
Felizes Para Sempre
de Kiera Cass

Carolina Maria de Jesus catava papel na favela do Canindé, em São Paulo, criava três filhos sozinha e escrevia num caderno o que lhe acontecia a cada dia: a fome, o preço do pão, os vizinhos, a chuva, o que conseguiu vender. Um jornalista encontrou os cadernos em 1958 e o livro que saiu deles vendeu centenas de milhares de exemplares e foi traduzido em treze línguas. A edição respeita a escrita dela como está, sem corrigir a gramática, porque é justamente essa voz que faz o livro. Continua a ser leitura obrigatória no Brasil.