Weir & Abrahams. Atlas de Anatomia Humana em Imagem
Mama e axila
12. Veia subclávia
Imagem de RM sagital contrastada com saturação de gordura e ponderada em T1.
1. Linfonodos axilares, normais (nível 1)
2. Linfonodo intramamário (processo axilar)
3. Artéria torácica lateral
4. Fígado
5. Tecido fibroglandular sem contraste
6. Músculo peitoral maior
7. Músculo peitoral menor
Mama e axila
Tabela de Variações
Variante Frequência Implicações clínicas
Inversão 3% Presente ao nascimento. Não deve ser confundida com o
congênita desenvolvimento posterior de inversão, que pode ser um
da papila sinal de malignidade. Pode resultar em problemas
da mama funcionais durante a lactação. Pode ser uma fonte de
mastite crônica.
Polimastia 1–2% O tecido mamário pode ocorrer em qualquer local ao longo da
(tecido linha mamária, entre a região axilar e inguinal. A maior
mamário parte do desenvolvimento mamário ocorre na parede
acessório) torácica anterior.
Politelia 0,22–5,6% Anomalia congênita mais comum da mama.
(papilas
acessórias)
Síndrome de 1–3/100.000 Hipoplasia unilateral da mama, hemitórax e músculo peitoral.
Poland nascimentos
Tecido 3% Diferentes quantidades de tecido mamário em cada mama. O
mamário ponto importante é a comparação com os exames
assimétrico anteriores, uma vez que uma nova assimetria pode ser um
sinal de câncer. A estabilidade sequencial nos exames de
mamografia é o melhor sinal de um achado benigno.
Músculo 8% A presença de um músculo esternal é considerada uma variante
esternal normal, mas pode mimetizar uma massa em imagens
mamográficas. É um músculo que se orienta em direção
vertical, a partir da região infraclavicular, até próximo a
parte inferior do esterno. Localiza-se na parede torácica
medial em posição paraesternal (margem medial do
músculo peitoral maior) e pode ser unilateral ou bilateral.
Se presente, é mais bem observado na imagem
mamográfica craniocaudal. A ultrassonografia pode ser útil
para avaliar um possível músculo esternal identificado
na mamografia.
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