O Atheneu
Crónica de saudades, diz o subtítulo, e é ironia. O narrador lembra o dia em que foi tirado do aconchego placentário da dieta caseira para o internato, onde se ia definir a sua individualidade, e a despedida que fez aos brinquedos: os pelotões de chumbo, museu militar de todas as fardas e bandeiras, que ele punha a combater e depois pacificava com uma facilidade de Providência Divina. Dentro do colégio não há providência nenhuma. É um dos grandes romances brasileiros do século, publicado em 1888. O nosso exemplar é a segunda edição definitiva, feita conforme os originais e os desenhos que o autor deixou.
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