Sá de Miranda
Dois textos curtos sobre um poeta do século XVI e sobre quem o soube editar. Antero de Quental escreve aqui que foram precisos mais de trezentos anos para Sá de Miranda ter uma edição crítica, e que ela se deveu a uma senhora alemã casada em Portugal, Carolina Michaëlis de Vasconcelos, depois de dez anos de trabalho e do estudo comparado de todas as edições e manuscritos. Aproveita para dizer o que pensava da sua geração, que conhecia Molière e Racine e nunca lera um auto de Gil Vicente. Junta-se-lhe uma carta de Camilo Castelo Branco acerca da Bibliographia Camilliana de Henrique Marques. Reunido por Joaquim de Araújo e editado em Lisboa em 1894.
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