ao mesmo tempo, e que fórmaõ todos juntos hum todo harmónico.

[20] Accompanhar, he ferir em hum instrumento, adequado com cada Nota do Basso, os sons que deve ter.

[21] Genero Chromatico, he hum Genero, ou Composiçaõ de Musica, que procede por muitos meios pontos consecutivos. A palavra Chromatico deriva-se de hum vocabulo Grego, que significa Côr; e isto ou seja porque os Gregos indicavaõ este Genero com caracteres vermelhos, ou seja porque o Genero Chromatico he medio entre outros dous, assim como a côr vermelha he media entre o branco, e preto. Boecio attribue a Timótheo de Mileto, a invençaõ deste Genero, mas Atheneo a dá a Epigonces.

[22] Basso Contínuo, he huma das partes a mais grave, e que dura pelo espaço de toda a Peça. O seu principal uso, além de regular a harmonía, he de sustentar a voz, e de conservar o Tom. Dizem, que hum Ludovico Vianna, de quem nos resta hum Tratado, fôra o que no principio do derradeiro seculo a pôs primeiramente em uso.

[23] Subir Diathonicamente, he subir por degráos conjunctos, e naõ separados, como por exemplo: tocando-se a Escala da Guitarra, demonstrada na segunda Parte, pelos Signos C, D, E, F, G, A, B, C.

[24] A primeira Nota do Tom, chama-se Tonica; a quinta Dominante; a quarta, que he a quinta inferior abaixo da Tonica, chama-se Sub-Dominante; a terceira chama-se Mediante; e a septima Sensivel.

[25] A Regra da Oitava, he huma fórmula harmónica, publicada a primeira vez por Delaire em 1700, a qual na Marcha Diathonica do Basso, determina o Acorde conveniente a cada gráo do Tom,

tanto de 3.a maior, como menor; e tanto subindo, como descendo.

[26] Estes dous Numeros 10, e 11, já se naõ usaõ. O 9 he o Duplo da Segunda; o 10 da Terceira; o 11 da Quarta; assim como o 8 da primeira.

 

[27] a a a O que he 2. para cima, he 7. para baixo; o que he 3. para

cima, he 6. a a a para baixo; o que he 4. para cima, he 5. para

baixo; o que he 5.a a a para cima, he 4. para baixo; o que he 6.

para cima, he 3.a a para baixo; o que he finalmente 7. para cima,

he 2.a para baixo.

[28] Especies, saõ os numeros, com que designamos os Acordes.

[29] Toda a Especie, que for Superflua, ou Diminuta, he Falsa.

[30] A Terceira póde ser tambem Diminuta, mas he contando-se de C♯, para E♭.

[31] Duas Quintas Perfeitas seguidas saõ prohibidas, assim como duas Oitavas.

[32] A Sexta póde tambem ser Diminuta, mas he contando-se de C♯ para A♭.

[33] A Septima póde tambem ser Diminuta, e he contando-se de C♯ para B♭.

[34] A Nona, a Decima, e a Undecima, que saõ o duplo da Segunda, Terceira, e Quarta Nota do Tom; por estas se poderá vêr, o que pódem vir a ser.

[35] Toda a Nota, que naõ tiver sobre si estes Numeros [4/2] ou [6/4], levaõ sempre Terceira, ainda que naõ venha expressa.

[36] Todo o Numero, que tiver hum risco no fim da sua cauda, assim como hum [6|], hum [4|], hum [2|]; indica ter a Especie Maior, ou Superflua.

[37] Hum ♯ posto sobre qualquer Nota, indica Terceira Maior; hum ♭ , indica Terceira Menor; e hum ♮ ;, indica Terceira Maior na Composiçaõ dos b-moes; e Menor na dos Sustenidos.

 

[38] a a Sendo o Tom de 3. Menor , a 6. ha de ser tambem Menor.

 

[39] a a a A 7. , e 6. nos Tons de 3. Menor subindo, saõ ordinariamente Maiores, e Menores descendo, e muitas vezes a

7.a a a nestes Tons descendo, se accompanha com 2. , 4

Superflua a a , e 6. , que se numera com a 4, quando vem depois da

5.a.

[40] A Tonica, a Dominante, e a Sub-Dominante, chamaõ-se Notas Fundamentaes; porque na sua ressonancia se achaõ inclusas todas as outras.

 

[41] a a Esta 4. alterada , fica sendo 7. Maior do Tom para onde se passa.

 

[42] a a Esta 7. Menor , fica sendo 4. do Tom para onde se passa, accompanhada com [[4|]/2].

 

[43] a a Esta 5. alterada , fica sendo 7. Maior do Tom para onde se passa.

 

[44] a a Esta 1. Nota alterada , fica sendo 7. Maior do Tom para onde se passa.

 

[45] a a Esta 2. Nota alterada , fica sendo 7. Maior do Tom para onde se passa.

[46] Além destas Transiçoens, póde haver outras, que por arbitrio introduzíraõ os Compositores nas suas Obras; porém como saõ raras, e porque naõ deixa de ser erro, o separarmo-nos muito do Tom principal; por esta razaõ, he que julgando eu serem estas Transiçoens as mais naturaes, e necessarias, as escrevi.

 

[47] a a Esta 3. Nota , fica sendo a 1. do Tom.

 

[48] a a A 3. Maior , fica sendo 7. Maior do Tom para onde se

passa; e a 7.a a Menor , fica sendo 4. accompanhada com [[4|]/2].

 

[49] a a Esta 4. alterada , fica sendo 7. Maior do Tom para onde se

passa; porém quando a mesma 4. a a a alterada vem com 5. , e 7.

Diminutas a , ordinariamente naõ se passa para o Tom da 5., mas sim fica-se no mesmo Tom.

 

[50] a a Esta 2. Menor , fica sendo 4. do Tom para onde se passa,

accompanhada com [[4|]/2]; a 3. a a fica sendo 5. accompanhada

com 7.a a a ; e a 5. fica sendo 7. Maior do Tom para onde se passa.

 

[51] a a Esta 3. Menor , fica sendo 4. do Tom para onde se passa,

accompanhada com [[4|]/2]; e a 6.a a Maior , fica sendo 7. Maior do

mesmo Tom.

 

[52] a a A 5. Diminuta , vem a ser 4. do Tom para onde se passa,

accompanhada com 2.a a a a , e 4. ; e a 6. fica sendo 5..

[53] Escala he o nome que se dá á successaõ Diatonica de sette differentes sons, como v. g. notados nas casas dos Signos C, D, E, F, G, A, B; e isto porque estas Notas nos Pautados das nossas Musicas, se achaõ dispostos á maneira de Escaloens.

[54] As referidas Sonatas correm impressas, separadas desta Obra; e foraõ dedicadas a S. A. R., a S D. C J , Princeza do Brazil.

[55] O Ponto he huma regra de páo preto, Mogne, ou de outra qualquer qualidade, que cobre a superficie de todo o braço da Guitarra.

[56] O Bojo, ou Cabaço da Guitarra, costuma ser redondo para a parte do cavallête, e estreito para a parte do ponto, como se póde vêr na Estampa, que vai depois do §. XI.; porém muitos diversificaõ no seu feitio.

[57] Pestana, he o frizo levantado na parte das cravelhas, em que pousaõ as Cordas: este, o mais das vezes, he de marfim, ou d'osso.

[58] A Regra destas Divisoens harmonicas, he ao que os Antigos, pelo invento do seu Manicordio, chamavaõ Canon harmonicus.

[59] Mr. Taylor, célebre Geometra Ingles, foi o primeiro que demonstrou as leis das Vibraçoens das Cordas na sua estimavel Obra, intitulada: Methodus incrementorum directa, & inversa, 1715; e estas mesmas leis foraõ tambem demonstradas por Mr. Joaõ Bernouilli, no segundo Tomo das Memorias da Academia Imperial de Petersbourg.

[60] Das Guitarras que vem de Inglaterra, he o melhor Auctor Mr. Simpson; e nesta Cidade do Porto, he Luis Cardoso Soares Sevilhano, que hoje em pouco desmerece ao referido Simpson.

[61] Estas Cordas devem-se escolher limpas, e que naõ tragaõ ferruge; porque sendo assim estalaõ com facilidade: as de marca de Viado saõ as melhores, e tambem ha outras de huma nova fabrica, que trazem a marca junta ao numero, algum tanto confusa, á similhança de huma folha de vide, que tambem naõ provaõ mal.

[62] O Carrinho das Primas, e Segundas devem ser de arame branco; e o das Quartas amarelo.

[63] Chamaõ-se dobradas as quatro primeiras, por competir a cada huma dellas duas Cordas de igual numero; e chamaõ-se as duas ultimas singélas, por competir a cada huma hum só Bordaõ.

[64] Se a Guitarra for de cravelhas, naõ se fará o dito circulo, senaõ no pé, e a ponta da parte superior, se meterá no boraco da competente cravelha; e dando depois na Corda huma pequena volta, se andará logo com a mesma cravelha, de sorte que fique a Corda preza, com a dobra para a parte de fóra; e logo que isto esteja feito, se levará até o ponto necessario da sua affinaçaõ.

[65] Quando se puzer alguma Corda nova, logo que esta chegue ao som, ou ponto necessario, corra-se humas poucas de vezes com o segundo dedo da maõ esquerda (que he o maior) por todos os meios pontos, que vaõ da parte das cravelhas para o cavallete, e tambem pelo contrario, que ella estenderá, e ficará firme no som que se requer; e no acto da affinaçaõ, a cara deve estar algum tanto separada, para que, se a Corda quebrar, lhe naõ succeda algum desastre, principalmente nos olhos, como já tem acontecido.

[66] Cada huma das Cordas, tanto da Guitarra, como de outro qualquer instrumento, he hum Corpo Sonoro; porque só cada huma dellas he a que póde dar immediatamente o som. A caixa, ou cabaço, que naõ faz mais do que repercutir, e reflectir o som, naõ he Corpo Sonoro, nem faz parte delle.

[67] Deve-se tocar solto, todas as vezes, que sobre as Figuras da Musica vier este signal _; e tambem quando as mesmas Figuras tiverem atraz, e adiante de si alguma Pausa.

[68] Quando o Corpo sonoro sáhe do seu estado de repouso, chama-se Vibraçaõ, a cada hum dos seus aballos, leves, mas sensiveis, frequentes, e successivos: e estas Vibraçoens communicadas ao ár, levaõ ao ouvido, por este vehicolo, a sensaçaõ do som, e este som he grave, ou agudo, segundo as Vibraçoens saõ mais, ou menos frequentes no mesmo tempo.

[69] No meio, entende-se, naõ no meio do arame, mas sim no centro, ou claro, que fica entre as Divisoens, como se mostra no ponto, que vai no meio dos dous riscos seguintes. _

[70] Acima, deve entender-se, vindo da parte das cravelhas para a parte do cavallete, e naõ pelo contrario, como muitos erradamente o entendem, porque assim como o som vai subindo, da mesma sorte os dedos.

[71] Este modo do affinar, he o mais seguro, estando as doze Divisoens de ponto proporcionadamente distribuidas; porém quando houver algum instrumento já affinado, como v. g. o Cravo, por onde a Guitarra se ajuste; entaõ se pedirá ao que tocar o dito Cravo, que dê o competente Signo de C, e logo se unirá o som

da 6.a Corda, ou Bordaõ ao que der o mesmo C; e as demais Cordas se affinaráõ segundo a norma, que no Texto relato.

[72] Quando se tirar a Pestana postiça, attenda-se muito á Guitarra; porque como a referida Pestana puxa muito pelas Cordas, e estas ordinariamente se desaffinaõ, he por esta razaõ, que de novo se deve tornar a affinar.

[73] Querendo-se, além destes, formar mais Tons sem a Pestana

postiça a a , só com o dedo index atravessado no meio da 2. , e 3.

Divisaõ, acima do sitio em que se formou o Tom de F, que he, segundo a ordem das Divisoens de todo o braço da Guitarra, no

meio da 6.a a a , ou 7. Divisaõ , formará o Tom de G , com 3. Maior: mais acima em outra tanta distancia, que he, segundo a mesma

ordem da a a Guitarra , no meio da 8. , e 9. Divisaõ, formará o Tom

de a A , com 3. Maior: e finalmente no meio de duas Divisoens,

sejaõ ellas quaes forem, póde-se formar hum a Tom de 3. Maior, relativo sempre ao Signo, em que a Peça de Musica tem a sua origem.

 

[74] a a Esta 1. , e 2. Divisaõ, saõ as que ficaõ acima do dedo que faz a Pestana.

[75] a Estas mesmas Notas podem dizer-se 8. abaixo, seguindo

em tudo a mesma ordem de dedos, nas 6.a as as , 5. , e 4. Cordas da Guitarra; e quem souber correr, tanto nas Cordas graves, como nas agudas, as oito differentes Notas, que fórmaõ hum Diapasaõ, isto basta para o poder fazer em todos os demais Tons.

[76] Este Instrumento com Teclas, he agradavel ao Tom natural de C; porém sendo Musica accidental, em que occorraõ alguns Transportes, nunca se pódem bem dizer; porque como a força do pulso da maõ direita se contrapoem á do pulso da maõ esquerda, e estes a poucos espaços se achaõ enfraquecidos; he por esta causa que já mais se pódem dizer com distincçaõ, e firmeza os pontos dos referidos Transportes.

[77] Quando ha Transportes, he o primeiro dedo da maõ esquerda o maior, por motivo do index estar atravessado para formar a Pestana. Dos dedos da maõ direita, he sempre o polegar o primeiro; e por sua ordem os outros, como já se tem dito.

[78] Quando se derem Apojos, naõ só os de Capricho, como tambem os que vierem apontados, a maõ direita ferirá a Corda do Signo do Apojo, e logo rapidamente se passará para a Figura expressa, que se dirá sempre ligada debaixo da mesma pancada da Figura Apojada.

 

NOTAS:

Nesta versão eletrônica, a notação [8/5/3], por exemplo, representa os números 8, 5 e 3

escritos verticalmente acima um do outro no texto original.

[6|], [4|] e [2|] representam os números 6, 4 e 2 com um risco escrito no fim da sua

cauda.

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