Mente, Linguagem e Sociedade

John R. Searle · Capítulo 8 de 9

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Mente, Linguagem e Sociedade

Notas

 

Introdução

1. John R. Searle, Minds, Brains and Science (Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1984).

 

Capítulo 1: Metafísica básica: realidade e verdade

1. Gottlob Frege, Philosophical and Mathematical Correspondence (Chicago: University of Chicago Press, 1980), p. 132.

2. Thomas S. Kuhn, The Structure of Scientific Revolutions, 2 ed. (Chicago: University of Chicago Press, 1970), p. 135. [Ed. brasileira A estrutura das revoluções científicas, São Paulo, Perspectiva, 1975.]

3. Zenão argumentava, por exemplo, que para atravessar o quarto teríamos primeiro de atravessar metade do quarto, mas para fazer isso teríamos de cruzar metade dessa metade. E assim por diante, ad infinitum. Sua conclusão foi que qualquer movimento era impossível.

4. Para um exemplo de um físico que não aceita as interpretações paradoxais da mecânica quântica, ver P. R. Wallace, Paradox Lost: lmages of the Quantum (Nova York: Springer, 1996).

5. E. E. Evans Pritchard, Nuer Religion (Oxford: Clarendon Press, 1956), pp. 128-31, cit. por Alasdair Maclntyre, "Is Understanding Religion Compatible with Believing?" em Bryan R. Wilson, org., Rationality (Oxford: Basil Blackwell, 1974), p. 65.

6. Thomas Nagel, What Does lt Ali Mean: A Very Short lntroduction to Philosophy (Nova York: Oxford University Press, 1987).

7. Bertrand Russell, A History of Western Philosophy (Nova York: Simon & Schuster, 1945). [Ed. brasileira História da filosofia ocidental, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira.]

8. Richard Rorty, "Does Academic Freedom Have Metaphysical Presuppositions?" Academe 80, n 6 (novembro-dezembro 1994): 57.

9. Richard Rorty, Philosophy and the Mirror of Nature (Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1979), p. 275. [Ed. brasileira A filosofia e o espelho da natureza, Rio de Janeiro, Relume-Dumará, 1994.]

10. Hilary Putnam, The Many Faces of Realism (La Salle, Ili.: Open Court, 1987), p. l.

11. Jacques Derrida, Of Grammatology (Baltimore: Johns Hopkins University Press, 1976), p. 158. [Ed. brasileira Gramatologia, São Paulo, Perspectiva.]

12. Richard Rorty, "The Priority of Democracy to Philosophy," em Merrill Peterson e Robert Vaughn, orgs., The Virgi11ia Statute for Religious Freedom (pp. 257-82), (Cambridge: Cambridge University Press, 1988), p. 271.

13. Nelson Goodman, Of Mind and Other Matters (Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1984), p. 36.

14. Brian Fay, Contemporary Philosophy of Social Science (Oxford: Blackwell, 1996), p. 72.

15. Ibid., p. 73.

16. A falácia de uso-menção consiste em confundir características de uma palavra quando ela é mencionada com características da coisa à qual a palavra se refere quando usada. Se eu disser "Berkeley tem oito letras", e "Berkeley é uma cidade na Califórnia", é uma falácia inferir que há uma cidade na Califórnia com oito letras. Na primeira frase a palavra é mencionada, e na segunda é usada para se referir a uma cidade.

17. Bruno Latour e Steve Woolgar, Laboratory Life: The Construction of Scientific Facts, 2 ed. (Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1986), pp. 180-82.

18. Willard Van Orman Quine, "Two Dogmas of Empiricism", em From a Logical Point of View (Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1953), p. 44.

19. George Berkeley, A Treatise Concerning the Principies of Human Knowledge (Oxford: Oxford University Press, 1998).

20. Francis Crick, The Astonishing Hypothesis (Nova York: Scribner's/Maxwell Macmillan International, 1994), pp. 32-33.

21. David Hume, A Treatise of Human Nature, org. L. A. Selby-Bigge (Oxford: Clarendon Press, 1888), pp. 210-11.

22. J. L. Austin, Sense and Sensibilia (Oxford: Oxford University Press, 1962).

 

Capítulo 2: Como nos encaixamos no universo: a mente como fenômeno biológico

1. Thomas Nagel, "What lt Is Like to Be a Bat", em Mortal Questions (Cambridge: Cambridge University Press, 1979), pp. 165-80.

2. Daniel Dennett, Consciousness Explained (Boston: Little, Brown, 1. 1991).

3. Jean Piaget, The Child's Conception of Physical Causality (Nova 1. York: Harcourt, Brace & Co., 1930).

 

Capítulo 3: A essência da mente: a consciência e sua estrutura

1. Michael Gazzaniga, The Social Brain (Nova York: Basic Books, 1985).

2. Daniel Schacter, Searching for Memory (Nova York: Basic Books, 1996).

 

Capítulo 4: Como a mente funciona: intencionalidade

1. Jerry Fodor, Psychosemantics: The Problem of Meaning in the Philosophy of Mind (Cambridge, Mass.: MIT Press, 1987), p. 97.

2. Daniel Dennett, Brainstorms (Vermont: Bradford Books, 1978), pp. 122-24.

3. Fodor, Psychosemantics, pp. 97-127.

4. Talvez a versão mais extrema dessa tendência possa ser encontrada em Daniel Dennett, The lntentional Stance (Cambridge, Mass.: MIT Press, 1987).

5. John L. Austin, "How to Talk: Some Simple Ways", em Philosophical Papers, organizado por James O. Urmson e Geoffrey Warnock (Oxford: Clarendon Press, 1979).

6. G. E. M. Anscombe, lntention (Oxford: Blackwell, 1959).

7. A ideia de auto-referencialidade causal é antiga e remonta pelo menos a Kant. Até onde sei, o termo foi usado pela primeira vez em Gilbert Harman, "Practical Reason", Review of Metaphysics 29, n 3 (março de 1976): 431-63.

 

Capítulo 5: A estrutura do universo social: como a mente cria uma realidade social objetiva

1. A ideia foi formulada originalmente por David Lewis em Convention: A Philosophical Study (Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1969), e por Stephen Schiffer em Meaning (Oxford: Oxford University Press, 1972).

 

Capítulo 6: Como a linguagem funciona: a fala como um tipo de ação humana

1. J. L. Austin, How to Do Things with Words (Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1962). [Ed. brasileira Quando dizer é fazer, Porto Alegre, Artes Médicas, 1990.]

2. Paul Grice, "Meaning", Philosophical Review (julho de 1957): 377-88.