A Agua Profunda
Começa com provérbios, e o título sai de um deles. O francês diz que não há pior água do que a água quieta, o italiano que as águas tranquilas destroem as pontes, o inglês que as águas tranquilas correm profundas, e Bourget defende que os três têm razão, cada um sobre a sua própria gente. O francês desconfia de quem não se expande, o italiano vê no silêncio uma cilada e lembra que Maquiavel era de Florença, o inglês pensa no que está por baixo. Feita a abertura, vem o romance de alguém reservado. Tradução portuguesa da Collecção Horas de Leitura, Livraria Guimarães, Lisboa, 1904; o original francês é anterior.
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