Criando Jogos com Arduino 2: Passo a Passo
Estrutura de Controle de Fluxo
2 y=++x; //x agora contém 3 e y também
3 y=x++; //x contém 4, mas y ainda contém 3
ESTRUTURA DE CONTROLE DE FLUXO
As estruturas de controle são blocos de programação que analisam
variáveis e decidem como o programa deve se comportar com base em
parâmetros pré-definidos. Em outras palavras, a estrutura de controle de
fluxo determina como o programa funcionará diante de certas condições ou
parâmetros.
A Figura 1 1 ilustra um exemplo de estrutura de controle em que,
dependendo do resultado obtido na condicional (verdadeiro ou falso), o
programa executará diferentes instruções.
Neste caso, se o resultado da condicional for verdadeiro o programa
executará a Instrução 1 e, em sequência, a instrução 2. No entanto, se o
resultado da condicional for falso, apenas a Instrução 2 será executada pelo
programa.
Figura 11 - Estrutura de controle de fluxo.
IF
O comando I F (se) é uma estrutura de controle de fluxo de seleção.
Usamos esse comando para checar uma condição. Se a condição for
satisfeita (verdadeiro) uma lista de instruções delimitadas por {} (chaves)
serão executadas.
No entanto, se a condição não for satisfeita (falso), esta lista de
instruções não será executada e o programa seguirá a sequência de
comandos escritos depois do I F .
A sintaxe do comando I F na programação Arduino é:
1 if (condição){
2 Comando 1;
3 Comando 2;
4 ... }
IF...ELSE
A combinação dos comandos IF...ELS E permite maior controle
sobre o fluxo de código que o comando I F , por possibilitar que múltiplos
testes sejam agrupados. O comando ELSE (senão) será executado se a
condição do comando IF (se) resultar em falso.
A sintaxe dos comandos IF...ELSE na programação Arduino é:
1 if (condição1){
2 Comando 1;
3 }
4 else {
5 Comando 2;
6 }
Dentro do comando ELS E podemos adicionar outro comando I F ,
de modo que múltiplos testes podem ser executados ao mesmo tempo.
Desta forma, a sintaxe ficará da seguinte maneira:
1 if (condição1){
2 Comando 1;
3 }
4 else if (condição2){
5 Comando 2;
6 }
7 else {
8 Comando 3;
9 }
FOR
O comando FOR (para) é uma estrutura de controle de fluxo de
repetição. Este comando permite que certo trecho do código seja executado
um determinado número de vezes. O comando for é útil para qualquer operação repetitiva e é usado frequentemente com vetores para operar em
coleções de dados.
A sintaxe do comando FOR é a seguinte:
1 for (inicialização; condição; incremento){
2 Comando 1;
3 ...
4 }
A inicialização ocorre primeiro e apenas uma vez. A cada repetição
do loop, a condição é testada. Se verdadeira, o bloco de comandos e o
incremento são executados. Do contrário, quando a condição for falsa, o
loop termina.
SWITCH...CASE
Da mesma forma que o comando I F , o comando SWITCH...CASE
(selecione...caso) é uma estrutura de controle de fluxo de seleção.
Este comando permite especificar códigos diferentes para serem
executados em várias condições, funcionando da seguinte maneira: um
comando SWITCH compara o valor de uma variável aos valores
especificados nos comandos CAS E . Quando um comando CASE é
encontrado, cujo valor é igual ao da variável, o código para esse comando
CAS E é executado.
A sintaxe do comando SWITCH...CASE é a seguinte:
1 switch (var){
2 case valor1:
3 comando1;
4 break ;
5 case valor2:
6 comando2;
7 break ;
8 default :
9 comando3;
10 break ;
11 }
A variável va r será comparada ao valor dos vários cases, podendo
ser do tipo in t ou cha r . Os parâmetros valor1 e valor2 são constantes do
tipo in t ou cha r .
OBSERVAÇÕES:
A palavra-chave brea k é utilizada para interromper o
comando switc h , devendo ser escrito ao final de cada cas e .
Sem o comando brea k o comando switc h continuará
executando as expressões seguintes, até encontrar um brea k .
A palavra-chave defaul t é opcional e é executada quando a
variável de comparação do switc h não corresponde a nenhum
valor constante dos cas e .
WHILE
O WHILE (enquanto) é uma estrutura de controle de fluxo de
repetição. As instruções contidas em um WHILE serão repetidas
continuamente, e infinitamente, até que a sua condicional se torne falsa. Em
outras palavras, as instruções contidas no código WHILE serão executadas
enquanto a condição for satisfeita (verdadeiro)
A forma geral do WHILE é:
1 while (condição){
2 Comando 1;
3 ...
4 }
DO...WHILE
A estrutura DO...WHIL E (faça...enquanto) funciona de forma
semelhante às estruturas WHILE e FO R , com exceção da condição ser
testada ao final do loop, de tal modo que as instruções contidas no
DO...WHILE serão executadas pelo menos uma vez.
A sintaxe do comando DO...WHILE é a seguinte:
1 do {
2 Comando 1;
3 } while (condição);
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