
O Velho e o Mar
de Ernest Hemingway

Quatro amigos poetas combinam sair do Rio de Janeiro por um dia, embarcam num batel sujo carregado de fardos e vão a pé até um sítio chamado Baldeador para contemplar a natureza. Floriano Alves da Costa conta o passeio em verso solto, com a solenidade do bardo romântico aplicada a um piquenique que corre torto. Poema narrativo de 1848, divertido à custa dos próprios companheiros, e um retrato do arredor carioca antes da cidade o engolir. O tom é de troça amigável, e a paisagem descrita já não existe assim.