O Triângulo das Bermudas

Charles Berlitz · Capítulo 10 de 10 · parte 3/3

Páginas do PDF

O Triângulo das Bermudas

O Pagode Negro em Konarac na índia,…

Este capítulo é longo, por isso está dividido em 3 partes.

Tais descobertas, isoladas e interpretadas da maneira que se desejar, apontam para uma probabilidade de que o homem civilizado existiu na Terra muito antes do que foi suposto anteriormente. Sem mesmo considerarmos a possibilidade de que a civilização tenha sido trazida à Terra do espaço externo, como foi freqüentemente sugerido, haveria tempo e espaço na história de nosso próprio planeta para uma ou várias culturas se terem desenvolvido a um ponto de aniquilação própria através de guerras, distúrbios do meio ambiente ou por terem sido destruídas por outras forças que involuntariamente acionaram. Nossa própria cultura, se tomarmos como ponto de partida a data de 4.000 anos Antes de Cristo, progrediu desde a agricultura e as atividades pastoris primitivas até a desintegração nuclear em apenas 6.000 anos. Considerando-se a idade da humanidade, existe tempo de sobra para outras civilizações terem chegado a um nível grosseiramente igual ao nosso. Um reexame de alguns dos registros antigos que nos chegaram às mãos talvez possa dar alguma indicação da hu-manidade ter previamente atingido a nossa presente capacidade de destruição. Enquanto existem várias alusões a grandes explosões sobre a superfície da Terra na Bíblia (Sodoma e Gomorra), nos mitos gregos, e nas muitas lendas dos índios das Américas do Norte e do Sul, é nos antigos registros da índia, copiados e recopiados desde a mais pré-histórica antigüidade, que encontramos, descritos com grande riqueza de detalhes, o uso e o efeito do que se parece terrivelmente com explosões atômicas na guerra. Referências inesperadas a tais aperfeiçoamentos de nossa civilização tecnológica estão presentes em muitos livros antigos da índia, que, ao contrário de tantos escritos do mundo ocidental, escaparam ao fogo e à destruição. Estas referências, como se houvessem sido escritas nos dias de hoje e não há milhares de anos atrás, falam de coisas como a relatividade do tempo e do espaço, os raios cósmicos, a lei da gravidade, a radiação, a natureza cinética da energia e a teoria atômica. A escola Vaisesika de filósofos cientistas da antiga índia desenvolveu ou preservou a teoria de que os átomos vivem em constante movimento. Seus membros subdividiram as medidas de tempo em uma série de incríveis frações de segundo, sendo a mais infinitesimal delas considerada como "o período levado por um átomo para atravessar a sua própria unidade de espaço".

Referências surpreendentemente modernas são abundantes no Mahabharata, um gigantesco compêndio de mais de 200.000 versos sobre a criação do cosmos, religião, orações, costumes e hábitos, história e lendas a respeito dos deuses e heróis da índia antiga. Calcula-se que ele foi escrito originalmente há 3.500 anos, mas se refere a eventos que tiveram lugar milhares de anos antes disto. Entre os versos do Mahabharata, há um bom número que encerra vividas descrições do que parece ter sido uma primeira mão de uma guerra atômica.

Quando estudantes de filosofia e religião, por volta de 1880, conseguiram ler e estudar o Mahabharata (a tradução só foi completada em 1884), eles naturalmente consideraram como poéticas fantasias as freqüentes, curiosas e detalhadas referências a antigas aeronaves ( vimanas), com instruções de como deviam ser propulsionadas e como reconhecer as aeronaves inimigas. Havia citações ainda mais estranhas a respeito de uma arma que paralisava os exércitos inimigos (mohanastra ou "a flecha da inconsciência"), assim como descrições de "carruagens celestes de dois andares" com muitas janelas que projetavam um fogo vermelho que subia aos céus até que se parecessem a cometas... para as regiões tanto do sol como das estrelas.

É necessário que se note que o Mahabharata foi traduzido décadas antes do aparecimento dos aviões, dos gases venenosos ou dos nervos, dos foguetes tripulados e das bombas atômicas. Tais citações não significaram nada e só alimentaram os devaneios da imaginação dos leitores da era vitoriana. Outras referências eram facilmente compreendidas pelos estudiosos ocidentais do Mahabharata já que se referiam a armamentos relativamente modernos como os controles de fogo, os diferentes tipos de artilharia e foguetes, as "balas de ferro", balas de chumbo, explosivos de salitre, enxofre e carvão, bombas e foguetes capazes de reduzir os portões de cidades a destroços, e as agneyastras, canhões cilíndricos que faziam um barulho de trovão. Apesar destes inventos serem atribuídos aos indianos antigos, não chegaram a divertir os leitores, alguns dos quais suspeitaram que os trechos eram "intrusos" ou que haviam sido encaixados entre as traduções numa compreensível tentativa indiana de dizer "nós já sabíamos disto antes de vocês".

Outras armas misteriosas mencionadas no Mahabharata foram compreendidas melhor, apesar de serem quase incompreensíveis antes, durante o correr da Primeira Guerra Mundial. Um comentarista militar indiano, Ramchandra Dikshitar (A Guerra na Índia Antiga), acentuou que a arte da guerra finalmente alcançara o Mahabharata com os modernos aeroplanos equivalentes aos vimanas, a arma mohanastra que causava a inconsciência aos exércitos inimigos, o equivalente aos gases venenosos; ele citou ainda o emprego de foguetes de fumaça que produziam uma densa neblina de camuflagem, e comparou as tashtras, "capazes de exterminar grandes números de inimigos ao mesmo tempo", com os explosivos modernos aperfeiçoados. Enquanto estudiosos do século passado e oficiais britânicos da Primeira Guerra Mundial podiam reconhecer algumas das armas

"redescobertas" descritas no Mahabharata, outras descrições eram tão incríveis que chegavam a confundir os tradutores. Até mesmo o tradutor principal, P. Chandra Roy, observou na introdução ao seu trabalho: — "Para o leitor inglês tradicional existem muitas coisas neste livro que ele pensará que são ridículas."

Porém o que era ridículo nos anos de 1880 e até mesmo durante a Primeira Guerra, já não é mais um enigma para quase ninguém neste mundo incerto de nossos dias. Os seguintes trechos, que falam das guerras antigas, são desagradavelmente familiares para nós, apesar de estarem separados de nossa era atômica por vários milhares de anos. Uma descrição de uma arma especial lançada contra o exército inimigo diz o seguinte:

"Um único projétil, carregado com todo o poder do Universo. Uma coluna incandescente de fumaça e chamas, tão brilhante quanto dez mil Sóis, ergueu-se em todo o seu esplendor... era uma arma desconhecida, um trovão de ferro, um mensageiro gigantesco da morte e que reduziu a cinzas a raça dos Vrishnis e dos Andhakas (os inimigos contra os quais ela foi empregada)... Os cadáveres ficaram tão queimados que estavam irreconhecíveis. Suas unhas e os cabelos caíram; as cerâmicas se quebraram sem nenhuma causa aparente, e os pássaros ficaram brancos. Depois de algumas horas, todos os alimentos ficaram contaminados... para escapar deste fogo, os soldados se atiraram nos rios para se lavarem e a seu equipamento... (Esta armada todo-poderosa)... varreu as multidões (de guerreiros) com seus corcéis de batalha e elefantes e carros e armas como se eles fossem folhas secas das árvores... levadas pelos ventos... eles tinham um ar muito lindo, parecendo pássaros es-voaçantes... voando de cima das árvores..."

Em vez de referir-se aos resultados visuais subseqüentes à explosão desta super-arma como uma nuvem em forma de cogumelo, o escritor, que viu, recopilou de outros narrativas, ou simplesmente imaginou o efeito, descreveu-o como se grandes nuvens se abrissem umas por sobre as outras como uma série de parassóis gigantescos: uma noção diferente da nossa, mas não tão diferente...

Até mesmo as medidas aproximadas da arma ou da bomba são fornecidas:

"Um dardo fatal como o cajado da morte. Ela media três côvados e dois metros. E encerrava toda a força dos trovões de Indra, o de mil olhos... e era... a destruidora de todas as criaturas vivas..." Existe ainda um resumo do encontro de dois mísseis nos ares.

"... As duas armas se encontraram em pleno céu. Então, a Terra com todas as suas montanhas e mares e árvores começou a tremer, e todas as criaturas vivas se aqueceram com a energia das armas e foram grandemente afetadas. Os céus se iluminaram e o ponto além do horizonte tornou-se negro de fumaça..."

A grande guerra descrita no Mahabharata é calculada como sendo a invasão "ariana" ao subcontinente indiano pelo norte, uma narrativa que podia ter sido relatada em termos compreensíveis, em proporção à época, como Ilíada, sem os recursos de tais coisas como a ficção científica e os tipos de armas estranhamente proféticos. Cabe-nos ainda acentuar, entretanto, que esqueletos descobertos nas antiqüíssimas cidades de Mohenjo-Daro e Harappa, no Paquistão, estavam extremamente radioativos. Não se sabe praticamente nada destas cidades tão antigas exceto o fato de que elas foram repentinamente destruídas. Antigas descrições de aeroplanos e de uma guerra atômica, por mais exata que sejam não provam que quem as escreveu testemunhou tais maravilhas pessoalmente ou que elas chegaram mesmo a acontecer somente dentro de sua febril e ativa imaginação. Em nossa própria era, as histórias em quadrinhos de Buck Rogers lidavam livremente com o uso de bombas atômicas até que o FBI, pouco antes de que a supersecreta bomba atômica verdadeira fosse testada no estado do Novo México, persuadiu o autor a desistir de tais referências em suas historinhas. Outra coincidência inconsciente de ficção científica existe nas páginas do livro de Júlio Verne, Viagem à Lua, quando ele estabeleceu na Flórida a base para o lançamento de seu foguete fictício à Lua, mais de um século antes do lançamento real de um homem à Lua. Outra coincidência profética: as medidas citadas por Verne, há cem anos atrás, para o submarino imaginário do Capitão Nemo são quase idênticas às dos atuais submarinos atômicos americanos. Ainda mais extraordinário é o caso de Swift e as luas de Marte. Ao escrever As Viagens de Gulliver, em 1726, Swift descreveu os satélites de Marte e deu-lhes aproximadamente as dimensões verdadeiras e detalhes de suas órbitas em torno do planeta, apesar do fato de que as duas luas que ele tão casualmente (e exatamente) se referia em um trabalho de ficção não foram descobertas antes de 1877. De qualquer maneira, Verne, Swift e o criador de Buck Rogers viviam numa era científica em que a possibilidade de tais descobertas ou invenções era simplesmente uma questão de tempo. Mas os registros indianos foram feitos talvez há mais de seis mil anos passados. Certos asiáticos e também ocidentais, que sustentam a teoria de que o homem civilizado existiu por um período de tempo muito maior do que o anteriormente suspeito (e o recuo da cortina da civilização parece realmente se estender por séculos e até mesmo milênios que ainda estavam vagos) não consideram inacreditável a possibilidade da existência de ondas sucessivas de civilizações pelo mundo inteiro, algumas das quais teriam desaparecido sem deixar vestígios a não ser em lendas. Assim eles estão preparados para acreditar que as ines-peradas e detalhadas citações indianas aos átomos, armas atômicas e tecnologia avançada possam simplesmente ser uma recordação de civilizações pré-históricas e cientificamente muito adiantadas. Nas lendas da índia, devemos igualmente considerar o fato de que certas regiões da Terra e de sua superfície parecem mostrar cicatrizes atômicas, algumas adquiridas milênios antes de nossas atividades atômicas atuais. Estes locais podem ser vistos na Sibéria, no Iraque, no estado do Colorado e na Mongólia (aonde os chineses com seus testes atômicos estão deixando novas cicatrizes comparáveis às antigas e, em alguns lugares, muito abaixo do nível atual do solo). Durante escavações exploratórias ao sul do Iraque em 1947, camadas de culturas foram sucessivamente empilhadas no que bem poderia ser chamado de uma mina arqueológica de veios. Partindo do nível atual do solo, as escavações passaram os níveis culturais da antiga Babilônia, Suméria e Caldéia, com marcas de inundações entre as diferentes idades culturais, depois passaram as primeiras aldeias com vestígios de cultura, depois a um nível correspondente aos primitivos agricultores de uma época localizada entre 6.000 e 7.000 anos A.C., e por baixo deles, indicações de tribos pastoris, e finalmente a uma era correspondente ao período Madaleniano ou da Idade das Cavernas de cerca de 16.000 anos atrás. Mais fundo ainda, por baixo de todos os outros níveis, foi descoberto um assoalhado de vidro fundido, diferente de tudo o mais, porém idêntico ao solo dos desertos do Novo México depois das explosões que inauguraram a nossa atual Idade Atômica.

9 - Os Espiões: Defensores, Atacantes ou Observadores Neutros.

Se aviões, navios e pessoas estão sendo seqüestrados, especialmente dentro do Triângulo das Bermudas, e em outras áreas do mundo, por OVNIs ou outros engenhos e meios, um fator importante de qualquer investigação deve ser as considerações acerca de uma ou várias possíveis razões. Alguns pesquisadores têm sugerido que entidades inteligentes, anos-luz cientificamente mais avançadas se com-paradas aos povos relativamente primitivos da Terra, estão empenhadas em observar nossos progressos através dos séculos e eventualmente irão intervir para impedir que nossa civilização venha a destruir o seu próprio planeta. Isto seria, é lógico, a admissão da existência de uma natureza altruística da parte destes seres de um espaço exterior ou interior, um fato nem sempre dominante entre exploradores ou pioneiros.

Por outro lado, talvez seja possível que exista, nas vizinhanças do Triângulo das Bermudas e certas localizações nodais de correntes gravitacionais eletromagnéticas, uma porta ou uma janela para uma outra dimensão no tempo ou no espaço, através da qual seres extraterrenos suficientemente sofisticados nas ciências possam penetrar segundo sua própria vontade, mas que quando encontrada por humanos represente uma rua de mão única, da qual o simples retorno seria impossível devido ao nível de seus aperfeiçoamentos científicos*

ou, vedada por forças alienígenas. Muitos dos desaparecimentos, especialmente aqueles que dizem respeito às tripulações completas de alguns navios, sugerem expedições de captura, coleta de exemplares humanos para jardins zoológicos espaciais, exibições em eras diferentes no desenvolvimento planetário ou para experiências. O Dr. Manson Valentine sugere que podem haver vários e quem sabe? — até mesmo grupos antagônicos de visitantes espaciais, ou das profundezas oceânicas, ou mesmo de outra dimensão, alguns talvez até aparentados — nossos próprios primos de muitos milhares de anos passados, suficientemente civilizados para terem uma razão altruística para nos proteger e à própria Terra, ou pragmaticamente preocupados com o seu próprio meio ambiente.

A partir deste último ponto de vista é evidente que a Terra e suas populações estejam cada vez mais caindo em um perigo maior e de âmbito mundial de ruínas e destruição. Esta situação talvez já tenha até acontecido em diversas ocasiões nos milênios passados, mas apesar da Terra haver passado por um grande perigo, não se tornou inabitável como talvez tenha sido o destino de vários de nossos planetas vizinhos e suas luas. Memórias de catástrofes mundiais quasefatais ainda continuam preservadas entre certas raças antigas que praticamente desapareceram. De acordo com as tradições de várias destas raças da antigüidade, não houve apenas uma, mas várias catástrofes de âmbito global. As raças indígenas da América Central contam que se viram frente à frente com três fins de mundo até os dia> de hoje estão à espera do quarto fim do mundo — desta vez pelo fogo — numa data não muito longínqua no futuro. Os Hopi, que, entre as tribos de índios dos Estados Unidos, são os que guardam os registros mais completos e estranhamente detalhados de suas peregrinações e dos rumos do próprio cosmos, falam também de três fins de mundo anteriores, uma vez devido a erupções vulcânicas, uma vez causado por terremotos e uma rotação temporária do planeta fora de seu eixo e uma terceira vez pelas inundações e o afundamento dos continentes devido aos habitantes guerreiros do "Terceiro Mundo" estarem destruindo mutuamente suas cidades por meio de uma guerra aérea. Fica interposta a referência de que a Terra rodou fora de seus eixos, o que já é uma indicação de extraordinários conhecimentos mantidos por uma tribo indígena muito pequena, não somente da verdadeira forma da Terra, mas também de sua rotação. A teoria da Terra perder o seu movimento giratório e depois tornar a reajustá-lo está de acordo com uma teoria científica recentemente desenvolvida por Hugh Auchin-closs Brown, que afirma que os distúrbios de rotação foram causados por um excesso de peso do gelo sobre um dos pólos.

Antigas lendas religiosas da índia contam das nove crises do mundo, enquanto outras culturas da antigüidade variam de acordo com o número, porém não quanto à negação de catástrofes globais. Platão, em seu diálogo Critias, cita um sacerdote egípcio que contou ao legislador ateniense Solon, durante uma viagem ao Egito, o seguinte:

"... Já houve, e vai haver novamente muitos extermínios da humanidade em conseqüência de causas diversas." E depois de explicar a Solon como os egípcios, devido a seus registros, tinham conservado as memórias de alguns destes acontecimentos, ele supostamente observou:

"... e então, no período atual, as correntes dos céus descerão como uma pestilência... e assim vocês terão de recomeçar novamente como se fossem crianças... (acrescentando, como uma advertência à

falta de observações por parte dos gregos). Vocês se lembram apenas de um Dilúvio, quando vários deles já aconteceram..." A teoria cíclica da civilização, aceita no mundo antigo e ainda em certas regiões da Ásia, forma um contraste marcante com a teoria do progresso de nossa própria cultura e sua preocupação com o correr do tempo e com a luta constante para o avanço da civilização e do desenvolvimento

científico.

Enquanto

nossos

conhecimentos aumentam, no entanto, nós passamos a descobrir que o que eram apenas suspeitas de observadores da antigüidade pode muito bem ser o que realmente sucedeu.

Catástrofes mundiais e destruições de civilizações inteiras podem ser o resultado de uma variedade enorme de causas, muitas das quais enfrentamos hoje em dia, mas que resolutamente nos recusamos a encarar. Proeminente entre todas é a questão da superpopulação, um problema que se encontra em alusões nos registros da antigüidade, não somente no Mahabharata, como se o subcontinente indiano houvesse sofrido em determinada ocasião de uma estrangulante superpopulação. A guerra nuclear, sugerida igualmente nos registros da antigüidade, é

um dos outros problemas importantes de nossos dias, e é, logicamente, uma maneira inadvertida de resolver o problema da superpopulação, apesar de acarretar o dilema da destruição de boa parte da vida do planeta e até mesmo de prejudicar a sua futura habitabilidade, se as reações atômicas forem bastante fortes, causando desastres sísmicos e eventualmente inundações resultantes do degelo das calotas polares. Outras catástrofes podem estar se desenvolvendo agora mesmo, não-relacionadas

às

atividades

atômicas,

mas

ligadas

ao

desenvolvimento tecnológico, cujos resultados só serão conhecidos com o correr do tempo. Pois hoje, além dos nossos testes atômicos, resíduos nucleares, poluição ambiental do ar e das águas, desequilíbrio da ecologia, e outras coisas, estamos inconscientemente envolvidos em diversas experiências gradativas que poderão eventualmente causar conseqüências surpreendentes.

Um exemplo disto foi sugerido pelo observador científico, Dr. Columbus Islin, ex-diretor do Instituto Oceanográfico de Woods Hole. Discutindo o aumento de dióxido de carbono na atmosfera, ele afirma:

"Durante os últimos cem anos, o uso crescente de combustíveis provenientes de fósseis em nossa civilização industrial global resultou na produção de cerca de 1.700 bilhões de toneladas de dióxido de carbono, 70 por cento do qual se encontra atualmente na atmosfera. Devido ao fato de dois terços deste dióxido de carbono acrescentado ao ar ter sido absorvido pelo mar, um aumento de talvez 20 por cento de dióxido de carbono deve ser esperado na atmosfera. Os efeitos de um tal aumento não são fáceis de serem previstos, mas existem razões para crermos que isto possa resultar no aquecimento das camadas baixas da atmosfera em vários graus. Assim, estamos realizando, a despeito de nossa vontade, uma tremenda experiência."

O efeito de um degelo, provocado pelo homem, das calotas polares ocorrendo junto com maremotos e inundações das costas através do mundo inteiro são reminiscências do que agora já consideramos longe de ser lendário, o Dilúvio da pré-história que cobriu as terras do Atlântico, do Mar das Caraibas e do Mediterrâneo e outros, Até mesmo o vazamento de petróleo de um destes cada vez maiores superpetroleiros ou de um oleoduto no Ártico podem iniciar um degelo polar em larga escala e de efeitos imprevisíveis. A extinção de tantas espécies de vida animal pode vir a ser outra fonte em potencial de futuros desastres dos quais nós ainda nem podemos suspeitar. Numa catástrofe anterior, lembremos que Noé, um ecologista antes da moda chegar, enquanto levou sete pares de cada um dos animais mais úteis para bordo de sua Arca, levou também um par de cada um dos outros animais, fossem eles úteis ou não. Talvez a caminhada entre o barbarismo e a civilização e, eventualmente, os conhecimentos e a habilidade para se usar a desintegração nuclear, sejam comuns ao homem e a outras inteligências igualmente equipadas, um processo natural que não ocorreu antes somente na Terra mas em várias outras partes do Universo. Quem sabe se outros sistemas civilizados, extraterrestres ou não, como foi sugerido por Valentine, Sanderson e outros, se bem que não sejam aparentes para nós, triunfaram sobre este impulso de autodestruição e estejam estudando nosso mundo através de seus caminhos ou portas abertas dentro do Triângulo das Bermudas? Seja como uma lição objetiva ou para preservar partes de sua cultura para estudos, ou para impedir que eles se destruam a si próprios. Talvez eles até planejem guiar-nos, como as nações mais fortes tentam fazer com as menos desenvolvidas. Porém atribuirmos motivos a nossos espiões seria assumir que eles pensam como nós: animais selvagens não podem realmente entender porque os colecionadores querem apanhá-los e mostrá-los em exibições em vez de matá-los e comê-los. Possivelmente, como já foi mencionado, os OVNIs estão simplesmente "reconhecendo" nosso planeta. Se for assim, eles andam por aqui realmente há muito tempo. Se existe alguma verdade na hipótese de que entidades alienígenas estejam visitando e observando a Terra e recolhendo informações e espécimes para fins desconhecidos, especialmente dentro da área do Triângulo das Bermudas, será interessante especular o porque desta área ser a de maior concentração especial para os OVNIs. Visões de aparelhos "celestes" no passado distante mostram que eles apareceram em regiões onde o desenvolvimento cultural e tecnológico estava em seu apogeu, como que para se certificarem de tempos em tempos, onde novos núcleos de civilização estavam se aperfeiçoando e se eles seriam ou não perigosos potencialmente. Basta apenas notarmos a seqüência dos antigos registros a respeito destas visitas celestiais à

Terra por deuses e aeronaves para percebermos um vago padrão de movimento e ênfase. As primeiras visitas descritas em detalhes foram aquelas feitas ao antigo Egito durante o reinado de Tutmés III e a viagem espacial empreendida pelo sumeriano Etana. Temos, é lógico, indicações mais detalhadas destes contatos extraterrenos no Livro de Ezequiel, que conta as visitas feitas à Terra pelo que parece ser uma espaçonave em quatro ocasiões durante um período de dezenove anos, e que em uma ocasião viu dois deles e, como Etana, foi igualmente um passageiro, além de uma outra possível indicação no caso de Elijah, que subiu aos céus dentro de uma "carruagem flamejante" —

para nunca mais voltar. Da índia temos a memória de vôos espaciais na descrição do vôo empreendido por Rama e nas antigas referências americanas ao fato de que os deuses chegaram em máquinas do céu para construírem Tiahuanaco. Sucessivamente, os muitos relatos vindos da Grécia, de Roma, da Europa Renascentista e, em nossos dias, um número cada vez maior em todo o mundo, porém especialmente dentro do Triângulo das Bermudas, sugere a possibilidade de que estes espiões ou observadores estejam interessados nos avanços da civilização tecnológica na Terra, especialmente no que diz respeito às viagens aéreas, viagens espaciais e técnicas de guerra moderna. Durante a Segunda Guerra Mundial e a Guerra da Coréia a aparição de um bom número de "fogos" (luzes não-identificadas ou objetos que acompanhavam os bombardeiros e os caças durante as missões), eram quase um lugar comum, enquanto concentrações relatadas de OVNIs estiveram presentes nas vizinhanças das áreas de explorações espaciais, ou porque isto representa um desenvolvimento potencial de técnica ou por ser uma ameaça ao sistema solar ou a parte do Universo. As teorias de Ivan Sanderson, entretanto, sugerem que esta ameaça cada vez maior ao meio ambiental de nossos oceanos talvez possa ser compartilhada por formas de vida altamente desenvolvidas dentro dos próprios oceanos.

Parece haver ocorrido várias e surpreendentes confirmações (além dos exemplos citados no Capítulo 6) de OVNS submarinos e suas atividades sendo observados e rastreados por unidades da Marinha dos Estados Unidos. Estes incidentes têm sido, como de cos-tume, "abafados" tanto quanto possível, exceto pelos relatos iniciais. Um dos mais extraordinários foi o rastreamento de um objeto submerso, movimentando-se a mais de 150 milhas, primeiro por um destróier e posteriormente por um submarino durante um exercício da Marinha americana a sudeste de Porto Rico em 1963, na margem sul do Triângulo das Bermudas. Como as manobras eram efetivamente um treino de rastreamento, imaginou-se que o objeto fazia parte do exercício e treze outras naves da Marinha captaram o objeto que se movia rapidamente impulsionado, provavelmente, por uma hélice e fizeram anotações a respeito dele em seus respectivos livros de bordo. Ele foi seguido por um total de quatro dias, às vezes penetrando a profundidades de nove mil metros e sempre mantendo a sua incrível velocidade. Nunca se soube ao certo o que era, apesar da maioria dos relatórios concordarem que se tratava de algo propulsionado por uma única hélice.

Apesar de registros de OVNIs saindo do, entrando no, ou operando no mar, serem relativamente freqüentes no passado, poucas vezes um deles foi tão atentamente detectado e rastreado como durante as manobras de 1963, que eu acabei de descrever. Supondo a existência de um ramo mais antigo da humanidade ou de outra forma "civilizada" de vida por baixo dos mares, tais criaturas, com uma quantidade de espaço vital muito maior à sua disposição do que a insignificância ocupada pelas formas de vida civilizada sobre a superfície da Terra como nós, eles não se teriam preocupado com nossas ações durante os últimos milênios. Mas uma vez que nosso potencial técnico representou um perigo para eles, a política do Laissez-Faire pode muito bem mudar e os fenômenos do Triângulo das Bermudas podem muito bem ser uma tentativa de antecipação ou de ações exploratórias antes de executarem algo mais definitivo. Ivan Sanderson sugere que certos relatórios inexplicáveis e nãopublicados sobre gigantescos domos transparentes submersos, alguns dos quais foram vistos por pescadores de esponjas ao largo das costas da Espanha e, às vezes, percebidos também da superfície, quando a visibilidade submarina era favorável, por pescadores de lagostas e pescadores profissionais sobre a plataforma continental americana, podem ser (se não forem instalações secretas de defesa) partes de uma rede submarina sendo construída por seres submarinos para fins possivelmente ligados à neutralização da progressiva poluição e envenenamento dos mares. Se nos estendermos neste rumo de raciocínio ainda mais além, seria possível, já que a Terra é essencialmente um dínamo gigantesco, "ligar-se" a Terra com a extensão de redes eletromagnéticas dentro dos oceanos e, eventualmente, ao se ativarem os impulsos corretos, mudar a rotação do planeta.

Esta ligação da própria Terra é remanescente de antigas tradições assim como de teorias comparativamente novas a respeito das grandes fontes de energia da Atlântida, dos complexos de cristal dos raios laser que talvez ainda estejam no fundo do Mar dos Sargaços, parcialmente em funcionamento após milhares de anos e intermitentemente causando as tensões eletromagnéticas e os defeitos que resultam no mau funcionamento e na desintegração de embarcações aéreas e marítimas.

Para nós, é claro, é natural refletir sobre as razões para as visitas de seres extraterrenos e procurar identificar suas finalidades dentro de nossos próprios pontos de referência. Seguindo este raciocínio, é

normal supormos que estes visitantes tenham vindo para nos proteger de nós mesmos, enquanto outros observadores menos otimistas calculam que os visitantes não tenham vindo com fins de proteção e sim apenas de colecionadores. Esta última suposição poderia parecer a mais lógica considerando-se o número de aviões, navios e pequenas embarcações com suas tripulações que desapareceram dentro do Triângulo das Bermudas.

O Dr. John Harder, professor de Engenharia da Universidade de Berkeley e um investigador do OVNIs, recentemente (outubro de 1973) expressou a teoria singular e pouco lisonjeira de que a Terra talvez seja uma espécie de "jardim zoológico cósmico, separada do resto do universo e que de vez em quando os guardas venham aqui e façam uma coleta, ao acaso, de seus habitantes".

Uma outra teoria defende que os visitantes talvez sejam indiferentes à humanidade, muito ocupados com seus próprios objetivos, que até agora não fomos capazes de imaginar, e que estas irregularidades aparentes (já que não podemos afirmar definitivamente se alguém morreu mesmo nestes desaparecimentos) tenham sido causadas inadvertidamente, pela projeção dentro do campo de ionização.

Esta teoria tem fornecido aos jornais e às revistas oportunidades periódicas para títulos 'tais como "A Atlântida Perdida está Bem Viva e Está Seqüestrando Navios e Aviões". A idéia de que um facho de raios laser possa destruir ou pulverizar um avião é plausível, mas a idéia de que instalações de energia ou gigantescos complexos de raios laser ainda possam estar em funcionamento depois de milhares de anos imersos no fundo do mar me parece portentosamente ridícula, já

que as centrais de laser, como as conhecemos, precisam de manutenção e manejo.

Entretanto, laser é um aperfeiçoamento relativamente recente em nosso mundo, e é provável que eles possam ser levados a um grau de perfeição bem maior no futuro. O laser ultravioleta (que ainda não está desenvolvido) terá consideravelmente mais energia que os lasers raios-X, como será igualmente o caso quando os lasers forem operados a partir de baterias de energia solar ou, como no caso da Atlântida, por forças de dentro da Terra. De qualquer forma, uma era tecnológica altamente civilizada no passado poderia tê-lo desenvolvido não obrigatoriamente da mesma forma que os nossos, nem eles estariam restritos aos limites presentes e temporários de nossa técnica ainda em desenvolvimento.

Ao considerarmos as centenas de desaparecimentos dentro do Triângulo das Bermudas, nota-se que o único traço em comum entre eles é o fato de que os navios e os aviões desvaneceram-se completamente ou que os barcos foram encontrados sem seus tripulantes e passageiros. Enquanto mistérios isolados desta natureza podem ser explicados por circunstâncias extraordinárias ou coincidências de tempo e erros humanos, a maior parte dos incidentes no Triângulo das Bermudas aconteceu com tempo bom e claro, perto dos portos, costas ou pistas de aterrissagem, e por isto tornam-se inexplicáveis de acordo com nossos atuais conceitos.

A história do Triângulo das Bermudas abrange eventos toldados pelas névoas de lendas antigas e modernas, pelas aberrações aparentemente intermitentes das forças naturais e teorias de física ainda não desenvolvidas e que poderiam revolucionar nossos conceitos prévios. O Triângulo das Bermudas nos leva de volta às terras perdidas e que se afundaram, a civilizações há muito esquecidas, a visitantes de nossa Terra através dos séculos, vindos de um espaço exterior ou interior e cuja procedência e finalidades nos são até agora desconhecidas. Antes de teorizarmos sobre explicações até agora inexplicáveis, talvez seja mais fácil dizer que o Triângulo das Bermudas existe apenas na imaginação dos místicos, ocultistas, dos supersticiosos e dos sensacionalistas. Um dos muitos comentaristas que acreditam que o Triângulo não seja mais que uma coincidência de desaparecimentos, cada um dos quais pode vir a ser explicado separadamente, observou: — "Aqueles que acreditam no Triângulo das Bermudas acreditam também nas serpentes marinhas", se bem que este último epigrama não seja necessariamente uma prova de que se um não existe o outro também não pode existir, isto é, se uma serpente marinha for finalmente e satisfatoriamente identificada, então todas as outras lendas dos mares se tornarão mais verossímeis.

Em geral, as pessoas não gostam de se defrontar com mistérios que não podem eventualmente ser explicados ou que não tenham uma explicação teórica em termos que elas possam compreender. Espiritualmente é mais confortador quando somos capazes de reconhecer o que estamos encarando no perímetro de nosso mundo físico do que enfrentarmos uma ameaça desconhecida. Se o fenômeno não pode ser explicado, a melhor resposta é ignorá-lo — um tipo de ação muito tranqüilizadora e, de certa forma, mais inocente. Mas a época da inocência científica, junto com a confiança implícita, já passou, tendo terminado definitivamente naquela manhã do dia 16 de julho de 1945, em Alamogordo, no estado do Novo México, quando a teoria atômica estabeleceu a sua própria prova conclusiva de que ela não era apenas uma teoria.

Nós vivemos atualmente em um mundo em que as linhas da ciência e da paraciência estão convergentes — um mundo em que as antigas magias e os sonhos dos feiticeiros têm sido adotados pela ciência e tornados aceitáveis por sua nomenclatura científica. Os biólogos já podem criar a vida; biólogos da criogenia em breve serão capazes de preservar a vida humana indefinidamente através do congelamento dos corpos vivos; transferências de pensamento de desenhos para filmes já foram provadas; a psicocinese, o movimento de objetos pela força da vontade, já não é mais um assunto de levitação e sim uma experiência séria; a telepatia dentro e fora do espaço sideral já foi assunto para experiências de nossos maiores líderes espaciais. O sonho dos alquimistas, a transmutação da matéria, já não é mais uma impossibilidade, e o único impedimento para se transformar quantidades de chumbo em ouro seriam de ordem financeiro.

Numa escala cósmica o firmamento das verdades científicas abriu-se em crateras tão grandes e tão profundas que muitos daqueles que preferem andar em solo firme e familiar ficam estonteados e desorientados. A possibilidade da existência da anti-matéria, a curvatura do tempo e do espaço, os novos conceitos de gravidade e magnetismo, a suspeita da existência dos planetas obscuros dentro de nosso próprio sistema, sóis implosivos, novíssimas e minúsculas partículas de matéria mais pesada que todo um planeta, quasars e outros orifícios escuros no espaço, um universo infinito que aumenta à

medida que nossa visão telescópica se estende a milhões de galáxias desconhecidas — este misterioso conhecimento que nos espera à

medida que avançamos a uma velocidade tão acelerada que nenhum

"mistério" já nos surpreende apenas porque não nos parece lógico. O

Triângulo das Bermudas, uma área localizada em uma região tão familiar de nosso planeta, se bem que talvez ligada a forças que ainda não compreendemos (mas que em breve talvez possamos entender), pode ser um destes mistérios. Como raça, estamos agora nos aproximando da maturidade. Não podemos retroceder em nossa busca de conhecimentos ou novas explicações — tanto neste mundo como talvez em outros...

Agradecimentos.

O autor deseja expressar o seu reconhecimento às seguintes pessoas e organizações que contribuíram com opiniões, sugestões, perícias ou fotografias para este livro. A menção de qualquer citação individual ou de uma organização não implica, é claro, na aceitação ou conhecimento ou concordância de qualquer uma das teorias expressas neste livro, exceto aquelas especificamente atribuídas a eles. O autor deseja expressar seu agradecimento especial ao Dr. J. Manson Valentine, Doutor em Filosofia, Curador de Honra do Museu de Ciências de Miami e Pesquisador Associado ao Museu Bishop de Honolulu, por seus desenhos, mapas, fotografias e entrevistas, citadas no texto.

Os seguintes nomes estão citados em ordem alfabética:

Norman Beam, escritor, conferencista, pesquisador de OVNIs. José Maria Bensaúde, presidente das Linhas Navecor, em Portugal e nas ilhas dos Açores. Valerie Berlitz, escritora, artista.

Boeing Commercial Airplane Company.

Hugh Auchincloss Brown, engenheiro eletrônico, escritor. Jean Byrd, presidente da ISIS.

Edgar Evans Cayce, engenheiro elétrico, escritor. Hugh Lynn Cayce, presidente da Associação para Pesquisas e Esclarecimentos.

Diane Cleaver, editora, escritora.

Julius Eglqff Jr., oceanógrafo.

Fairchild Industries.

Mel Fisher, especialista em salvamentos, mergulhador. Athley Gamber, presidente da Red Aircraft.

Carlos Gonzales G., Pesquisador de OVNIs.

Professor Charles Hapgood, cartografo, historiador, escritor. Dr. Bruce Heezen, oceanógrafo, escritor.

Capitão Don Henry, comandante, mergulhador.

Robert Hieronimus, escritor, artista, presidente da A.U.M. J. Silva Júnior, diretor da "Terra Nostra", Ilhas dos Açores. Theodora Kane, educadora, artista.

Edward E. Kuhnel, advogado, especialista em leis oceânicas. •

Biblioteca do Congresso.

Capitão Gene Lore, piloto oficial da TWA.

Howard Metz, piramidologista.

Albert C. Muller, físico de radiações.

Arquivas Nacionais e Serviço de Registros.

Alan C. Nelson, iatista.

Thomas O'Herron, membro da Embaixada dos Estados Unidos, em Lisboa. Arnold Post, escritor, oceanógrafo, mergulhador. Reynolds Metals Company.

Ivan T. Sanderson, explorador, zoólogo, escritor, fundador da SITU.

Sabina Sanderson, escritora, pesquisadora, diretora da SITU. Gardner Soule, escritor, oceanógrafo.

John Wallace Spencer, escritor, conferencista, investigador dos OVNIs e do Triângulo das Bermudas.

Jim Thorne, oceanógrafo, comandante, mergulhador, escritor. Carl Payne Tobey, matemático, astrônomo, astrólogo, escritor. Carolyn Tyson, pintora de marinhas.

Paul J. Tzimoulis, oceanógrafo, escritor, editor, fotógrafo. Força Aérea dos Estados Unidos.

Serviço de Guarda Costeira dos Estados Unidos.

Marinha de Guerra dos Estados Unidos.

Vijay Verma, escritório de Turismo do Governo Indiano. Charles Wakeley, piloto de aviões e helicópteros. G. Theon Wright, escritor, explorador, pesquisador psíquico. Roy H. Wirshing, Capitão-de-Corveta, reformado da Marinha dos Estados Unidos.

Robie Yonge, piloto, comentarista, investigador de OVNIs.

Bibliografia.

Antes de mencionar alguns dos livros a que me refiro neste presente trabalho, eu gostaria de recomendar a atenção do leitor para a Bibliografia do Triângulo das Bermudas, um apanhado feito por Larry Kusche e Deborah Blouin, para a Biblioteca da Universidade Estadual do Arizona, em abril de 1973 e que contém numerosas referências, inclusive livros e artigos de jornais e revistas, a respeito do Triângulo das Bermudas. Apesar das centenas de autores citados nesta bibliografia, as informações mais concretas e completas sobre os fenômenos do Triângulo podem ser encontradas nos trabalhos de Sanderson, Gaddis e Spencer, citados na lista anexa, entre outros.

Barker, Ralph, — Great Mysteries ofitheAir, Londres, 1966. Berlitz, Charles, — Mysteries from Forgotten Worlds, Nova Iorque, 1972.

A Bíblia — versão do Rei James.

Blumrich, J., — The Space Ships of Ezekiel, Nova Iorque, 1973. Bosworth, A.R.,— My Love Affair with the Navy, Nova Iorque, 1969.

Briggs, Peter, — Men in the Sea, Nova Iorque, 1968. Brown, Hugh Auchincloss, — Cataclysms of the Earth, Nova Iorque, 1967.

Burgess, Robert F., — Sinkings, Salvages and Shipwrecks, Nova Iorque, 1970.

Carnac, Pierre, — L'Histoire commence àBimini, Paris, 1973. Chevalier, Raymond, — Vavion à Ia decouverte du passe, Paris, 1964.

Edwards, Frank, — Stranger than Science, Nova Iorque, 1959. Edwards, Frank, — Strangest ofAll, — Nova Iorque, 1956. Freuchen,

Peter, — Peter Freuchen s Book of the Seven Seas, Nova Iorque, 1957.

Fuller, John G., — Incident atExeter, Nova Iorque, 1966. Gaddis, Vincent, — Invisible Horizons, Filadélfia, 1965. Gaston, Patrice, — Disparitions mystérieuses, Paris, 1973. Godwin, John, — This Baffling World, Nova Iorque, 1968. Gould, Rupert T., — Enigmas, Nova Iorque, 1965. Keyhoe, Donald F., — Flying Saucer Conspiracy, Londres, 1955.

Kosok, Paul, — Land, Life and Water in Ancient Peru, Nova Iorque, 1965.

Mahabharata, traduzido por Protap Chandra Roy, Calcutá, 1889. Mahavira.

O'Donnell, Elliot, — Strange Sea Mysteries, Londres, 1926. Sagan, Carl, — Ingelligent Life in the Universe, São Francisco, 1966. Sanderson, Ivan T., — Invisible Residents: A Disquisition upon Certain Matters Maritime, and the Possibility of Intelligent Life Underthe Waters ofThisEarth, Nova Iorque, 1970. Sanderson, Ivan T., — Investigating the Unexplained, Englewood

Cliffs, Nova Jersey, 1972. Snow, Edward Rowe, — Mysteries and Adventures Along the Atlantic Coast, 1948.

Soule, Gardner, — Undersea Frontiers, Chicago, 1968. Soule, Gardner, — Ocean Adventure, Nova Iorque, 1964. Soule, Gardner, — Wide Ocean, Chicago, 1970.

Soule, Gardner, — Under the Sea, Nova Iorque, 1971. Spencer, John Wallace, — Limbo of the Lost, Westfield, Massachussets, 1969.

Steiger, Brad, — Atlantis Rising, Nova Iorque, 1973. Stewart, Oliver, — Danger in the Air, Nova Iorque, 1958. Stick, David, — Graveyard of the Atlantic, Chapel Hill, 1952. Titler, Dale, — Wings of Mystery, Riddles of Aviation History, Nova Iorque, 1966.

Tomas, Andrew, — We Are Not the First, Londres, 1971. Tucker, Terry, — Beware the Hurricane, Bermuda, 1966. Villiers, Alan, — Wild Ocean, Nova Iorque, 1957. Waters, Frank, — Book of the Hopi, Nova Iorque, 1969. Wilkins, Harold, T., — Flying Saucers on the Attack, Nova Iorque, 1954.

Wilkins, Harold, T., — Strange mysteries of Time and Space, Nova Iorque, 1959.

OceanofPDF.com

Você terminou O Triângulo das Bermudas

Charles Berlitz

Livros como este