A Relíquia
Teodorico Raposo finge devoção religiosa para agradar a tia rica e garantir a herança. Mandado à Terra Santa em peregrinação, aproveita a viagem para se divertir em Alexandria e volta com dois embrulhos: a relíquia sagrada prometida à tia e uma lembrança bem menos santa de Mary, a inglesa. Quando os embrulhos trocam de mãos na hora errada, a fortuna vai junto. Eça de Queirós usa a farsa para atacar a hipocrisia beata portuguesa, e no meio do livro encaixa uma longa visão da Jerusalém de Cristo que muda completamente o tom. Publicado em 1887.
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