Auto da Alma
A Alma caminha por uma estrada rumo à salvação e para numa estalagem que é a Igreja, onde Santo Agostinho, São Jerônimo, Santo Ambrósio e São Tomás de Aquino servem a ela alimentos que são os instrumentos da Paixão. Pelo caminho o Diabo oferece descanso, roupa boa e vaidade, e a Alma aceita quase tudo antes de se arrepender. Gil Vicente escreveu e encenou o auto em 1518, provavelmente numa Quinta-feira Santa na corte. É a peça mais lírica e menos satírica dele, e a mais próxima do teatro medieval de moralidade.
×
CARREGANDO PDF
Fechar





