12 Semanas para Mudar uma Vida

Augusto Cury · Capítulo 5 de 13

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12 Semanas para Mudar uma Vida

O Mestre dos Mestres da Qualidade de Vida

Lapidando a personalidade humana

24 Jesus nasceu numa manjedoura, entre os animais. Com dois anos de idade, devia estar brincando, correndo atrás das borboletas, procurando os pássaros entre as árvores, mas, embora tão novo, foi perseguido de morte por Um rei violento, que inclusive já havia levado à morte dois de seus filhos: o rei Herodes.

25 Teve de fugir com seus pais para o Egito. Em alguns trechos, era carregado pelos pais; em outros, fazia longas e extenuantes caminhadas a pé ou em cima do lombo desconfortável de um animal. Situações estressantes como essas fariam parte da sua rotina. .

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26 Quando adolescente, teve de trabalhar cedo para poder sobreviver. Carpinteiro de profissão tinha de suportar sobre os seus ombros pesadas toras e lapidá-las pacientemente. O Sol escaldante refletia-se no seu rosto e desidratava-lhe a pele. Foi um jovem sem privilégios sociais.

27 Pelas dificuldades da vida e pelos estímulos estressantes que atravessou, era de se esperar que desenvolvesse uma personalidade ansiosa, irritada, intolerante. Mas quando abriu a boca ao mundo, nunca se viu alguém tão dócil e sereno. A paciência e a tolerância teciam a colcha de retalhos da sua inteligência.

28 Pelo trabalho pesado e pelas perseguições sofridas era de se esperar que sua sensibilidade fosse pobre, mas a arte da observação lhe saciava a alma. Enquanto lapidava as toras de madeira, analisava a personalidade dos passantes. Enquanto penetrava no cerne dos troncos, vasculhava os porões da emoção humana, compreendia os seus conflitos e contradições.

29 O carpinteiro de Nazaré se preparou, sem que ninguém percebesse, para ser o escultor da personalidade, o artesão da inteligência humana. Por isso, embora tivesse plena consciência das nossas fragilidades, falhas e insanidades, amou apaixonadamente a humanidade. Dizia orgulhosamente que era um ser humano, o filho do homem.

30 O Mestre dos mestres não se sentou nos bancos de uma escola clássica, mas foi o mais excelente aprendiz da escola da vida, uma escola em que muitos intelectuais fracassam. Enquanto golpeava os pregos com o martelo, exercitava seus pensamentos, analisava os eventos da vida, extraía grande prazer das pequenas coisas.

31 O resultado desse exercício clandestino foi que expressou uma inteligência e uma oratória sem

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precedente. Não tinha microfone nem ambiente adequado para falar. Mas quando discursava, a multidão se silenciava como criança que se delicia com o leite materno. Cativava a todos com suas idéias. Até seus opositores ficavam maravilhados com suas palavras. Em pouco tempo, ficou conhecidíssimo. Com isso, sua sensibilidade passou por um grande teste. Vejamos.

 

Extraindo muito do pouco

32 O assédio social e o excesso de atividades bateram fortemente à porta de Jesus. Aparentemente, ele não tinha mais tempo para nada. Deveria apenas se preocupar com os aplausos, em manter sua popularidade e cumprir seus compromissos sociais.

33 Ele enfrentou duas provas nas quais os homens de sucesso freqüentemente fracassam: caminhavam seguindo os seus passos, espremendo--se para ouvi-Ia e para vê-Ia.

1- Ter tempo para o mundo social, mas também ter tempo para si;

2- Preservar a simplicidade e a sensibilidade depois de se tornar um homem público, uma estrela social.

34 Muitos que alcançam o sucesso social, intelectual e financeiro não alcançam o sucesso em ter qualidade de vida. Eles têm tempo para todos, mas não para o que Ihes dá prazer e para as pessoas que amam. Perdem sua singeleza à medida que se atoIam nas atividades. Mendigam o pão da alegria. Há muitos mendigos vivendo em luxuosos condomínios e trabalhando em belíssimos escritórios. Você mendiga esse pão?

35 Deixe-me contar uma história para mostrar como o Mestre da qualidade de vida enfrentou essa situação e trabalhou a arte da contemplação do belo. Certa vez, no auge da fama, milhares de pessoas

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36A comitiva era enorme, os problemas

também. Cada pessoa tinha algo que gostaria que ele resolvesse. A certa altura, ele parou a comitiva. Todos se aquietaram. Esperavam mais um gesto miraculoso, mais um eloqüente discurso.

37 Todavia, para espanto dos presentes, não abriu a boca. Arregalou seus olhos como se visse algo fenomenal. Foi em direção ao vazio. Os mais próximos piscavam os olhos para ver o que ele via, mas não viam nada. Como garimpeiro que achara um precioso veio de ouro, caminhou em direção ao foco. Parou e contemplou.

38 Ninguém entendeu seu gesto. De repente, ele falou poeticamente: "Olhem! Vejam!" "Ver o quê?", as pessoas se perguntavam. Então, ele disse: "Que lírios encantadores!". E encorajou os presentes a observá-las atenta e embevecidamente. demonstrou que o maior milagre estava em descobrir os segredos das coisas simples e quase imperceptíveis.

39 Em seguida, fez uma comparação que só quem viveu e nunca perdeu a arte da sensibilidade poderia fazer. Disse que aquelas pequenas flores eram tão belas que nem o rei mais esplendoroso de Israel, o rei Salomão, se vestira sequer como uma delas.

40 Os discípulos, chocados, coçaram a cabeça e certamente pensaram: "Eu não entendo o Mestre. Há tantos problemas para resolver, tantos compromissos para cumprir e ele gasta tempo com as flores!". Jesus estava querendo vaciná-los contra a doença do superficialismo emocional.

41 Infelizmente, muitos que estudaram Jesus Cristo, ao longo dos séculos, não investigaram os meandros da sua psique, os bastidores dos seus gestos. Portanto, não tiveram a oportunidade de estudar o território da sua emoção e perceber que ele atingiu o topo da saúde psíquica. Ele foi o mestre da sensibilidade. Muitos queriam milagres, mas ele

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42 Se você se preocupar com os grandes eventos, compromissos e prestígio social e desprezar as coisas mais simples da vida, certamente não terá saúde emocional.

43 Essas leis da qualidade de vida são universais. Se um índio ou um africano de uma tribo primitiva não contemplar o belo nas pequenas coisas, eles também destruirão sua qualidade de vida. Entretanto, nessa área, eles têm muito mais a nos ensinar do que nós a eles, com nossos museus, moda, Tv.

44 Jesus contemplava tanto os elementos da natureza, como as sementes, as árvores, o tempo, os pássaros que os utilizava com maestria em suas parábolas para promover a arte de pensar. Ele foi o Mestre dos mestres da qualidade de vida porque sempre achou tempo para fazer das pequenas coisas um espetáculo aos seus olhos.

45 E você.

 

Painel I

Pontos sugeridos para

reflexão e discussão

 

(Não tenha medo de trocar experiências,

chorar e contar suas dificuldades)

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1. Contemplar o belo é ser rico sem ter grandes

somas de dinheiro. Você é emocionalmente

rico ou falta-lhe o pão da alegria? Contemplar

o belo é escrever um romance com a vida.

Você tem escrito esse romance?

2. A emoção pode envelhecer rapidamente.

Você é jovem no território da emoção ou se

sente envelhecido, estressado, assaltado por

preocupações? É uma pessoa mal-humorada?

Tem tido sintomas psicossomáticos?

3. Uma das causas da ansiedade, impaciência,

insatisfação é a falta de contemplação do

belo. Você é especialista em ver seus defeitos

no espelho? A paciência tece a sua história?

4. O Mestre dos mestres passou por estresse e

perdas desde a sua infância, mas foi saudável

e tranqüilo. A dor o construiu. Ele tornou-se

um artesão da personalidade humana porque

foi um grande observador. Você é um grande

observador? Consegue extrair o prazer das

coisas simples? Tem libertado a criança que

vive em seu interior?

5. No auge da fama e dos compromissos, o

Mestre da Sensibilidade fez muito do pouco.

Você faz muito do pouco? Vive atolado em

atividades?

Painel II

Exercícios para prática

diária

 

1. Faça um relatório das características da lei

"Contemplar o belo", descritas no início desse

capítulo, que você precisa desenvolver.

2. Faça um relatório das coisas belas que estão

ao seu redor. Repare no detalhe dos quadros

de pintura, na anatomia das flores dos

jardins, no estilo da sua casa, nos

comportamentos das pessoas.

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3. Cuide de plantas. Escreva poesias. Refine seu

prazer de ler, pintar, cantar. Role no tapete

com as crianças. Valorize as coisas que são

aparentemente simples.

4. Exercite sentir-se uma pessoa bonita

interiormente e exteriormente. A beleza está

nos olhos de quem a contempla. Não seja

escravo do padrão de beleza da mídia.

5. Fique 10 minutos por dia em silêncio

contemplativo. Ou durante o trabalho, faça

pequenos relaxamentos de um ou dois

minutos e observe as coisas belas ao seu

redor. Contemplar o belo coloca combustível

no prazer de viver. Falar de qualidade de

vida sem contemplar o belo é construir uma

miragem.

Faça um relatório dos seus exercícios durante a semana. O que praticou e qual foi o resultado?

Relatório :

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Capitulo 3

LIBERTAR A CRIATIVIDADE: SUPERAR A

ROTINA

3ª Lei da Qualidade de Vida

Terceira semana do PAIQ

1Libertar a Criatividade é:

1. Ser um caminhante nas trajetórias do próprio

ser.

2. É fazer coisas fora da agenda.

3. Superar a rotina e construir um oásis no

deserto do tédio.

4. Abrir as janelas da inteligência para fazer

novas descobertas.

5. Pensar em outras possibilidades. Libertar a

imaginação.

6. Arejar a emoção e encantar a si mesmo. A sufocante rotina

7. Surpreender positivamente as pessoas que o

rodeiam. Ter gestos nunca tidos.

8. Elogiar quem amamos. Penetrar no mundo

deles, conhecer seus sonhos, suas alegrias, seus temores.

9. Dançar a valsa da vida com a mente livre.

10.Fazer da vida uma grande aventura.

2Contemplar o belo é extrair o prazer nas coisas simples. Libertar a criatividade é fazer coisas fora da agenda para nutrir nossa história com sabor e aventura. As duas leis se complementam .

3No campo das relações sociais, libertar a criatividade é dizer coisas nunca ditas, ter gestos nunca tidos. É penetrar além da cortina dos comportamentos de quem amamos e conquista-los por dentro. Libertar a criatividade é o frescor de uma vida excelente.

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4Cada vez mais vivemos numa rotina sufocante. Levantamos da mesma maneira, reclamamos dos mesmos problemas, cumprimentamos as pessoas da mesma forma, corrigimos os filhos, alunos e colegas de trabalho com os mesmos jargões, andamos pela mesma rua, possuímos os mesmos desejos. Enfim, dançamos a valsa da vida com as duas pernas engessadas.

5Muitos querem riscar do mapa o domingo à tarde. Você quer riscá-lo? No domingo à tarde aumenta o índice de rotina gerando uma ansiedade desconfortável. Alguns tiram férias. Uma semana depois não se agüentam. A rotina engessa e massacra seu prazer. Não sabem se aquietar, relaxar, criar, romper sua agenda.

6A indústria do lazer, TV, cinema, Internet, moda tenta de mil formas romper a entediante vida social, mas cada vez mais o ser humano moderno está mais ansioso e entristecido. Vivemos em sociedades democráticas e, portanto, livres, mas muitos estão no cárcere da emoção.

7O Canadá, onde escrevo este livro, é um dos países de melhor qualidade de vida do mundo. Porém, essa qualidade de vida é material e não emocional. As leis fundamentais da psicologia para se ter qualidade de vida propostas neste programa têm sido, como em todas as demais sociedades, desrespeitadas.

8A classe média canadense sonha em ter uma casa própria e um bom carro. E concretiza esse sonho! Mas falta sentido existencial, alegria, prelúdio. Falta criatividade, troca de experiência, encanto pela vida. A rotina enfadonha tem levado inúmeras pessoas a ter depressão e ansiedade. Muitas se isolam dentro das suas casas e, o que é pior, dentro de si mesmas.

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9O Canadá é uma nação invejável no que tange ao respeito dos direitos humanos, mas esse povo fascinante não constitui uma nação invejável no diálogo interpessoal, na arte da contemplação do belo, na capacidade de navegar nas águas da emoção. Imagine como não está a qualidade de vida de outras sociedades.. .

Como está seu viver diário?

10 Muitos trabalham durante anos no mesmo ambiente e nunca surpreendem seus colegas de trabalho. Não sorriem, cumprimentam ou abraçam de um modo diferente. São formais. Precisam de emoção, mas não sabem surpreender. Esse comportamento rígido afeta não apenas as relações sociais, mas também o desempenho profissional.

11 Você já pensou que muitos colegas de trabalho gritaram sem dizer palavras, gritaram com os gestos, querendo demonstrar que estavam sofrendo, mas você nunca conseguiu ouvir a voz desses gestos? Talvez, atarefado e com milhares de informações na cabeça, nem tenha tido tempo para tal percepção.

12Vivemos na era da informática e, infelizmente, estamos nos robotizando. Nunca tivemos acesso a tantas informações, mas não sabemos o que fazer com elas. A maioria delas é inútil, não se transforma em conhecimento e experiências. A criatividade está cambaleante.

13Para dar soluções aos desafios do mundo globalizado é necessário ser flexível, versátil, abrir o leque da inteligência. Os desafios geram medo e não sentimento de aventura. O novo causa pânico. Estamos nos tornando escravos de estímulos programados.

14Raramente, as pessoas saem da rotina. Já pensou em dar uma caixa de bombons para o guarda que está fazendo a segurança da sua

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empresa ou para o zelador do seu prédio e dizer que ele é muito importante para você? Ele nunca mais o esquecerá, pois você o surpreendeu. Você será tão caro para ele, que talvez seja capaz de correr riscos se você estiver em perigo. Não há como romper o individualismo sem libertar a criatividade afetiva.

15Muitos, ao entrarem num elevador, em vez de

olhar para o rosto das pessoas, cumprimentá-las e estabelecer um pequeno diálogo, fixam-se no número dos andares. Não sabem onde põem a cara. E duro passar aqueles segundos. Que espécie é essa que detesta a solidão, mas faz tudo para cultivá-la?

16 Muitos filhos vivem com seus pais por décadas, admiram-nos, mas jamais penetram no seu mundo. Não conhecem seus sonhos, suas angústias, as páginas íntimas da sua história. Apenas valorizarão os pais quando os perderem. Desejarão conhecê-los quando eles se silenciarem.

Conseqüências

17 O fenômeno RAM é o fenômeno que imprime na memória todas as imagens, pensamentos e emoções que passam no palco de nossa mente. O registro em nossa memória é automático.

18 Certa vez, um pai estava profundamente decepcionado com o comportamento do filho. Ele dormia de madrugada, não o respeitava e não se importava com seu sofrimento. O pai brigava, dava broncas, criticava, mas o filho não reagia. Eram dois inimigos vivendo na mesma casa. A família era um inferno. Chorando, sem voz para falar e achando que seu filho era um caso sem esperança, resolveu mudar completamente de atitude. Libertou sua criatividade.

19 Começou a surpreendê-lo, a dizer que o amava e a pedir desculpas quando se exaltava. Ao longo dos meses, o fenômeno RAM foi registrando a imagem desse pai de maneira espetacular. Assim,

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ele construiu vínculos que anos de agressividade o tinham impedido de criar. O comportamento do pai começou a fazer eco em seu interior. O filho deu uma guinada na vida. Tornou-se responsável, afetivo e sociável.

20 Se os pais não surpreenderem seus filhos, não os valorizarem, não conhecerem seus sonhos, não os encorajarem nas suas falhas, não disserem que acreditam neles apesar dos seus erros, certamente não desenharão uma imagem excelente nos solos da memória deles.

21O fenômeno RAM não produzirá um quadro

de pintura inconsciente que alicerçará uma rica relação entre pais e filhos. Eles crescerão órfãos de pais vivos. Não serão modelos capazes de influenciá-los solidamente.

22 Um professor que não surpreende seus alunos, que não lhes conta histórias, que não lhes toca o sentimento poderá ter exímio conhecimento e brilhante eloqüência, mas não brilhará nos solos da personalidade deles. Poderá ser transmissor de informações, mas não será um mestre da vida.

23Um executivo que não surpreende seus funcionários, que não os enaltece que não os motiva, que não os envolve nem explora o potencial deles, não será um grande líder. Poderá saber lidar com números, mas não com pessoas. Poderá cobrar resultados, mas não colherá criatividade.

24Quem, desde a sua infância, não liberta sua criatividade e faz coisas fora da agenda cria mecanismos viciados de transformação da energia psíquica. Pode desenvolver idéias fixas e, às vezes, comportamentos repetitivos. Em outras palavras, adquire o TOC (transtorno obsessivo compulsivo).

25O TOC é chamado popularmente de mania. Alguns têm mania de arrumação, nada pode estar fora do lugar. Outros têm mania de horário, de limpeza, de lavar as mãos, de tomar vários banhos

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diários. Há outras obsessões. Verificar se há um ladrão debaixo da cama. Apertar a pasta de dente só do final para o começo.

26Há pessoas inteligentes, mas que sofrem de

obsessão por doenças. Estão ótimos de saúde, mas vivem perturbando-se com doenças que eles criam na sua imaginação. O TOC é uma doença que tem de ser tratada, pois provoca intensa ansiedade. Quando abordar outras leis da qualidade de vida, como gerenciar os pensamentos e emoções, essas pessoas poderão ser substancialmente ajudadas a resgatar a liderança do "eu" e a se tornar autoras da sua história.

27 Cuidado! O sistema social pode nos entorpecer tanto quanto as drogas químicas. Pode controlar nossa maneira de ser, reagir e de ver a vida. Não seja uma pessoa excessivamente previsível Surpreenda a si e aos outros. Supere a sua rotina. Treine diariamente libertar sua criatividade.