Eu, primata
Frans de Waal passou a vida a observar chimpanzés e bonobos e organiza aqui o que aprendeu em quatro capítulos incómodos: poder, sexo, violência e bondade. Mostra alianças de dois contra um que Maquiavel reconheceria, fêmeas que mandam sem bater, guerras de fronteira e também mediação de conflitos e consolo depois da briga. A conclusão é que o ser humano não é um macaco violento com verniz de moral, e sim um primata dividido entre duas heranças. Escrito para leigos, com episódios de campo em vez de tabelas.
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