Bíblia da Sedução
Após essa explanação sobre alguns aspectos dessas forças
179
Após essa explanação sobre alguns aspectos dessas forças
antagônicas, poderem os apreciar com m aior altivez a natureza y ang e y in no relacionam ento de um casal.
Será exposto a seguir um a das características da personalidade que considero de m aior peso para o sucesso da relação (autoridade-y ang e subm issão-y in).
180
As outras peculiaridades da personalidade incorporadas no ser hum ano seguem de form a paralela. Evitarem os assim , um a exposição longa e por dem ais aprofundada.
O quadro abaixo, apesar de ser taxativo e inflexível, porque lida com porcentagens, serve para que se possa situar e pressentir o com panheiro m ais adequado. Vam os então às 10 relações m ais com uns que pude encontrar:
Casal HOMEM
MULHER
N. YANG YIN YANG YIN
Autoridade Subm issão Autoridade Subm issão
1o 100%
0%
0% 100%
2o 0%
100%
100%
0%
3o
50%
50%
50%
50%
4o 60%
40%
40%
60%
5o
20%
80%
20%
80%
6o
70%
30%
70%
30%
7o
70%
30%
0%
100%
8o
30%
70%
100% 0%
9o
80%
20%
20%
20%
10o
30%
30%
30%
30%
1o Casal: A m ulher deste casal é aquela que perm ite que seu hom em se dirij a a ela com voz alta e sem pre lhe deixa com o últim a palavra: “concordo”. Entretanto, não se enganem ; eles 181
dão certo. Observe que as forças y ang e y in som am 100 %.
Infelizm ente nessa união não ocorre alquim ia (troca e
transform ação para o
crescim ento). Por outro lado, não há brigas. Essa é a típica relação que perdurou até os m eados do século XX. O hom em
extrem am ente m achista, tendo “autoridade” e decisões à sua m ercê, dado às razões culturais de época. A m ulher, instruída a ser subm issa pela m esm a cultura vigente, não se rebelava e se o fizesse, ganharia o convite para “titia”.
2o Casal: Estes tam bém se entendem , entre aspas,
possuem as m esm as características do 1o casal, só que há a inversão dos papéis. A m ulher extravasa seu lado "y ang" e o hom em se anula a total subm issão. Certam ente é o m ais raro relacionam ento, pois a autoridade não é característica espiritual da m ulher, tam pouco do hom em é a subm issão.
Neste casal cabe ao hom em o sim ples papel da
procriação.
3o Casal: Aqui está o casal perfeito, m uito encontrado na teoria, m as a vida real praticam ente os elim ina. Estes seriam um só
corpo espiritual/m ental em total equilíbrio. As partes y ang e y in, estariam em alquim ia ideal, dando-se m utuam ente e na m esm a proporção para o crescim ento da relação.
4o Casal: Creio que seria a com binação certa e o
alm ej ado dentro da nossa sociedade e, porque não dizer, o ideal, 182 pois o hom em estaria cum prindo a sua natureza m ais y ang (60%) e a m ulher m ais y in (40%). Am bos com grande porcentagem de
autoridade e subm issão. Ocorrendo portanto, grande troca e crescim ento.
5o Casal: Este o m undo não perdoa. São cham ados
vulgarm ente com o “os bananas”. Estão m ais tontos e perdidos que barata perseguida
chinelo. Am bos não possuem autoridade (som am 40 %
y ang) e am bos subm issos (som am 160 % y in). Este casal está
sem pre a j ogar um a decisão im portante sobre o outro.
Norm alm ente estão a ouvir conselhos de terceiros. Muitas vezes ficam j untos por toda a vida, porque nenhum dos dois tem a necessária coragem para se separar.
6o Casal: Aqui está o porquê dos inúm eros nam oros e casam entos instantâneos. Am bos querem m andar m uito (som am
140 % y ang) e são pouco subm issos (som am 60% y in). Existindo portanto, pouca flexibilidade das partes.
Neste casal, a m ulher vive perdida no m ar de liberdade de
expressão de nosso século. Já o hom em , é aquele que ainda não soube se aj ustar às regras do nosso tem po.
7o Casal: Tem os neste caso o tem peram ento do hom em
do 6o casal com o tem peram ento da m ulher do 1o casal. O hom em deste relacionam ento, abre certo espaço para
que a parceira com partilhe das opiniões e decisões, m as ela, considera que tudo estará bem com o m arido constantentem ente ao "volante" da relação, achando que o seu papel de m ulher está
sendo cum prido. O hom em se sente insatisfeito porque a m ulher não som a com ele as diretrizes no relacionam ento e os problem as do dia-a-dia. A m ulher estará arriscando sem saber a notícia do térm ino do relacionam ento, que obviam ente será dada por ele.
183
8o Casal: É a inversão de papéis do casal no 7. No entanto, tal relação é m enos encontrada, pois a natureza
espiritual/m ental de am bos está trocada.
9o Casal: Relacionam ento interessante e m uito
encontrado. Trata-se de um hom em bem autoritário (80% y ang) e de poucas brechas à subm issão (20% y in). À prim eira vista, um grande achado, entretanto, com o passar do tem po, esta m ulher vem a reclam ar das inúm eras decisões do parceiro. Fala
dem asiadam ente na ânsia de querer dem onstrar que está "viva" no relacionam ento e possuir peso nas decisões. Esporadicam ente, devido aos seus inúm eros apelos, este hom em cede seus (20%
y in) de subm issão à com panheira, deixando-a tom ar alguns
posicionam entos. Ela, então, fica estática, sem referências, pois no fundo não tem autoridade (20% y ang), optando, enfim , à sua grande subm issão (80% y in).
10o Casal: Este é o relacionam ento do qual am bos não
têm autoridade e nem querem ser subm issos. É a típica relação dos adolescentes que não sabem o que querem e tam bém não se suj eitam aos com andos do parceiro. É o casal que se rebela m as, sem causa. Esta relação tam bém é encontrada em alguns
casam entos, contudo, fadada ao fracasso. Este relacionam ento, quando sustentado, é devido às dificuldades financeiras que aum entariam se houvesse a separação.