
Suicidas
de Raphael Montes

Sarah Escorel foi ouvir pessoas em situação de rua no Rio de Janeiro e reconstruir a trajetória inteira de cada uma, desde antes da rua. O que aparece não é um grupo homogéneo nem um acidente: é uma sequência de rupturas, no trabalho, na família, na saúde e no acesso a documentos, em que cada perda torna a seguinte mais provável. O livro deu ao debate brasileiro sobre exclusão social um material de campo que quase não existia. Publicado pela Editora Fiocruz.