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Notas
1. Em um estudo que se tornou referência sobre a sociologia das
profissões de saúde, Machado (1995: 24) destaca que a profissão médica, em sua evolução, foi a que mais adquiriu a
“capacidade de articular competentemente sua base cognitiva
com os avanços tecnológicos mantendo sólida credibilidade de
mercado”.
↩
2. Campos (1988) analisa, em profundidade, a mudança do
referencial de mercado e de inserção política da categoria
profissional médica, nos anos 70 e 80, no livro Os Médicos e a
Política de Saúde: entre a estatização e o empresariamento - a defesa da prática liberal da Medicina.
↩
3. <www.saude.gov.br>.
↩
4. Desde 2001, as equipes passaram a ser integradas também por
odontólogos, processo ainda em implantação.
↩
5. Dados da Associação Brasileira de Educação Médica (Abem),
de janeiro de 2006.
↩
6. Disponíveis no endereço eletrônico http://www.cfm.org.br
↩
7. Os dados referentes às escolas médicas têm como fonte a
Associação Brasileira de Educação Médica (Abem) e se
referem a janeiro de 2006.
↩
8. Os pólos de capacitação se destinam à formação, capacitação
e educação continuada de recursos humanos para o PSF. Em
geral, estão vinculados a universidades e estruturados a partir
de uma ou mais instituições de ensino. Sua criação e
funcionamento se dão mediante a celebração de convênios
entre o Ministério da Saúde, as secretarias estaduais e/ou
municipais de saúde e as instituições formadoras.
↩
9. A íntegra do termo de compromisso encontra-se disponível em
Brasil (2001e).
↩
10. Como já referido, as permanentes mudanças na lista de
municípios participantes não permitiram a construção de um
quadro com o número de vagas disponíveis em cada município,
que variou bastante ao longo dos três anos de vigência do Pits,
conforme registros dos bancos de dados do Programa.
↩
11. Dados adicionais sobre a avaliação do curso de especialização
oferecido pelo Pits podem ser encontrados em Seixas e Stella
(2002), que realizaram um estudo específico com este fim.
↩
12. Para os profissionais que permaneceram por mais de um ano
no Programa, o Ministério da Saúde ofereceu cursos de
educação a distância, a partir de parceria com a Escola
Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz
(Ensp/Fiocruz).
↩
13. O ministro da Saúde na época – José Serra – era potencial
candidato à Presidência da República nas eleições que se
realizariam em 2002.
↩
14. Apresentado no capítulo 2, assim como os programas citados
logo a seguir: Programa de Interiorização das Ações de Saúde
e Saneamento (Piass), Programa de Interiorização do Sistema
Único de Saúde (Pisus) e Programa de Interiorização do
Trabalho em Saúde (Pits).
↩
15. Zurn et al. (2002) discutem a definição e natureza dos
desequilíbrios do mercado de trabalho em saúde, incluindo os
desequilíbrios geográficos. Os autores propõem uma base analítica (analytical framework), que considera projeções de
demanda e de oferta da força de trabalho em saúde, revisa os
indicadores desses desequilíbrios e oferece uma tipologia para
classificá-los.
↩
16. Tradução livre.
↩
17. Tradução livre.
↩
18. Tradução livre.
↩
19. Tradução livre.
↩
20. Tradução livre.
↩
21. Tradução livre.
↩
22. Tradução livre.
↩
23. Tradução livre.
↩
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Romulo Maciel Filho
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