
Novembro, 9
de Colleen Hoover
Segunda colheita de contos amazónicos do mesmo autor, publicada no Pará em 1907, dezoito anos depois da primeira. Marques de Carvalho era já diplomata e escrevia de longe sobre a terra onde nasceu, o que dá a estes contos um tom diferente, mais de memória do que de reportagem. Continuam a tratar de gente comum do norte do Brasil, num português brasileiro do início do século que vale a pena ouvir. É o último livro de contos que publicou, três anos antes de morrer, ainda novo. O português é o do Pará, não o do Rio, e a diferença ouve-se.