Galatéa
Uma égloga em duas partes, impressa em Lisboa em 1801, com licença da Mesa do Desembargo do Paço. O autor explica no prefácio que a primeira parte já circulava havia dezasseis anos e que a reimprimia agora corrigida. É poesia pastoril tardia, com pastores, ninfas e queixas de amor, e vale como amostra de um gosto literário que estava a acabar exatamente quando o romantismo chegou. O texto vem tal como foi impresso, com a grafia e a pontuação de 1801, o que faz parte do interesse de o ler hoje.
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