Pêro da Covilhã: Episódio Romântico do Século XV
Capítulo II
Se voltassemos ao palacio dos duques, encontrariamos talvez Beatriz a exercer o galante ministerio de juiza em alguma côrte de amor.
E cá fóra veriamos o velho mendigo no mesmo lugar ainda, cantando ao som da sanfona:
«Rosa fresca, rosa fresca,
tan garrida y con amor;
quando vos tuve em mis braços,
no vos supe servir, no,
y agora que os serviria
no vos puedo aver no.[2]
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