Transviado
Começa numa tarde de abril nos campos do Mondego, abaixo de Coimbra, com o vento do mar a bater nos malmequeres e um rapaz a apear-se de uma carruagem na estação de S. Braz. Na sala de espera está um homem gordo de lunetas a dormitar e, ao lado, uma mulher esbelta de véu. Daí parte o romance. Magalhães Lima escreve com o olho no detalhe físico e a atenção posta em quem se desvia do caminho, que é o que o título anuncia. Lisboa, 1899. Foi das poucas incursões do autor na ficção, e traz a dedicatória a um amigo de toda a vida.
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