
O Último Magnata
Fitzgerald deixou este romance inacabado ao morrer em 1940, e Edmund Wilson organizou o material para a publicação póstuma. A história acompanha Monroe Stahr, produtor de cinema em Hollywood inspirado na figura de Irving Thalberg, que comanda um estúdio com talento e obsessão enquanto a saúde vai lhe faltando. Entre negociações, disputas de poder e um romance improvável, o autor retrata os bastidores da indústria cinematográfica dos anos 1930 e o preço pago por quem sustenta a fábrica de sonhos. A edição traz prefácio e notas de Wilson, além da tradução de Christian Schwartz. Mesmo interrompida, a narrativa mostra Fitzgerald no auge de sua ambição, mais atento ao funcionamento do dinheiro e do desejo do que a um desfecho arrumado. É tida como uma de suas obras mais pessoais.
