Velas Escarlates

Aleksandr Grin · Capítulo 7 de 7

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Velas Escarlates

O Segredo escarlate

 

Era uma branca hora matutina; na enorme floresta, erguia-se

um fino vapor, cheio de estranhas visões. Um caçador

desconhecido, que acabou de abandonar sua fogueira, movia-se

ao longo do rio; por entre as árvores, brilhava o clarão de seus

vazios aéreos, mas o aplicado caçador não se aproximava deles,

enquanto examinava o rastro fresco de um urso que se dirigia às

montanhas.

Um som repentino irrompeu em meio às árvores com a

surpresa de uma perseguição alarmada; era um clarinete

entoando uma canção. O músico, ao sair para o convés, tocou

um trecho de uma melodia cheia de uma repetição triste e

prolongada. O som estremecia, como uma voz que tenta

esconder o pesar; fortaleceu-se, sorriu com uma modulação

melancólica e cessou. Um eco distante cantarolou vacilante a

mesma melodia.

O caçador, depois de marcar o vestígio de um galho quebrado,

penetrou na água. A bruma ainda não se dissipou; nela, feneciam

os contornos de um imenso navio, virando lentamente em

direção à foz do rio. Suas velas recolhidas tinham ganhado nova

vida, com festões pendurados, alisadas, cobrindo os mastros

com imponentes escudos de imensas dobras; ouviam-se vozes e

passos. O vento litorâneo, tentando soprar, sacudia preguiçosamente as velas; finalmente, o calor do sol produziu o

efeito necessário; a força do ar redobrou, dissipou a bruma e

derramou-se pelas vergas em leves formas escarlates, cheias de

rosas. Sombras rosadas deslizavam pela brancura dos mastros e

do cordame, tudo era branco, exceto pelas velas estendidas e

suavemente agitadas, da cor de uma alegria profunda.

O caçador que observava da orla esfregou os olhos por muito

tempo, até convencer-se de que estava vendo justamente aquilo,

e não outra coisa. O navio desapareceu atrás da curva, mas ele

continuou ali, olhando; depois, encolhendo os ombros em

silêncio, foi atrás de seu urso.

Enquanto o Segredo ia pelo curso do rio, Grey ficou junto ao

timão, sem confiar o leme ao marinheiro: temia os bancos de

areia. Panten ia sentado ao seu lado, com um traje novo, de lã,

um quepe novo e brilhante, a barba feita, ele estava

resignadamente sério. Como antes, ele não via nenhuma relação

entre o arranjo escarlate e o objetivo concreto de Grey.

– Agora – disse Grey – que as minhas velas se enrubesceram,

que o vento está bom e no meu coração há mais felicidade que

no elefante ao ver um pequeno pãozinho, tentarei dispô-lo com

meus pensamentos, como prometi em Lisse. Perceba, eu não o

considero estúpido ou teimoso, não; é um marinheiro exemplar, e

isso vale muito. Mas você, como a maioria, ouve as vozes de

todas as verdades descomplicadas através do grosso vidro da

vida; elas gritam, mas vocês não escutam. Estou fazendo algo

que existe como uma velha noção de algo que é belo e

irrealizável, mas que, em essência, é tão realizável e possível

como um passeio no campo. Logo vocês hão de ver uma moça

que não pode e não deve casar-se de outro modo que não por

esse método que estou usando diante de seus olhos.

Ele contou resumidamente ao marinheiro aquilo que já

sabemos bem, terminando a explicação assim:

– Está vendo como aqui estão fortemente entrelaçados o

destino, a vontade e o caráter? Eu vim buscar aquela que espera

e que poderia esperar somente por mim, pois eu não desejo

ninguém além dela, talvez justamente porque, graças a ela, eu

compreendi uma verdade descomplicada. Ela consiste em

realizar com as próprias mãos os assim chamados milagres.

Quando a coisa mais importante para uma pessoa é receber uma

valiosíssima pataca, é fácil entregar essa pataca, mas, quando a

alma guarda o germe de uma planta ardente, do milagre, realize

então esse milagre, se tiver condições. Essa pessoa terá uma

nova alma, e você também terá uma nova alma. Quando um

diretor de prisão solta um prisioneiro por conta própria, quando

um bilionário presenteia um escrivão com uma vila, uma cantora

de opereta e um cofre, e um jóquei refreia de leve seu cavalo em

favor de outro animal que não tem sorte, então todos entenderão

como é agradável, como é indescritivelmente milagroso. Mas há

milagres que não são menores: o sorriso, a alegria, o perdão e a

palavra dita na hora certa. Possuir isso significa possuir tudo.

Quanto a mim, o nosso começo, meu e de Assol, permanecerá

para sempre no reflexo escarlate das velas, criadas pelas

profundezas de um coração que sabe o que é o amor. Você me

entendeu?

– Sim, capitão – grasnou Panten, enxugando os bigodes com

um lencinho limpo e cuidadosamente dobrado. – Entendi tudo. O

senhor me comoveu. Vou descer e pedir desculpa ao Nicks; eu o

xinguei ontem por causa de um balde afundado. E vou dar a ele

um pouco de tabaco; ele perdeu o dele nas cartas.

Antes que Grey, um tanto surpreso pelo resultado prático tão

rápido de suas palavras, tivesse tempo de dizer qualquer coisa,

Panten já descia ruidosamente pelo alçapão e suspirava em

algum lugar distante. Grey espiou ao redor e olhou para o alto;

acima dele, enfunavam-se silenciosamente as velas escarlates; o sol reluzia em suas costuras com uma fumaça púrpura. O

Segredo ia em direção ao mar, afastando-se da costa. Não havia

nenhuma dúvida na estrepitosa alma de Grey – nem as batidas

surdas do alarme, nem o ruído das pequenas preocupações;

tranquilo, como as velas, ele se precipitava em direção a seu

maravilhoso objetivo, cheio de pensamentos que ultrapassam as

palavras.

Perto do meio-dia, apareceu no horizonte o fio da fumaça de

um cruzador; o cruzador mudou seu curso e, à distância de meia

milha, levantou o sinal “pôr-se à deriva!”.

– Amigos – disse Grey aos marinheiros. – Eles não vão abrir

fogo contra nós, não tenham medo; eles simplesmente não

acreditam no que estão vendo.

Ele deu ordem de derivar. Panten, gritando como se

acontecesse um incêndio, tirou o Segredo do vento; a

embarcação parou, enquanto do cruzador vinha a toda uma

lancha a vapor, com a tripulação e o tenente, de luvas brancas; o

tenente, ao chegar ao convés do navio, olhou ao redor,

assombrado, e foi com Grey à sua cabine, de onde saiu uma

hora depois, fazendo estranhos gestos com as mãos e sorrindo,

como se tivesse recebido uma promoção, e voltou ao cruzador

azul. Pelo visto, dessa vez Grey teve mais êxito do que com o

ingênuo Panten, já que o cruzador, tardando a partir, disparou

contra o horizonte uma poderosa salva de artilharia, cuja fumaça

impetuosa, perfurando o ar com enormes esferas cintilantes,

dissipou-se em farrapos sobre a água serena. No cruzador,

reinou o dia inteiro certa estupefação quase festiva; o estado de

espírito não era de trabalho, ele fora perturbado sob o signo do

amor, de que falavam em toda parte – do salão até a estiva de

máquinas –, e um guarda da seção de minas perguntou a um

marinheiro que passava: “Tom, como é que você se casou?”. “Eu

a agarrei pela saia quando ela tentava pular para fora da minha casa pela janela”, disse Tom e torceu os bigodes, orgulhoso.

Durante um tempo, o Segredo avançou pelo mar vazio, longe

da costa; perto do meio-dia, a costa abriu-se ao longe. Pegando

a luneta, Grey fixou-a em Caperna. Não fosse a fileira de

telhados, ele teria distinguido Assol na janela de uma das casas,

sentada com algum livro nas mãos. Ela estava lendo; pela

página, rastejou um besouro esverdeado, parando e soerguendo-

se nas patas dianteiras com ar familiar e à vontade. Por duas

vezes ele já foi soprado sem piedade para o peitoril, de onde

aparecia novamente, confiante e livre, como se quisesse dizer

algo. Dessa vez, tinha conseguido chegar quase até a mão da

moça, que segurava o canto da página; ali, ele se deteve na

palavra “olhe”, parou, em dúvida, esperando uma nova lufada; e,

de fato, mal pôde evitar o aborrecimento, pois Assol já exclamava

“De novo você, besourinho… Bobinho!…” e fez menção de

soprar definitivamente o hóspede para a grama, mas, de repente,

a passagem casual de seu olhar, de um telhado para outro,

revelou-lhe, na azulada fresta marinha do espaço da rua, um

navio branco de velas escarlates.

Ela estremeceu, desmoronou, paralisou-se; depois, saltou

bruscamente, com o coração desabando vertiginosamente,

irrompendo em lágrimas incontroláveis de comoção inspirada.

Nesse momento, o Segredo contornava o pequeno cabo,

mantendo o canto do bombordo na direção da costa; em meio ao

dia azul, a suave música ressoava do convés branco, sob o fogo

da seda escarlate; uma música de modulações rítmicas,

transmitidas, de modo não totalmente bem-sucedido, por suas

famosas palavras: “Encham, encham os copos, e bebamos,

amigos, ao amor…” – em sua simplicidade, em júbilo, a agitação

revirava-se e rumorejava.

Sem se lembrar de como tinha deixado a casa, Assol já corria

em direção ao mar, capturada pelo vento irresistível do acontecimento; na primeira esquina, ela parou, quase sem

forças; suas pernas fraquejavam, a respiração falhava e

extinguia-se, os sentidos mantinham-se por um fio. Fora de si

pelo medo de perder a vontade, ela bateu o pé e se recompôs.

De tempos em tempos, ora um telhado, ora uma cerca ocultavam

dela as velas escarlates; então, com medo de que elas tivessem

desaparecido, como uma simples visão, ela se apressou para

vencer aqueles torturantes obstáculos e, vendo novamente o

navio, parou para respirar, aliviada.

Enquanto isso, em Caperna, acontecia tamanha confusão,

tamanha agitação, uma desordem tão generalizada que não

ficava atrás, em seu efeito, de qualquer terremoto famoso. Um

navio grande nunca tinha se aproximado daquela costa; o navio

tinha aquelas mesmas velas cujo nome soava como chacota;

agora, elas ardiam de forma clara e irrefutável, com a inocência

de um fato que refutava todas as leis da existência e do bom

senso. Homens, mulheres e crianças corriam a toda em direção à

orla, cada um como podia; os moradores chamavam um ao outro

de casa em casa, topavam uns nos outros, berravam e caíam;

logo formou-se uma multidão junto à água, e Assol entrou

correndo, com ímpeto, no meio dessa multidão.

Enquanto ela não estava ali, seu nome voou em meio à gente

com um alarme nervoso e lúgubre, com um sobressalto raivoso.

Os que mais falavam eram os homens; as mulheres, estupefatas,

soluçavam de maneira sufocada, com um silvo viperino, mas, se

alguma começava a matraquear, metia o veneno na cabeça.

Assim que Assol apareceu, todos se calaram, todos se afastaram

dela, com medo, e ela ficou sozinha em meio ao vazio da areia

escaldante, desnorteada, envergonhada, feliz, com o rosto tão

escarlate quanto seu milagre, estendendo, desamparada, os

braços em direção ao elevado navio.

Dele, destacou-se um barco, cheio de remadores bronzeados; no meio deles, estava aquele que, como agora lhe parecia, ela já

conhecia, de quem tinha uma vaga lembrança, da infância. Ele

olhava para ela com um sorriso que aquecia e apressava. Mas

Assol foi dominada, no final, por milhares de ridículos receios;

com um medo mortal de tudo – erros, equívocos, empecilhos

secretos e nocivos – ela entrou correndo, até a cintura, no cálido

balançar das ondas, gritando: “Estou aqui! Estou aqui! Sou eu!”.

Então Zimmer brandiu o arco, e aquela mesma melodia

ribombou pelos nervos da multidão, mas, dessa vez, num coro

pleno e triunfante. Com a agitação, o movimento das nuvens e

das ondas, o brilho das águas e da vastidão, a moça quase não

conseguia mais distinguir o que se movia: ela, o navio ou o barco

– tudo se movia, girava e caía.

Mas o remo marulhou ao lado dela; ela ergueu a cabeça. Grey

encurvou-se, as mãos dela agarraram-lhe o cinto. Assol

semicerrou os olhos; depois, abrindo-os rapidamente, sorriu, sem

hesitar, para o rosto radiante dele, e, arquejando, disse:

– Você é exatamente como eu pensei.

– E você também, minha pequena! – disse Grey, tirando da

água aquela joia molhada. – Estou aqui, cheguei. Você me

reconheceu?

Ela acenou, segurando no cinto dele, com uma nova alma e

olhos palpitantes e semicerrados. A felicidade aconchegou-se

nela como um gatinho felpudo. Quando Assol atreveu-se a abrir

os olhos, o balanço do escaler, o brilho das ondas, o costado do

Segredo, que se aproximava, revirando-se vigorosamente – tudo

era um sonho, onde a luz e a água balouçavam, rodopiando, de

maneira semelhante ao jogo dos reflexos do sol sobre uma

parede recoberta por seus raios. Sem perceber como, ela subiu

pela prancha, nos fortes braços de Grey. O convés, coberto e

ornado com tapetes, em meio aos refluxos escarlates das velas,

era como um jardim celestial. E logo Assol viu que estava na cabine – um quarto que não poderia ser melhor.

Então, lá de cima, abalando e envolvendo o coração em seu

clamor triunfante, precipitou-se novamente a grandiosa música.

De novo Assol fechou os olhos, temendo que tudo aquilo

desaparecesse se ela olhasse. Grey segurou-lhe as mãos, e ela,

agora já sabendo que poderia ir em segurança, escondeu seu

rosto molhado de lágrimas no peito do amigo, que tinha vindo de

maneira tão mágica. Com cuidado, mas rindo – ele mesmo

comovido e surpreso pelo fato de que havia chegado aquele

momento precioso, indescritível e inacessível –, Grey levantou

pelo queixo aquele rosto há tanto tempo sonhado, e os olhos da

moça afinal abriram-se plenamente. Neles, havia tudo que há de

melhor no ser humano.

– Você vai levar conosco o meu Longren? – disse ela.

– Sim. – E deu-lhe um beijo tão forte após seu férreo “sim”, que

ela começou a rir.

Agora, vamos nos afastar deles, sabendo que precisam ficar

sozinhos juntos. Há no mundo muitas palavras em diferentes

línguas e diferentes dialetos, mas com todas elas não é possível

transmitir, nem mesmo de longe, aquilo que eles disseram um ao

outro naquele dia.

Enquanto isso, no convés, junto ao mastro grande, ao lado do

barrilete carcomido por vermes, com o fundo aberto revelando a

escura e centenária bem-aventurança, toda a tripulação já estava

à espera. Atwood estava de pé; Panten, sentado, com ar solene,

cintilando como um recém-nascido. Grey veio para cima, deu o

sinal para a orquestra e, tirando o quepe, foi o primeiro a colher,

com um copo lapidado, em meio à canção das trombetas

douradas, o vinho sagrado.

– Pois bem… – disse ele ao terminar de beber, largando depois

o copo. – Agora bebam, bebam todos; quem não beber é meu

inimigo.

Não precisou repetir aquelas palavras. No momento em que, a

toda força, com todas as velas, o Segredo afastava-se da

eternamente horrorizada Caperna, a aglomeração ao redor do

barrilete superou tudo que acontece de semelhante nas grandes

festividades.

– Que achou dele? – perguntou Grey a Letika.

– Capitão! – disse o marinheiro, procurando as palavras. – Não

sei se gostei dele, mas preciso pensar bem as minhas

impressões. Uma colmeia e um jardim!

– O quê?!

– Quero dizer que enfiaram uma colmeia e um jardim na minha

boca. Sejam felizes, capitão. E que seja feliz aquela que eu

chamarei de “melhor carga”, melhor prêmio do Segredo!

Quando, no outro dia, começou a clarear, o navio estava longe

de Caperna. Parte da tripulação permaneceu deitada sobre o

convés do mesmo jeito que pegou no sono, vencida pelo vinho

de Grey; mantinham-se de pé somente o timoneiro e o

marinheiro de quarto, e também Zimmer, sentado na popa, com o

braço do violoncelo no queixo, pensativo e embriagado. Sentado,

ele movia calmamente o arco, fazendo as cordas falar com uma

voz mágica e etérea, e pensava na felicidade…

Pat de Silver Bush

 

Montgomery, Lucy Maud

9786555523881

368 páginas

 

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Pat, que estava bastante interessada no progresso do tapete,

não sabia de nada além do fato de que era para tia Hazel. Além

disso, havia outro evento iminente em Silver Bush que ela

desconhecia, e Judy pensava que já estava mais que na hora de

alertar a garota. Quando se é o bebê da família por quase sete

anos, como se vai encarar um substituto? Judy, que amava todos

em Silver Bush de forma comedida, amava Pat sem medida e

estava preocupadíssima com essa questão. Pat sempre fora de

levar as coisas um pouco a sério demais.

 

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Ozma de Oz

 

Baum, L. Frank

9786555525199

144 páginas

 

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Quando L. Frank Baum publicou o primeiro livro sobre o mundo

mágico de Oz, um século atrás, os leitores já pediram pelas

próximas aventuras. Neste livro, Dorothy, a protagonista de O

maravilhoso Mágico deOz, reaparece viajando de barco para a

Austrália com seu tio. Uma tempestade a joga no mar e na

manhã seguinte as águas a carregam para uma praiana Terra de

Ev. Com a ajuda de Billina, uma galinha falante, Tic-Tac, um

homem mecânico e Ozma, o novo soberano de Oz, grandes

aventuras acontecerão nesse lugar selvagem e desconhecido.

 

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O Morro dos Ventos Uivantes

 

Bronte, Emily

9786555520415

368 páginas

 

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Único romance da escritora inglesa Emily Bronte, O morro dos

ventos uivantes retrata uma trágica historia de amor e obsessão

em que os personagens principais são a obstinada e geniosa

Catherine Earnshaw e seu irmão adotivo, Heathcliff. Grosseiro,

humilhado e rejeitado, ele guarda apenas rancor no coração, mas

tem com Catherine um relaciona- mento marcado por amor e, ao

mesmo tempo, ódio. Essa ligação perdura mesmo com o

casamento de Catherine com Edgar Linton.

 

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Dorothy e o mágico de Oz

 

Baum, L. Frank

9786555525182

144 páginas

 

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No quarto livro da série Oz, de L. Frank Baum, um terremoto na

Califórnia faz com que Dorothy Gale, seu primo Zeb, o cavalo

Jim, e Eureka, a gatinha travessa, caiam por uma fenda aberta

no chão até o centro da Terra. Lá, ela encontra seu velho amigo,

o Mágico de Oz, e sua trupe de nove pequenos leitões. Juntos,

Dorothy, o Mágico e seus companheiros viajam por muitas terras

fantásticas, onde encontram os mangaboos, cruzam o vale de

Voe e são capturados por misteriosas gárgulas voadoras. Será

que eles conseguirão chegar a Oz para rever os amigos

Espantalho e o Homem de Lata? Será que conseguirão voltar

para a Cidade das Esmeraldas?

 

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O Diário de Anne Frank

 

Frank, Anne

9786555520538

224 páginas

 

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É a história real de uma garota judia de 13 anos que ficou

escondida com a família durante a ocupação nazista da Holanda.

O nome dela era Annelies Marie Frank, nasceu em 12 de junho

de 1929 em Frankfurt, na Alemanha, e morreu em um campo de

concentração, pouco antes do fim da Segunda Guerra Mundial,

em 1945. Foi escondida, no último andar de um prédio, que Anne

Frank escreveu durante mais de 2 anos em dos registros mais

detalhados do dia a dia daquela fase em que os nazistas,

liderados por Hitler, espalharam o horror entre seus perseguidos.

 

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