Bíblia da Sedução
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- O despertar dos sentim entos
provavelmente com um telefonema.
não vem na hora que
desej am os, sendo assim
deixarei o rastro...
Eis as ferramentas, mas a
criação deverá partir de você
Mesm o na pior das respostas (exem plificado na segunda resposta da m enina), você a fará pensar no que disse.
É im portante dosar as arm as da com unicação na seqüência certa. Note que prim eiro a atenção da m enina foi despertada, em seguida
"alim entada" para que finalm ente se pudesse deixar o nom e e o telefone para um posterior contato.
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Na pior das hipóteses, lembre-se que a semente que foi mal
regada de início, poderá vir a brotar pelas chuvas e relâmpagos de sua
lembrança.
Muitos acharão que será m uito difícil convencer alguém a fazer contato em pouco tem po. É, realm ente se tornará com plicado, se não for observado o desenrolar desse capítulo.
COMO SE DEVE G ARIMPAR E
LAPIDAR UM ASSUNTO COM
UMA PESSOA RECÉM-CONHECIDA
Para term os estím ulos m entais rápidos e ordenados, terem os que passar pelo processo de “garim po e lapidação”. Todo livro, história, novela, conto, cinem a, tem a ou capítulo, possui o pensam ento chave ou idéia central, que cham arei de “pepita”. É aí que se encontra o verdadeiro
"ouro" do que se ouve.
Este ouro está entre as inúm eras palavras de um assunto que devem os aprender a localizar. Mas com o fazer isto? Requer treino para se ter êxito. O m esm o ocorre em qualquer área na vida. Mostrarei no decorrer do capítulo a form a de "garim par".
Os grandes filósofos, guias espirituais e pensadores do passado, utilizaram a técnica do garim po em piricam ente. Tal técnica consiste em rem over as partes que não interessam ou as que têm pouca im portância, para que se possa encontrar as "pepitas" e finalm ente lapidá-las.
O nosso cérebro é um banco de m em ória, no qual se deve
colocar os aprendizados de form a com pacta e inteligível, caso contrário, arm azenarem os palavras soltas e m al dispostas, textos longos de pouco conteúdo, tornando m uito lenta a procura nos corredores da m em ória. Hipócrates, pai da m edicina, certam ente vivenciou interm ináveis discussões sobre a polêm ica dos rem édios e seus reflexos na vida do hom em . Ele sintetizou essa polêm ica com esse pensam ento: “faz de teu
alimento teu remédio”.