Bom-senso e bom-gosto

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Bom-senso e bom-gosto
Em 1865 António Feliciano de Castilho, o poeta mais respeitado de Portugal, acusou os novos escritores de Coimbra de escreverem coisas ininteligíveis. Antero de Quental respondeu com esta carta, e a resposta foi tão dura e tão bem escrita que mudou o rumo da literatura portuguesa. É o texto central da Questão Coimbrã, e ainda hoje se lê como uma aula sobre a diferença entre autoridade e argumento. O texto é curto, tem menos de cinquenta páginas, e continua a ser leitura obrigatória em qualquer curso de literatura portuguesa.
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