Weir & Abrahams. Atlas de Anatomia Humana em Imagem

Jamie Weir e Peter H. Abrahams · Capítulo 29 de 114

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Weir & Abrahams. Atlas de Anatomia Humana em Imagem

Medula espinal

20. Vasos radiculares

21. Promontório da base do sacro

22. Raiz nervosa espinal no forame intervertebral

 

Medula espinal

Mielografia cervical, radiografias anteroposteriores com o pescoço (a) estendido, (b) ligeiramente flexionado. Meio de contraste hidrossolúvel não iônico é introduzido no espaço subaracnoideo lombar, via punção lombar. O paciente é posicionado em decúbito ventral, com o pescoço superestendido, e é fixado a uma mesa inclinada. O meio de contraste, então, é conduzido para a região cervical para demonstrar a medula espinal cervical e saída das raízes nervosas. Há oito raízes nervosas cervicais; as raízes do oitavo nervo cervical saem através do forame intervertebral entre a sétima vértebra cervical e a primeira vértebra torácica. A intumescência medular cervical (3) (para o plexo braquial) estende-se do nível da terceira vértebra cervical até o nível da segunda vértebra torácica. Esta intumescência é máxima no nível da quinta vértebra cervical e não deve ser confundida com uma lesão intramedular.

 

1. Artéria espinal anterior (impressão)

2. Medula cervical

3. Alargamento da medula cervical

4. Nervo espinal cervical emergindo do forame intervertebral

5. Meio de contraste no espaço subaracnoideo cervical

6. Raiz posterior do nervo espinal

7. Primeira costela

8. Massa lateral do atlas (primeira vértebra cervical)

9. Processo transverso grande e normal da sétima vértebra cervical

10. Occipital

11. Dente do áxis

12. Raiz do oitavo nervo cervical

13. Medula torácica

14. Forame transversário

15. Raiz anterior do nervo espinal

16. Artéria vertebral

Mielografia cervical, radiografias laterais com o paciente em (c) decúbito ventral, (d) decúbito dorsal.

 

1. Arco anterior do atlas (primeira vértebra cervical)

2. Margem anterior do forame magno

3. Medula cervical

4. Cisterna magna (cisterna cerebelo bulbar)

5. Clivo

6. Meio de contraste no espaço subaracnóideo cervical

7. Meato acústico externo

8. Occipital

9. Dente do áxis

10. Indentação posterior nas meninges, proveniente do ligamento

amarelo

11. Artéria cerebelar inferior posterior

12. Margem posterior do forame magno

13. Tubérculo

Radiculografia lombar, radiografias (a) lateral, (b) oblíqua, (c) anteroposterior. Meio de contraste hidrossolúvel não iônico é introduzido no espaço subaracnóideo lombar, via punção lombar. As raízes nervosas da cauda equina são bem visualizadas e seguem através do forame intervertebral. As raízes nervosas que se estendem do cone medular para o saco terminal passam abaixo do pedículo da vértebra correspondente. O saco terminal se estende até o nível da primeira/segunda vértebra sacral. O filamento terminal pode ser observado. A ligeira inclinação para baixo da cabeça do paciente, em decúbito ventral, permitirá que o meio de contraste flua cranialmente e contorne o cone medular e a medula torácica inferior. A largura da medula espinal é uniforme da segunda à décima vértebra torácica, e neste ponto a segunda - e menor -

 

intumescência (formação do plexo lombossacral) estende-se da