A clínica psicanalítica na contemporaneidade
O fóbico e seu acompanhante
CARMEN BACKES
A fobia é uma doença do imaginário, afirma Lerude-Flechet (1992). O estádio do espelho tem a sua marca na instância do imaginário, na relação com a imagem e com a identidade imaginária. Tanto no estádio do espelho, quanto na fobia, destacam-se alguns elementos comuns: imagem, identidade, identificações, voz e olhar. Qual é a articulação que se pode propor entre fobia e estádio do espelho? Proponho incluir nesta articulação também a adolescência, enquanto momento privilegiado de surgimento de "saídas" fóbicas e enquanto é nela, também, que se pode pensar a reconstituição do espelho.
Lacan (1984) desenvolve a conceitualização do estádio do espelho a partir da experiência concreta que se produz na criança diante do espelho. Antes dele, porém, Freud (1981b) já nos dizia que o que sobrevive do objeto, depois de seu "desaparecimento", é sua imagem, que o eterniza no campo do imaginário. Ao objeto não se exige a permanência eterna: a imagem subsiste à ausência do objeto e, assim, enquanto total, ideal, permanece fixada no imaginário. Essa imagem garante o estabelecimento da identidade. Essa é, da mesma forma, a função preenchida, aproximadamente, pela imagem do eu na experiência do espelho. Quando o pequeno ser percebe sua imagem no espelho, nela se reconhece, mas ali também algo se apresenta como uma imagem ideal, como alguma coisa ao mesmo tempo além e aquém dele, como algo frente ao qual são ressaltadas suas próprias fendas de ser prematuro, de ser que se experimenta a si mesmo como ainda insuficientemente coordenado para responder a essa imagem em sua totalidade. Seria como a defasagem entre o que ele vê e o que ele é, sendo que o que vê não deixa de ser ele mesmo. A imagem oferece uma totalidade; totalidade essa, contudo, que não corresponde a ele enquanto ação, pois seus gestos são ainda insuficientemente estabilizados.
A criança pequena, às vezes ainda encerrada nesses
aparelhinhos com os quais começa a fazer suas primeiras
tentativas de marcha, e na qual até o gesto de pegada do braço
ou da mão ainda são marcados pelo estilo da dissimetria e da
inapropriação, é muito surpreendente vê-lo, este ser ainda
insuficientemente estabilizado, mesmo no nível cerebelar, ainda
assim agitar-se, inclinar-se, curvar-se, entortar-se com todo um
balbuciar expressivo diante da sua própria imagem, desde que
se lhe tenha posto ao alcance, suficientemente baixo, um
espelho. Ela mostra assim, de forma viva, o contraste entre a
coisa desenhável que está ali projetada diante dela, que a atrai,
com a qual obstina-se em brincar, e aquele algo de incompleto
que se manifesta em seus próprios gestos. (Lacan, 1992, p.
340-341)
Nessa experiência do espelho coloca-se, de forma inelutável, a "possibilidade sempre aberta ao sujeito, de um autoquebramento, de um autodilaceramento, de uma automordida, diante daquilo que é ao mesmo tempo ele e um outro" (Lacan, 1992, p. 341). É necessário ao sujeito ou tolerar o outro como uma imagem insuportável, porque passível de ser desenhada, contornada, articulada, ou quebrá-lo (matá-lo) imediatamente, diante da insuportabilidade de sua própria existência inadequada, revelada pela comparação com a imagem do outro do espelho. Mas essa imagem a ser destruída é ele próprio também; por isso a morte, nesse contexto narcísico, é sempre presente, embora enquanto morte imaginária.
O estádio do espelho nos lembra, portanto, o efeito estruturante da imagem do corpo. O adolescente, por sua vez, se vê às voltas com um corpo evidente demais: um corpo que transborda, como nos diz Rassial (1997). Será que esse corpo que excede sua imagem egóica, para além de qualquer controle possível, faz vacilar a imagem, a identidade? Rassial nos propõe a pensar a adolescência também como a passagem de uma imagem do corpo a outra. Que função cumpre aí o semelhante, o duplo, o espelho? O outro primordial, que fazia função especular na infância, cede seu lugar ao par (amigo, colega) na adolescência?
Poderíamos aqui relembrar alguns elementos já nossos velhos conhecidos: o corpo adolescente é tido, na modernidade, como aquele que responde ao ideal. As academias de ginástica e as clínicas de cirurgia plástica estão repletas de pessoas em busca da imagem adolescente perdida. A imagem corporal adolescente se vê, então, revestida das insígnias fálicas.
Novamente gostaria de propor pensar a relação entre, de um lado, imagem, identidade e semelhante (par) e, de outro, a relação com traço, identificações, desejo, conforme esquematizado a seguir:
– imagem: identidade: semelhança
– significante (traço): identificações: desejo
Esse seria, talvez, todo o trabalho da passagem adolescente se esta pudesse ser exercida assim, teoricamente, ou seja, alcançar uma certa relativização da relação com a identidade e abrir-se para as identificações possíveis.
Da mesma forma, a fobia pareceria lidar com uma passagem, ou seja, passar da relação imaginária com a mãe em torno do falo (imagem fálica) ao jogo da castração na relação com o pai. Lacan (Livro XVI) vai referir-se à expressão "plataforma giratória", que orienta para uma direção diferente da original. Sabemos também que a fobia tem um papel fundamental na organização do complexo de Édipo, da castração. Isso fica muito bem exemplificado em Freud, com o relato do caso do Pequeno Hans. A fobia se coloca, então, como a neurose edipiana por excelência.
Gostaria aqui de fazer referência ao que se convencionou chamar de "significante fóbico" e que, no caso do Pequeno Hans, é o cavalo, mas que também me faz lembrar de um outro caso de um pequeno menino de quatro anos: ele contava sobre o quanto as aranhas (as pretas particularmente), com suas imensas teias, o assombravam/ fascinavam. Ao avistar o mínimo sinal de uma delas, corria para o colo de alguém, geralmente da mãe, que é quem estava sempre por perto. Enlaçava-se em seu pescoço e passava os braços por debaixo de seus longos cabelos pretos, que formavam uma tela protetora (tela/teia que protege/enreda). Seu pai era motorista de caminhão e seu brinquedo favorito eram os "patrulheiros do asfalto", com suas "roupas de couro preto" e suas "potentes motocicletas".
Pode-se tomar o significante fóbico como o significante representativo da fobia e, igualmente, como indicativo do traço da identificação. Em que um diz respeito ao outro? Qual o estatuto de cada um? Em que se diferenciam?
Sobre o significante fóbico, para localizá-lo, podemos perguntar: qual é o pau para toda obra? O que é que regula as relações do sujeito com o mundo, com o entorno? (era o cavalo para Hans, aquele que surge onde o pai era esperado).
Sobre a fobia, Lacan diz que ela é como um artifício que introduz um significante-chave, o qual permite ao sujeito preservar um mínimo de seu ser que lhe possibilita não se sentir completamente à deriva do "capricho" materno. Senão vejamos:
[...] a função como tal neste momento crítico – aquele
determinado por sua suspensão radical ao desejo de sua mãe,
de um modo, se se pode dizer assim, que é sem compensação,
sem retorno, sem saída – é a função de artifício que eu lhes
mostrei ser a da fobia quando ela introduz um mecanismo
significante, chave que permite ao sujeito preservar aquilo de
que se trata para ele, ou seja, este mínimo de enraizamento, de
centragem de seu ser, que lhe permite não se sentir um ser
completamente à deriva do capricho materno. (Lacan, 1992, p.
36)
Anteriormente, Lacan (1992) já havia se referido ao significante fóbico como aquele que é o substituto simbólico à carência do pai. Ele afirma isso justamente ao tratar do caso do Pequeno Hans. Aqui poderíamos pensar na fobia como o equivalente da construção do mito. Seria aquilo que o sujeito constrói ao se ver às voltas com a noção de pai Ideal.
Por outro lado, "a fobia é sempre fobia de espaço",1 é o resultado direto da impossibilidade de marcar limite, fronteira entre o eu e a demanda do Outro. O que é isso que opera a distância, que deixa advir um "espaço" entre o sujeito e o outro? É o saber paterno (S2), diríamos nós, rapidamente. É a metáfora do pai, ao menos um que pode tomar conta da mãe. Esse saber, porém, é limitado.
O fóbico é justamente o sujeito que "sabe" que a metáfora
paterna é sempre insuficiente, enquanto operação de defesa.
[...] Na fobia do espaço, o que o fóbico teme? É que se o pai
não faz bastante medo, vou me encontrar no lugar de objeto
(objeto da Demanda indeterminada do Outro), ou seja, se o pai
não me defende eu vou ser levado pela Demanda
indeterminada do Outro. (Calligaris, 1986, p. 31)
Essas questões anteriormente desenvolvidas trouxeram-me à lembrança fragmentos do relato de um jovem adolescente acometido de episódios de "pânico", como ele mesmo referia, ao circular pela cidade, em diferentes lugares. De qualquer lugar (de cima de uma árvore, por detrás de um muro, dentro de um ônibus) pode surgir essa figura angustiante, que ataca, que assalta. Isso faz com que seja necessário a ele fazer um novo desenho da cidade, do seu bairro, dos lugares que freqüenta e, até mesmo, de sua casa, desenho este que permita a sua circulação. Um novo contorno do espaço que o significante fóbico limita marca uma referência. Na cidade não podia circular por ruas arborizadas, pois, de cima de qualquer árvore, poderia novamente saltar essa figura que o assaltava. Por isso, tinha de, constantemente, configurar novos trajetos que possibilitassem chegar aos lugares desejados. É curioso notar que os lugares que mais dificultavam sua circulação eram justamente o seu bairro e as proximidades de sua casa: quanto mais próximo de casa, mais difícil ficava. Interessante que aqui se coloca todo o equívoco do espaço fóbico: quanto menor o espaço, maior é a reação fóbica, e vice-versa. Também se coloca a questão que abordaremos a seguir sobre o sinistro, ou melhor, tudo o que o familiar, o próximo, o conhecido, tem de sinistro.
[...] subitamente alguma coisa acontece que é esta angústia
profunda que faz tudo vacilar, a ponto que tudo é preferível,
mesmo a invenção de uma imagem angustiante nela mesma
completamente fechada, como a do cavalo, e que pelo menos
no centro desta angústia marca um limite, marca uma
referência. (Lacan, 1992, p. 191)
O acompanhante contrafóbico vem primeiro ao consultório. Não sabe bem por que está ali. Em todo o caso, senta-se na poltrona do analista. Diz sentir-se "controlado" pelo irmão mais moço. Os medos deste não permitem que ele se afaste um minuto sequer. Depois de alguns encontros, diz que gostaria que o irmão viesse, pois "ele não está bem". Assim, o irmão mais velho faz a "inspeção" do espaço e assegura, para o fóbico, que a circulação é sem perigo. Desta forma
chega F. 2 3 precedido por um de seus irmãos mais velhos.
Quem é o acompanhante contrafóbico? É o familiar, o estranho, o duplo, o rival, o outro do espelho? Se, na psicose, o acompanhante terapêutico toma a rua como espaço clínico, "num esforço de criar marcas, de tecer fios que permitam enlaçá-lo ao tecido social" (Kasper, 2000, p. 20), o acompanhante contrafóbico também acompanha o fóbico na circulação pelo espaço urbano, mas talvez a questão não se centre no sentido de estabelecer um laço com o social, na medida em que este, na fobia, não parece estar radicalmente rompido, mas particularmente esquadrinhado, recortado. O que faz o acompanhante, então, nesse caso, é incluir estes espaços recortados também como possibilidades de circulação: é incluir "lugares proibidos", desinterditá-los.
Ao trabalhar em torno do tema do Sinistro, Freud (1981a) primeiramente nos faz ver o quanto o heimlich, nos seus giros de linguagem, é uma palavra cuja acepção evolui até a ambivalência, até que termina por coincidir com a de sua antítese, unheimlich. Então, unheimlich é, de alguma forma, uma espécie de heimlich. Ou seja, o unheimlich, o sinistro, não seria nada novo, senão algo que sempre foi familiar à vida psíquica e que somente se tornou estranho mediante o processo de sua repressão. Ao mesmo tempo, Freud associa a experiência do estranhamento à angústia de castração e que é preciso, no angustiante, reconhecer algo reprimido que retorna; ou seja, para que o primitivo possa retornar como algo sinistro, é necessário que tenha passado pela repressão. O unheimlich, o sinistro, procede do heimlich, o familiar, que foi reprimido.
Interessante notar que é, também, nesse artigo que Freud vai trabalhar a noção do duplo. Poderíamos perguntar: qual é a relação do duplo com o heimlich e com o unheimlich? Freud ali fala do duplo como uma medida de segurança contra a destruição do eu. Porém, imediatamente trata de nos trazer à lembrança que era um antigo costume egípcio modelar a imagem do morto com uma substância duradoura, ou seja, mantê-lo vivo através da imagem. Esse duplo presente, tanto na "alma" infantil como no homem primitivo, toma, então, o caráter que vai desde um assegurador da sobrevivência até converter-se em um sinistro mensageiro da morte. Nesse sentido, o duplo contém também essa ambivalência que é encontrada no heimlich e no unheimlich. Para falar disso, Freud vai se utilizar de sua própria experiência em uma cabine do trem: ficou atônito ao reconhecer que aquele personagem invasor, profundamente antipático, que se equivoca de porta e que tanto o desagrada não era mais do que sua imagem refletida no espelho da porta. Freud pergunta: o desagrado que a aparição daquela figura me causou não será um resto daquela reação arcaica, de acordo com a qual se percebe o duplo como algo sinistro?
O estádio do espelho, como já salientamos no início deste trabalho, é exemplar disso: o duplo do espelho é sempre aquela figura que está aquém e além, e por isto temos com ela, também, uma relação de ambivalência, pois aponta, ao mesmo tempo, para o ideal, aquilo tudo que se quer ser, como também para este ser "atrofiado" que não se quer nem ver.
Se, nas experiências e vivências, o sinistro se dá quando complexos infantis reprimidos são reanimados por uma impressão exterior – ou quando convicções primitivas superadas parecem encontrar uma nova confirmação –; se, dessa forma, Freud vai associar imediatamente a angústia ante o sinistro à angústia de castração; se a experiência do duplo referida anteriormente está também diretamente relacionada ao sentimento sinistro, poderíamos afirmar também que o duplo representa algo da angústia da castração? Sim, se pensássemos que este duplo refere-se ao rival, ao rival do Édipo que, por via da angústia de castração, faz com que este último decline. Mas qual é a relação que existe entre o duplo e o rival? O rival do Édipo é uma reedição do duplo do espelho?
Aqui nos propusemos a pensar sobre o acompanhante contrafóbico e em qual seria seu estatuto. No caso que relatamos, o acompanhante contrafóbico aparece como figura indispensável na circulação urbana, mas também é aquele sobre o qual o fóbico exerce imenso controle. Aqui pareceria se colocar o sentimento de ambivalência que falávamos anteriormente acerca da experiência do sinistro, bem como na experiência do duplo.
Freud (1981c) vai trabalhar sobre o tema do rival a partir de uma recordação infantil de Goethe. Na lembrança que ele traz, o irmão – com quem tem, a partir de agora, de dividir o amor materno – é aquele a ser jogado pela janela, junto com os pratos e utensílios de cozinha – particularmente aqueles que a mãe mais gostava – arrojados para "fora de casa" por Goethe, atormentado por um ciúme devastador, no desejo de suprimir o intruso perturbador.
Lacan também vai dar destaque ao caráter ambivalente da relação do sujeito ao rival ao se referir às Confissões, de Santo
Agostinho, 4 porque
[...] a rivalidade com o outro não é tudo, já que também existe a
identificação com o outro. Em outras palavras, a relação que
liga o sujeito a qualquer imagem do outro tem um caráter
fundamentalmente ambíguo, e constitui uma apresentação
perfeitamente natural do sujeito à báscula que, na fantasia,
leva-o ao lugar que era do rival, onde, por conseguinte, a
mesma mensagem chegará a ele, com um sentido totalmente
oposto. (Lacan, 1999, p. 256)
O rival é também aquele que apresenta ao sujeito a possibilidade do desejo, situa o desejo, naquilo que é o processo de simbolização da separação do corpo da mãe. Nesse sentido, o rival é aquele que vai ajudar a estabelecer contornos – de objetos e de corpos –, que vai circunscrever limites e espaços para que a circulação seja passível de ser realizada sem o fantasma do acoplamento. Assim também o acompanhante contrafóbico é este objeto, esta presença que ampara e suporta os limites.
Já Maria Rita Kehl diz que o outro, o semelhante, o irmão, contribui decisivamente para nos estruturar. O lugar do irmão é o da convivência fraterna, é a semelhança na diferença. Segundo a proposição da autora, a função do irmão na constituição do sujeito dar-se-ia da seguinte forma: "o irmão funciona, para o pequeno sujeito humano, como um duplo que vem ameaçar e desestabilizar a identidade imaginária da criança em relação à sua imagem no espelho" (Kehl, 2000, p. 36). O irmão faz entrar em cena a confrontação com a máxima semelhança e a inevitável diferença.
A formação de grupos, turmas, na adolescência, cumpre a função de reavivar a relação com o outro já vivida pelo sujeito por ocasião do estádio do espelho. É a reedição desse momento na
adolescência que irá possibilitar as "identificações horizontais"5 que se dão entre os membros de um mesmo grupo, as quais vão confirmar e, ao mesmo tempo, relativizar, segundo Kehl, o poder de verdade absoluta da palavra paterna. As identificações horizontais, ou secundárias, possibilitam atos de criação, construção de narrativas em nome próprio, assim como fatos sociais.
Talvez o irmão (como também o acompanhante contrafóbico) seja este mesmo que comporta as duas versões: o duplo, que nos coloca na relação com o ideal; o rival, de Goethe, a ser jogado pela janela, e o parceiro, de cuja cumplicidade não poderíamos prescindir. Aliás, esses são os elementos mais freqüentes nas narrativas de nossos adolescentes sobre a convivência com o irmão; ou seja, a passagem, no mesmo instante, do mais intenso amor ao mais profundo ódio.
Referências
CALLIGARIS, Contardo. Introdução a uma clínica psicanalítica. Salvador: Cooperativa Cultural Jacques Lacan, 1986. Seminários.
FREUD, Sigmund. O sinistro. In: . Obras completas. Madrid: Biblioteca Nueva, 1981a. v. 3.
. Psicologia das massas e análise do eu. In: . . Madrid: Biblioteca Nueva, 1981b. v. 3.
. Uma recordação infantil de Goethe em "Poesia e Verdade". In: . . Madrid: Biblioteca Nueva, 1981c. v. 3. KASPER, Simone Goulart. Transitando pela clínica do AT. Correio da APPOA, Porto Alegre, ano 9, n. 82, p. 19-26, ago. 2000.
KEHL, Maria Rita (Org.). Função fraterna. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2000.
LACAN, Jacques. El estadio del desejo. In: . Escritos 1. México: Siglo Veintiuno, 1984. p. 86-93.
. O seminário. Rio de Janeiro: J. Zahar, 1999. Livro V: As formações do inconsciente.
. . Rio de Janeiro: J. Zahar, 1992. Livro VIII: A transferência.
. O seminário – Livro IX: Identificação. Não publicado. Seminário de 1961-1962.
LACAN, Jacques. O seminário – Livro XVI: De um outro ao outro. Não publicado. Seminário de 1968-1969.
LERUDE-FLECHET, Martine. O gosto pelo quarto: estudo clínico da fobia. In: ASSOCIATION FREUDIENNE INTERNATIONALE. A fobia. Paris: Association Freudienne Internationale, 1992.
RASSIAL, Jean-Jacques. A passagem adolescente. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1997.