Bíblia da Sedução
Outro fator para que não haj a…
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Outro fator para que não haj a a separação, é o sentim ento de culpa por deixar os filhos sem perspectiva. A vida deste casal é
determ inada pelos parentes m ais próxim os, pois, am bos não têm autoridade para dar rum os no relacionam ento e na vida.
A ALQ UIMIA DOS PÓLOS
YANG E YIN NO RELACIONAMENTO
O hom em e a m ulher, com o vim os, possuem forças y ang
e y in que estão interessadíssim as pela troca. Todavia, a troca só
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será vantaj osa, quando for equacionada a sua fórm ula,
possibilitando a verdadeira alquim ia.
Mas o que vem a ser Alquim ia? A palavra foi m ais
pronunciada e em pregada nas m anipulações quím icas ocorridas na idade m édia. Pretendia-se, com as m isturas de m etais,
descobrir a "pedra filosofal" que seria a aceleração pelo
aquecimento para transform ar outras substâncias m inerais em ouro. Entretanto, hoj e sabem os que com binações quím icas para a obtenção de ouro só seriam possíveis de acontecer através de m ilhões de anos, por influências naturais que o planeta viesse a sofrer. Nesta busca pelo ouro, o hom em codificou vários m inerais, com o tam bém relatou todas as etapas destes fenôm enos alquím icos.
A alquim ia encontra-se, de form a analógica, nas m ais
variadas experiências que a vida nos proporciona. Transportando esta palavra para um a visão holística, diria que é a transformação
gradual da m atéria ou espírito que parte do grosseiro ao requintado. Na ótica chinesa o conceito seria: "a queim a dos excessos y ang ou y in para se alcançar a harm onia do ser hum ano". Propositadam ente, foram sublinhadas: aceleração pelo
aquecimento, etapas, transformação gradual. Estas palavras são o substrato para o sucesso do relacionam ento.
O que estas palavras querem dizer?
ETAPAS: Seria o espaço onde cada pessoa se encontra espiritualm ente/m entalm ente, servindo para se situar dentro de um relacionam ento. Estas etapas poderão ser m elhor exem plificadas através da ilustração de um a pirâm ide social que está na próxim a página.
PIRÂMIDE MASCULINA
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5%
15%
25%
55%
PIRÂMIDE FEMININA
5%
15%
25%
55%
As pirâm ides acim a têm com o obj etivo dem ostrar que nas
sociedades em geral existe um núm ero m aior de "desequilibrados" (no que se refere às forças y ang e y in) na base da pirâm ide.
Certam ente os valores em percentual, variam de acordo
com o país, conform e o seu desenvolvim ento cultural, m oral e espiritual.
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O que desej o finalm ente dizer com a ilustração da
pirâm ide é que o núm ero de pessoas realm ente equilibradas é
m enor, tendo elas que, m uitas vezes, optarem pela solidão, porque o parceiro que se encontra na cam ada inferior da pirâm ide não lhe traria crescim ento m ental/espiritual. Estas pessoas sabem disso, preferindo estar só, ante um com panheiro que apenas serviria de
"reboque". Aí está o porquê de célebres cabeças (cientistas, espiritualistas, etc.) ficarem sem um parceiro.
TRANSFORMAÇÃO G RADUAL: É a única m aneira de
transpor etapas de tal form a que não haj a queda para etapas inferiores. A transform ação gradual é conseguida pelos vários em bates que a vida oferece. Essa transform ação gradual depende do que se aprendeu com erros e problem as naturais no transcorrer da vida.
ACELERAÇÃO PELO AQ UECIMENTO: É o agente externo ou interno que podem os utilizar para queim ar nossas im purezas, porém cum prindo todas as etapas de crescim ento
espiritual/m ental.
O hom em , com o poder do pensam ento livre e da
com unicação, elabora inúm eras hipóteses sobre o que seria um relacionam ento ideal para ele. Indubitavelm ente, cai e sofre com as suas hipóteses erradas. No entanto, o erro é o agente que possibilita o crescim ento consciente, o qual o resto dos anim ais não possuem .
A conclusão é que o erro é um m aravilhoso estím ulo que
im pulsiona o ser hum ano a descobrir verdades. Os anim ais
irracionais não têm m uito o que errar. A eles foi cedido o instinto, que é a instrução divina correta para que se m antenham vivos de acordo com as necessidades de cada espécie.
A grande dificuldade do hom em está no cam po das
probabilidades. Existe apenas um a verdade contra as inúm eras m entiras ou hipóteses falsas. Estas inverdades "brotam " do próprio espírito desqualificado do ser hum ano, que possui um am ontoado de "diagnoses" incorretas sobre o auto-conhecim ento e, por conseqüência, desconhece tam bém a natureza do próxim o.
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É isto que nos impossibilita escolher e saber qual a
compania adequada a nós.
Você pode estar até pensando que, se evoluir m uito, m orrerá
sozinho. Esta preocupação só aparece quando você está na parte baixa da pirâm ide. Aquele que chegou no ápice da pirâm ide olha para baixo e vê a tam anha confusão gerada pelos sentim entos m al form ados e j am ais pensará
em trocar seu discernim ento por um a relação baseada em desej os carnais. Um corpo bem torneado, não lhe supre as necessidades espirituais que anseiam por "alim entos" m ais sutis, no que se refere à troca de sentim entos. As forças y ang e y in que falo estão subdivididas nas três áreas abaixo:-Conhecimentos adquiridos (nível de inform ações obtidas por estudos e o aprendizado da vida);
-Espiritualidade (nível de discernim ento obtido pela reflexão, m editação, oração e sofrim ento);
-Instinto (nível de discernim ento das heranças espirituais).
OS TRÊS COMPONENTES
Considero que um relacionam ento saudável e duradouro, só
existirá se houver harm onia das forças y ang e y in nos três cam pos a seguir:
1 - Afinidade espiritual;
2 - Equiparação mental;
3 - Instinto.
A divisão foi feita para m elhor esclarecer. Certo estou de que os três cam pos fazem parte do todo de um indivíduo. Entretanto, não há
certeza sobre onde cada um com eça ou term ina.
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AFINIDADE ESPIRITUAL -Seria o nível do esclarecim ento de cada espírito hum ano. Estando em sintonia com o próxim o, form a-se um canal que perm ite a sim patia im ediata, m uitas vezes, descartando a necessidade do falar. Quanto m aior o canal de identificação, m aior a alquim ia dessa relação.
EQ UIPARAÇÃO MENTAL - Sob este título estariam reunidos o grau de conhecim entos obtidos pela escolaridade, vivência, leitura, prática trabalhista e a racionalização diária. Caso não haj a certa eqüidade, um dos com panheiros sentir-se-á "m anco" e o outro condutor de um "reboque incultural". A troca de inform ações tam bém é indispensável ao crescim ento sadio da relação.
INSTINTO - É o cam po m ais profundo e nele está enraizada a força da subsistência (conservação de heranças espirituais) e os impulsos para a sobrevivência. Os dois, porém , são involuntários, fugindo ao controle m ental e espiritual. O instinto aflora em m om entos extrem am ente difíceis, geralm ente quando a pessoa não vê "saídas", fato que acontece nas várias tribulações da vida. Por isso, o tem po é fundam ental para concretizarm os um a decisão m ental im portante, sendo de grande valia passar por tem pestades em um relacionam ento, para saber se alguém deste relacionam ento irá "abandonar o barco em m ares revoltos". Se a escolha do parceiro for certa, sua vida tornar-se-á
proveitosa, tanto quanto a do parceiro. Caso contrário, seu relacionam ento será infrutífero e sem pre na em inência da separação.
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Página em branco porque
segue a form atação original do livro
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CAPÍTULO 12
O que
j am ais
deve ser dito no
prim eiro
encontro
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Página em branco porque
segue a form atação original do livro
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Muitas são as situações a serem observadas, no que se refere ao diálogo, a fim de não quebrar o encanto dos prim eiros m om entos. Relatarei somente algumas situações encontradas no relacionamento dos adolescentes, entretanto já vi adultos cometendo erros primárioscomo os que irei mencionar.
Geralm ente o hom em , nesse prim eiro encontro, com ete o grave erro de perguntar à m ulher se ela tem nam orado. Parece inofensiva essa pergunta, não é? Vam os m ostrar “os porquês” dessa desastrosa indagação. Im agine aquele m om ento onde os dois estão fantasiando a possibilidade de ficarem j untos e aí aparece a tal pergunta: você tem nam orado?
Vam os ver as prováveis reações:
- Se a m enina tiver um nam orado e for daquelas que não m ente, a situação envolvente tenderá a esfriar. Sua cabeça reagirá dessa form a: "-Se eu disser para este rapaz que tenho nam orado e "ficar" com ele neste m om ento, quando eu quiser nam orá-lo a sério, estará sem pre presente a desconfiança em nossa relação.
- Caso ela não tenha nam orado, acontecerá um fenôm eno
psicológico interessante. A m ulher ao saber que você está interessado, entra num estado de acom odação, pois j á conseguiu o que queria e desvendou o m istério e a fantasia que pairava no m om ento. Agora este rapaz gastará
m uita "saliva" para chegar a um final feliz.
Geralm ente vej o rapazes falando à pessoa recém conhecida sobre seus antigos nam oros. Vej a o que a m oça poderá pensar.
- "Eu não quero saber sobre essas m ulheres e m uito m enos sobre os seus relacionam entos, o que m e interessa é você".
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- Eu não quero que você reviva as lem branças do seu passado. O
que eu desej o é viver o presente com você.
- Este rapaz fala m uito de suas proezas em nam oros, no fundo ele se acha gostosão e irresistível, e pensa que desta form a irá m e conquistar.
- Com o este rapaz é im aturo contando estas estórias.
- Será que ele está m entindo? ou será que está contando estas proezas de nam oros passados para querer m e conquistar?
O pior é quando o rapaz reclam a de seus antigos nam oros e fala que certa nam orada o largou por outro. Vej a o que esta "m ancada" pode acarretar.
- Ninguém gosta de ouvir reclam ações, porque causa um am biente negativo, não favorecendo ao clim a am oroso.
- Se você fala que alguém te trocou por outro, ocorrerá outro fenôm eno psicológico interessante. A pessoa, inconscientem ente, não quer ficar com algo que alguém rej eitou. O rapaz quando disse que foi largado, transm itiu a sensação de que tem gente m elhor que ele. Na verdade, o fato ocorrido pode ter sido um a incom patibilidade de gênios, m as até ela descobrir isto, o rom ance que nem com eçou estará sem futuro.
Um sentim ento que pode definir o sucesso ou o fracasso no
início do relacionam ento é a emoção. Jam ais deixe transparecer suas em oções e m uito m enos declare com palavras, pois a pessoa estará ciente do que ocorre no seu plano sentim ental e, consequentem ente term inará o m istério que é um dos alicerces que sustenta o interesse inicial pelo outro. Conclui-se, então, que a em oção nasce por desconhecer o
próxim o. A paixão, m uitas vezes, é o resultado desse sentim ento.
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O IDEAL SERIA FALAR
MENOS Q UE A PARCEIRA?
Depende da situação com que nos deparam os, m as no geral, se puder, você deve utilizar o silêncio com o técnica de conhecer a com panheira. Evitará assim , colocações im próprias e, com o conseqüência, ela sentir-se-á im pelida a preencher o m om ento. Desta form a você ouvirá
m uitas coisas que não perguntou, m as que desej ava saber.
Caso você fale dem ais, estará com etendo dois erros:
- Seu lado m isterioso "cairá por terra". E a m ulher que possui grande atração pelo enigm ático, "cairá fora".
- Se você fala dem ais, a probabilidade de falar coisas erradas é
m aior, portanto, fale som ente o suficiente.
Entretanto, caso você não tenha bons atrativos corporais, deverá
se expor e falar m ais para "dem olir" a im agem física que não colabora.
Certam ente você j á teve a experiência de achar alguém feio no prim eiro contato e com o tem po, esta pessoa tornou-se bonita. Não que o tem po a tenha m udado, m as sua beleza interior transcendeu para a face. Várias pessoas com etem o erro de se fecharem por se acharem feias, isto só vem piorar m ais a situação.