Bíblia da Sedução

Alex Hilgert · Capítulo 39 de 49

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Após essa explanação sobre alguns aspectos dessas forças

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Após essa explanação sobre alguns aspectos dessas forças

antagônicas, poderem os apreciar com m aior altivez a natureza y ang e y in no relacionam ento de um casal.

Será exposto a seguir um a das características da personalidade que considero de m aior peso para o sucesso da relação (autoridade-y ang e subm issão-y in).

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As outras peculiaridades da personalidade incorporadas no ser hum ano seguem de form a paralela. Evitarem os assim , um a exposição longa e por dem ais aprofundada.

O quadro abaixo, apesar de ser taxativo e inflexível, porque lida com porcentagens, serve para que se possa situar e pressentir o com panheiro m ais adequado. Vam os então às 10 relações m ais com uns que pude encontrar:

Casal HOMEM

MULHER

N. YANG YIN YANG YIN

Autoridade Subm issão Autoridade Subm issão

1o 100%

0%

0% 100%

2o 0%

100%

100%

0%

3o

50%

50%

50%

50%

4o 60%

40%

40%

60%

5o

20%

80%

20%

80%

6o

70%

30%

70%

30%

7o

70%

30%

0%

100%

8o

30%

70%

100% 0%

9o

80%

20%

20%

20%

10o

30%

30%

30%

30%

1o Casal: A m ulher deste casal é aquela que perm ite que seu hom em se dirij a a ela com voz alta e sem pre lhe deixa com o últim a palavra: “concordo”. Entretanto, não se enganem ; eles 181

dão certo. Observe que as forças y ang e y in som am 100 %.

Infelizm ente nessa união não ocorre alquim ia (troca e

transform ação para o

crescim ento). Por outro lado, não há brigas. Essa é a típica relação que perdurou até os m eados do século XX. O hom em

extrem am ente m achista, tendo “autoridade” e decisões à sua m ercê, dado às razões culturais de época. A m ulher, instruída a ser subm issa pela m esm a cultura vigente, não se rebelava e se o fizesse, ganharia o convite para “titia”.

2o Casal: Estes tam bém se entendem , entre aspas,

possuem as m esm as características do 1o casal, só que há a inversão dos papéis. A m ulher extravasa seu lado "y ang" e o hom em se anula a total subm issão. Certam ente é o m ais raro relacionam ento, pois a autoridade não é característica espiritual da m ulher, tam pouco do hom em é a subm issão.

Neste casal cabe ao hom em o sim ples papel da

procriação.

3o Casal: Aqui está o casal perfeito, m uito encontrado na teoria, m as a vida real praticam ente os elim ina. Estes seriam um só

corpo espiritual/m ental em total equilíbrio. As partes y ang e y in, estariam em alquim ia ideal, dando-se m utuam ente e na m esm a proporção para o crescim ento da relação.

4o Casal: Creio que seria a com binação certa e o

alm ej ado dentro da nossa sociedade e, porque não dizer, o ideal, 182 pois o hom em estaria cum prindo a sua natureza m ais y ang (60%) e a m ulher m ais y in (40%). Am bos com grande porcentagem de

autoridade e subm issão. Ocorrendo portanto, grande troca e crescim ento.

5o Casal: Este o m undo não perdoa. São cham ados

vulgarm ente com o “os bananas”. Estão m ais tontos e perdidos que barata perseguida

chinelo. Am bos não possuem autoridade (som am 40 %

y ang) e am bos subm issos (som am 160 % y in). Este casal está

sem pre a j ogar um a decisão im portante sobre o outro.

Norm alm ente estão a ouvir conselhos de terceiros. Muitas vezes ficam j untos por toda a vida, porque nenhum dos dois tem a necessária coragem para se separar.

6o Casal: Aqui está o porquê dos inúm eros nam oros e casam entos instantâneos. Am bos querem m andar m uito (som am

140 % y ang) e são pouco subm issos (som am 60% y in). Existindo portanto, pouca flexibilidade das partes.

Neste casal, a m ulher vive perdida no m ar de liberdade de

expressão de nosso século. Já o hom em , é aquele que ainda não soube se aj ustar às regras do nosso tem po.

7o Casal: Tem os neste caso o tem peram ento do hom em

do 6o casal com o tem peram ento da m ulher do 1o casal. O hom em deste relacionam ento, abre certo espaço para

que a parceira com partilhe das opiniões e decisões, m as ela, considera que tudo estará bem com o m arido constantentem ente ao "volante" da relação, achando que o seu papel de m ulher está

sendo cum prido. O hom em se sente insatisfeito porque a m ulher não som a com ele as diretrizes no relacionam ento e os problem as do dia-a-dia. A m ulher estará arriscando sem saber a notícia do térm ino do relacionam ento, que obviam ente será dada por ele.

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8o Casal: É a inversão de papéis do casal no 7. No entanto, tal relação é m enos encontrada, pois a natureza

espiritual/m ental de am bos está trocada.

9o Casal: Relacionam ento interessante e m uito

encontrado. Trata-se de um hom em bem autoritário (80% y ang) e de poucas brechas à subm issão (20% y in). À prim eira vista, um grande achado, entretanto, com o passar do tem po, esta m ulher vem a reclam ar das inúm eras decisões do parceiro. Fala

dem asiadam ente na ânsia de querer dem onstrar que está "viva" no relacionam ento e possuir peso nas decisões. Esporadicam ente, devido aos seus inúm eros apelos, este hom em cede seus (20%

y in) de subm issão à com panheira, deixando-a tom ar alguns

posicionam entos. Ela, então, fica estática, sem referências, pois no fundo não tem autoridade (20% y ang), optando, enfim , à sua grande subm issão (80% y in).

10o Casal: Este é o relacionam ento do qual am bos não

têm autoridade e nem querem ser subm issos. É a típica relação dos adolescentes que não sabem o que querem e tam bém não se suj eitam aos com andos do parceiro. É o casal que se rebela m as, sem causa. Esta relação tam bém é encontrada em alguns

casam entos, contudo, fadada ao fracasso. Este relacionam ento, quando sustentado, é devido às dificuldades financeiras que aum entariam se houvesse a separação.