O Triângulo das Bermudas
A primeira fotografia da Muralha de Bimini…
A primeira fotografia da Muralha de Bimini tomada de alguns metros acima do nível do mar, com a transparência das águas permitindo uma visão clara dos objetos a uma profundidade de várias braças. Considera-se provável que esta estrutura nao tenha sido percebida antes por estar coberta pela lama do fundo do mar, mas que tempestades ou pressões tectônicas podem ter ocasionalmente causado a sua descoberta recente em 1968. (Foto: J. M. Valentine).
Mergulhador investigando um canal que atravessa seções da Muralha de Bimini. A forma e a colocação destes monolitos, os ângulos retos e as pilastras por baixo de algumas destas pedras são uma prova conclusiva, apesar de ainda não estar universalmente aceita de que elas foram feitas pelo homem. (Foto: J. M. Valentine).
Detalhes de grandes monolitos pertencentes à Muralha de Bimini. Outras formações similares podem estar encobertas pelas areias, sendo apenas indicadas pelas linhas retas artificiais de crescimento de algas no fundo do mar. (Foto: J. M. Valentine).
Vista aérea tomada através da água do fundo do mar ao sul de Bimini. A grande forma quadrada no canto direito da foto é supostamente o resto de um cais préhistórico ou da plataforma de um templo hoje enterrado abaixo do fundo do mar, que afeta a vegetação que reflete as suas linhas retilíneas. (Foto: J. M. Valentine).
Vista aérea da queda abissal a leste de Cay Lobos, nas Bahamas. As águas escuras são as do Velho Canal das Bahamas, ao norte de Cuba. As áreas em cores mais claras no lado direito da foto também estão abaixo das águas e fazem parte dos Baixios das Bahamas. As linhas na parte inferior da direita indicam vestígios submersos do que pode ter sido a parte de uma muralha ou de uma estrada que passasse perto do mar há milênios atrás quando toda região dos Baixios das Bahamas ainda estava acima do nível das águas. (Foto: J. M. Valentine).
Frisa esculpida em pedra nas ruínas Maias de Cobá, mostrando uma fuga de um cataclisma marcado por vulcões que explodiram e, na parte superior à esquerda, templos e pirâmides desabando. As lendas Maias contam que os ancestrais de seu povo vieram originalmente de uma grande terra no "Mar Oriental" que foi destruída por um cataclisma e afundou entre as ondas. As tradições ameríndias se referem a esta terra como Aztlán ou Atlán e outros nomes parecidos que lembram o som de
"Atlântida". (Foto: J. M. Valentine).
Detalhes da ação do oceano sobre as montanhas perto de Ancón, no Peru. Esta fotografia, tomada a uma altitude de dois mil metros, mostra as evidências da ação das ondas nos flancos da montanha na parte inferior direita da foto. As projeções em forma de dedos ainda contêm fósseis de moluscos e outros exemplares da fauna marinha. Ao longo da costa do Peru, nesta região, estratificações cruzadas indicam que o antigo fundo do oceano, em cujas camadas ainda se encontram vestígios de culturas antiquíssimas, sofreu um levantamento.
Vestígios de terras afundadas no Mediterrâneo. O mergulhador está no topo de uma acrópole submersa cerca de trinta metros abaixo do nível das águas do Mar Egeu,
perto da ilha de Meios. Enquanto partes do Mar Mediterrâneo e outras regiões costeiras afundaram gradualmente no correr dos séculos, algumas seções foram precipitadas repentinamente a consideráveis profundidades. Do loca! onde esta foto foi tirada, uma estrada segue em frente, levando a construções ainda mais profundas. (Foto: Jim Thorne).
A Grande Pirâmide de Gizé, no Egito, talvez uma construção sobrevivente de uma cultura mundial que existiu em uma data anterior ao Egito dinástico. As medidas de diferentes aspectos da Grande Pirâmide sugerem que ela servia como um marco gigantesco, um relógio astronômico e um observatório matemático e astronômico, preservando em pedra conhecimentos previamente insuspeitados de culturas anteriores ao "alvorecer" da nossa. (Foto: cortesia da Trans-world Airlines).
As muralhas ciclópicas da fortaleza de Sacsayhuamán, no Peru, que de certa forma lembram as construções submersas de Bimini. As paredes de Sacsayhuamán e outras ruínas pré-incaicas no Peru (vistas na foto depois de terem sido completadas com pedras menores pelo trabalho posterior dos Incas) são em si próprias um mistério arqueológico, já que possuem uma idade muito grande e as pedras são colocadas de forma tão ajustada que dão a impressão de serem fundidas umas às outras. Não existe uma explicação de como estas pedras imensas com ângulos externos e internos muito curiosos puderam ser transportadas, cortadas, medidas e colocadas no lugar (em formatos sempre irregulares) pelos povos pré-históricos do qual os Incas não guardam nenhum registro. (Foto: cortesia da Pan American World Airways).