Enquanto Houver Champanhe, Há Esperança
- Primeira publicação
- 2016
Sobre este livro
Na noite de 2 de abril de 1969, Zózimo Barrozo do Amaral chegou preso ao Batalhão da Polícia do Exército, na Tijuca, e Valter Bezze, o chefe da cela, gritou para dentro: “Os homens enlouqueceram! Eles agora estão prendendo eles mesmos!” O crime do colunista do Jornal do Brasil era uma nota que dava o general Lyra Tavares como empurrado pelos seguranças de Stroessner em Foz do Iguaçu, e um coronel o obrigou a publicar retificação em 8 de abril. Na cela, quando a mulher de Zózimo trocou o camembert por Catupiry, Bezze fingiu uma bronca: socialistas, sim, mas de queijo francês. A segunda prisão veio em 1972, pela notinha sobre o coronel Osmany Pilar, que assistira três vezes ao musical de Leila Diniz no Salão de Viena. Joaquim Ferreira dos Santos recua até o avô engenheiro, que quis aterrar 20% do espelho d’água da Lagoa Rodrigo de Freitas, e até o pai, Boy, que vivia das rendas.
Sumário
- Mídias sociais
- Dedicatória
- Mídias sociais
- 2 · O primeiro Zózimo Barrozo do Amaral nasceu…
- 3 · Os nomes de Boy e Elza Barrozo…
- 4 · O padre Barros era o mais rigoroso…
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Dados do livro
- Primeira publicação
- 2016
- Idioma
- Português
- Gênero
- História
- Formatos
- PDF, EPUB, Ler online