Os delírios da razão: médicos, loucos e hospícios

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Os delírios da razão: médicos, loucos

e hospícios (Rio de Janeiro, 1830-

1930)

 

Presidente

Paulo Marchiori Buss

Vice-Presidente de Desenvolvimento Institucional, Informação e Comunicação

Paulo Gadelha

Coordenador

Paulo Gadelha

Conselho Editorial

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Paulo Amarante

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Coordenador Executivo

João Carlos Canossa P. Mendes

Editor Responsável: Paulo Amarante

Loucura & Civilização

Os delírios da razão: médicos, loucos e hospícios (Rio de

Janeiro, 1830-1930)

Magali Gouveia Engel

 

Copyright 2001 by Magali Gouveia Engel

Todos os direitos desta edição reservados à

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ / EDITORA

ISBN: 978-85-7541-253-4

Capa, projeto gráfico e editoração eletrônica: Guilherme Ashton Preparação de originais e copidesque: Marcionílio Cavalcanti de Paiva

Revisão: Cláudia Cristiane Lessa Dias

Catalogação-na-fonte

Centro de Informação Científica e Tecnológica Biblioteca Lincoln de Freitas Filho

 

E57d

Engel, Magali Gouveia

Os delírios da razão [livro eletrônico] : médicos, loucos e hospícios (Rio de Janeiro, 1830-1930). / Magali Gouveia Engel. Rio de Janeiro : Editora Fiocruz, 2001.

1740 Kb ; ePUB, tab. (Coleção Loucura & Civilização)

1.Transtornos mentais – história. 2.Hospitais psiquiátricos – tendências.

3.Desinstitucionalização.

CDD-20.ed. – 362.2

 

2001

EDITORA FIOCRUZ

Av. Brasil, 4036 – 1° andar – sala 112 – Manguinhos

21040-361 – Rio de Janeiro – RJ

Tel.: (21) 3882-9006, 3882-9039 e 3882-9041

Telefax: (21) 3882-9006 e 3882-9007

http///www.fiocruz.br/editora

e-mail: editora@fiocruz.br

Para Carlos Antônio Rodrigues da Cunha (in memoriam), o

amigo irmão sempre presente, porque, apesar de tudo, fez da

irreverência e do riso a marca fundamental da sua história.

A meus pais, Ulrich Fritz Gerhard Engel e Maria do Rosário

Gouveia Engel (in memoriam).

Para Paulo, Giulia e Luigi.

Eu sou dado ao maravilhoso, ao fantástico, ao hipersensível;

nunca, por mais que quisesse, pude ter uma concepção

mecânica, rígida do Universo e de nós mesmos. No

último, no fim do homem e do mundo, há o mistério e eu

creio nele. Todas as prosápias sabichonas, todas as

sentenças formais dos materialistas, e mesmo dos que não

são, sobre as certezas da ciência, me fazem sorrir e, creio

que este meu sorriso não é falso, nem precipitado, ele me

vem de longas meditações e de alanceantes dúvidas.

(Lima Barreto, Diário do Hospício)

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Contenido

 

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Apresentação

Parte I - A arquitetura da trama

1. A liberdade no espaço público: vivências e

convivências

2. Personagens aprisionados

3. Estratégias e artifícios

Parte II - Os territórios conquistados

4. A casa de loucos da praia da saudade

5. A nova cara do velho hospício

Conclusão

Fontes e bibliografia