Bíblia da Sedução
Pessoas Q Ue Falam Devag Ar
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PESSOAS Q UE FALAM DEVAG AR
Norm alm ente são pessoas de vida sedentária. A falta de
dinam ism o é um a característica básica dessas pessoas. Seus pensam entos norm alm ente acom panham seu estilo de vida e os reflexos, tanto corporal com o m ental, via de regra estão com balidos.
Esta form a de falar geralm ente é um a característica m arcante da velhice. No entanto, m uitos j ovens tam bém são lentos ao falar, ou pela própria índole ou pela falta de oportunidades e perspectivas de um a boa vida neste m undo m oderno e com petitivo.
As com binações feitas anteriorm ente seguem a m esm a linha para quem fala devagar.
Reconhecer a forma com a qual a pessoa se comunica, deixa-nos em posição melhor para expressar palavras e frases adequadas ao momento. É o que veremos no próximo capítulo.
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CAPÍTULO 5
Com o
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construir as
frases
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saber reconhecer o próxim o através da form a pela qual se com unica, deixa-nos um referencial m elhor para dirigirm os com sucesso as nossas palavras e frases no prim eiro m om ento do encontro.
Mas com o construir as frases de form a obj etiva e criativa? Para evitar que sej a m al recebido, vam os ver um fato corriqueiro no dia-a-dia de um adolescente. Digam os que este ficou em êxtase ao avistar um a
"gatinha", a qual, infelizm ente, está pronta para sair. Logo vêm a sua m ente os tradicionais pensam entos derrotistas: terei pouco tem po para conhecê-la e..., não vou conseguir passar o m elhor que tenho porque..., a vida está
cheia de oportunidade com o esta e não quero ser um incôm odo, etc. Grande engano deste j ovem . Mal sabe ele que necessitará apenas de trinta segundos, tem po suficiente para expor seus pensam entos.
Vam os aos “porquês” dos incom preendidos trinta segundos. Quase todos os com erciais feitos na televisão e no rádio utilizam esse tem po, e lhe asseguro que o problem a não é o orçam ento do cliente. Os técnicos e publicitários dessa área sabem que a m aioria das pessoas não se concentra totalm ente por m ais de 30 segundos, m esm o quando se expressa algo de criatividade visual, escrita ou falada. Os trinta segundos, então, são suficientes para
persuadir e vender a sua im agem . Mas com o ordenar tudo o que se desej a em poucos segundos? O primeiro passo é analisar a situação do momento e traçar um plano de metas para alcançar o seu objetivo.
O objetivo é o ponto a se chegar e o plano de metas é o meio para alcançá-lo.
Voltem os ao caso do adolescente. Ele soube analisar a situação do m om ento: a "gatinha" estava prestes a sair. Faltou-lhe traçar som ente seu plano de ação para conhecer a m enina. O que este j ovem desej a é m anter um futuro contato e não perdê-la de vista. Então o obj etivo será passar seu 102
nom e e telefone a ela e fazer com que ligue. Verem os o plano de m etas para este caso na próxim a página.
Neste m om ento entra o nosso personagem Bilôlo Bola Na Trave, que é um adolescente e tem por opinião a necessidade de se ter vários
"planos de ataque" para a m esm a situação, achando que, assim , poderá usar várias alternativas caso a prim eira falhe.
Seus pensam entos são: eu vou ao seu encontro e lá eu invento assuntos com o: "Eu j á não a vi em algum lugar?" "Você está indo para onde?" "Mal cheguei!... A m enina é dessa cidade?". Ou ainda, "Penso que gostaria de conhecer-m e e...". Bilôlo pensou errado porque a m oça j á
estava de saída e não tinha tem po para um contato m ais longo. Nosso personagem foi ao encontro da m enina sem m etas e obj etivos e, o pior, sem originalidade.
Tudo na vida possui começo, meio e fim. Se você começar errado, não terá nem o meio, mas verá rapidamente o triste fim.
Para alcançar o obj etivo no exem plo acim a, pensarem os em um plano de m etas. O plano de m etas é a form a de com o você vai abordar qualquer pessoa em qualquer situação. Mas com o estruturar um a abordagem para este caso?
Para estruturarm os um a abordagem correta e concisa,
terem os que procurar a idéia principal, dando preferência ao verdadeiro m otivo que o rapaz tem para ir ao encontro da "gatinha". A partir desta idéia central, e para que se tenha um bom início, o ideal é form ar a prim eira frase ou qualquer outra form a ousada de se expressar para conquistar sua atenção. Se for um a frase, esta deverá surpreender, hipnotizar, enfeitiçar e servir com o força propulsora para possibilitar a exposição da sua idéia central ou a frase de m eio, que será o apoio para chegar ao seu desfecho (obj etivo).
Sem dúvida, você deve ser otim ista quando elabora seu plano de ação, m as é im prescindível encarar a realidade e visualizar as possibilidades