
Misery
de Stephen King

O corpo deixou de ser aquilo com que se nasce e passou a ser projeto, com próteses, implantes, laser e cirurgia à venda. Ana Lúcia de Castro reuniu pesquisadores para tratar o que isso faz às identidades: o culto ao corpo na telenovela, cabelo e consumo na revista Raça Brasil, o tecnobrega como trabalho e lazer, corpos ciborgues, e travestis e transexuais montando corpo, pessoa e género. O último capítulo segue o mercado transnacional do sexo. É sociologia da cultura contemporânea escrita sem susto nem celebração.