Adolfo Caminha: um polígrafo do século XIX

Carlos Eduardo de Oliveira Bezerra · Capítulo 2 de 10

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Adolfo Caminha: um polígrafo do século XIX

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Adolfo Caminha: um polígrafo na

literatura brasileira do século XIX

(1885-1897)

 

Carlos Eduardo de Oliveira Bezerra

Adolfo Caminha

Um polígrafo na literatura brasileira do século XIX (1885-1897)

 

© 2009 Editora UNESP

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Bezerra, Carlos Eduardo de Oliveira

Adolfo Caminha : um polígrafo na literatura brasileira do Século XIX (1885-1897) [livro eletrônico]. / Carlos Eduardo de Oliveira Bezerra. - São Paulo : Cultura Acadêmica, 2009.

7452 Kb ; ePUB

Inclui bibliografia

ISBN 978-85-7983-033-4

1. Caminha, Adolfo, 1867-1897 - Crítica e interpretação. 2 .Escritores brasileiros - Século XIX. 3. Literatura brasileira - História e crítica - Século XIX. I. Título.

09-6240

CDD: 928.699

CDU: 929:821.134.3(81)

 

Este livro é publicado pelo Programa de Publicações digitais da Pró-reitoria de Pós-graduação da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita filho" (UNESP)

Editora afiliada:

Este livro é dedicado ao professor Sânzio de Azevedo, em

retribuição à sua generosidade com os novos pesquisadores,

pelo seu amor às coisas e gentes do Ceará.

Adolpho Caminha no pouco que deixou, deixou muitíssimo...

(Pápi Jr. 1897. p.3)

 

Agradecimentos

Este livro, originário de minha tese de doutorado, foi escrito graças à ajuda de muitas pessoas. Sou imensamente grato a todos e aqui cito os seus nomes como forma de retribuir o muito que fizeram.

Aos meus pais e família, especialmente Tereza e Thamirys.

A Sânzio de Azevedo, por ter-me dado acesso a inúmeras fontes utilizadas na escrita da tese original. Sua generosidade para com os novos pesquisadores é imensa, como também o é o seu amor às coisas e gentes do Ceará. Assim, não poderia deixar de lhe agradecer e dedicar este trabalho.

A Odalice de Castro e Silva, minha orientadora de Especialização e Mestrado na Universidade Federal do Ceará (UFC). Sou-lhe grato por acreditar no projeto inicial que deu origem a este texto e por me receber no mundo das letras.

A Luiz Roberto Velloso Cairo, pela orientação feita com liberdade para que eu seguisse os meus caminhos.

Aos professores do curso de graduação em História na UFC, pois o que aprendi com eles permanece de algum modo neste meu diálogo com a literatura. Sou especialmente grato a Sebastião Rogério Ponte, que me orientou na Iniciação Científica, Meize Regina de Lucena Lucas, Eurípedes Funes e Ivone Cordeiro Barbosa.

Aos professores nos cursos de Especialização em Investigação literária e Mestrado em Letras na UFC, pois foi com eles que iniciei o meu diálogo com a literatura. Não poderia deixar de citar os nomes deVera Lúcia Albuquerque de Moraes, Angela Maria Rossas Mota de Gutiérrez, José Linhares Filho.

A Álvaro Santos Simões Junior (Unesp/Assis) e Tânia Regina de Luca (Unesp/Assis), que gentilmente participaram das banca de qualificação e defesa da tese, recomendando-me modificações, que muito me foram importantes.

A Isabel Lustosa (Fundação Casa de Rui Barbosa/Rio de Janeiro) e ao Dr. Marco Antônio de Moraes (USP/São Paulo), que também gentilmente aceitaram participar da banca de defesa. Sou-lhes imensamente grato pela leitura e contribuição valiosa.

Aos professores do Programa de Pós-Graduação em Letras da Faculdade de Ciências e Letras de Assis, da Universidade Estadual Paulista, com os quais estudei durante o doutorado: Maria Lídia Lichtscheidl Maretti, Rosane Gazolla Alves Feitosa, João Luís Cardoso Tápias Ceccanttini. O que aprendi com eles foi imprescindível para concluir esta etapa dos meus estudos.

A Leonardo Mendes (UERJ), pela amizade, pela publicação de textos, pelas conversas a respeito da obra de Adolfo Caminha, graças à internet.

Nesse percurso não faltou a ajuda dos amigos e amigas de Fortaleza: Miguel Leocádio Araújo Neto e David Krebs, Fernanda Coutinho, Socorro Acioli, Afonsina Moreira, Meize Regina, Socorro Monte, Ruy Ferreira Lima (com "y" né, Ruy?), Roterdam Damasceno, Chico Miranda, Cláudia Régia, Gláucia e Rejane, Neudina Paiva, Carla e Isac Férrer, Lina Luz, amiga das mais queridas, Veleiro. Aqui, não posso deixar de citar os nomes de amigos e amigas conhecidos em Assis e São Paulo: Telma Maciel, companheira nessa jornada. Com ela dividi incertezas, sonhos e delírios...Viviane Pereira, Gilmar Tenório Santini (escrevi o nome completo, Gilmar, para você não ficar triste), Jacicarla Souza, Ana Maria Domingues de Oliveira, que me presenteou com uma edição espanhola do Bom-Crioulo, e Carmem Almeida, sempre carinhosas, Anderson Roszik, Roberta e Aline, Ritinha, Luciana Brito, Aparecida, Eliane, Sandra, Chico, Maísa, Gabriela e Elida, Édima e Eli, Amélia e Sandro, Júnior Rebelo, Paula Shafirovitz.

Sou grato aos meus companheiros de república nos anos em que morei em Assis: Helton Alves Lima, Ulisses Moura e Silva, Eric Tiago Minervino (Fofuxo), Luis Felipe (Tupã) e Aluísio Martins. Morar com eles foi uma aventura...

Agradeço aos funcionários da Seção de Pós-Graduação da FCL de Assis, especialmente a Catarina, Lílian, Lucilene, e Marcos.

Agradeço também aos funcionários da biblioteca, notadamente ao Auro, sempre atencioso na minha busca constante de livros e periódicos.

Não poderia deixar de agradecer a Gertrudes Costa Sales, do setor de microfilmes da Biblioteca Pública Estadual Governador Menezes Pimentel, em Fortaleza (CE), pela amizade e atenção. Agradeço igualmente aos funcionários da Academia Cearense de Letras e Instituto Histórico do Ceará.

Aos cantores e cantoras que ouvi durante a escrita, o que fez que este trabalho tivesse uma trilha sonora. Aos poetas e prosadores lidos, alguns deles me servido de inspiração.

À cidade de Assis (SP), que me recebeu, e da qual guardo ótimas e deliciosas lembranças... Não poderia deixar de citar aqui três nomes: Fran, Dona Dita e Maria.

Ao CNPq que, concedendo-me uma bolsa de estudos, permitiu que a tese fosse escrita e defendida em tempo hábil.

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Introdução

1 Adolfo Caminha: condições materiais e intelectuais de

produção da literatura brasileira no final do século XIX

2 Adolfo Caminha, autor-político na República das Letras

3 Adolfo Caminha, autor-editor

4 Adolfo Caminha, autor-leitor

5 Adolfo Caminha, autor-crítico

Conclusão: Adolfo Caminha, autor-polígrafo

Referências bibliográficas