A casa assombrada
Eliza Caine culpa Charles Dickens pela morte do pai. Londres, outono de 1867. Ela dá aula para meninas de cinco e seis anos na St. Elizabeth’s School e cede à insistência dele, curador de insetos do Museu Britânico, para ouvir Dickens ler uma história de fantasma na galeria Knightsbridge. Chegam encharcados de chuva e, no dia seguinte, ele morre. Dias depois, o sr. Lowe bate à porta: a casa onde ela cresceu era alugada. Um anúncio do Morning Post resolve o resto: um tal H. Bennet, de Gaudlin Hall, no condado de Norfolk, precisa de governanta sem demora e oferece o cargo sem entrevista. Na estação Thorpe, uma moça com o monograma H.B. na mala foge para o trem de volta a Londres, duas mãos empurram Eliza na direção dos trilhos, e o homem que a segura jura que não havia ninguém atrás dela. Na charrete, Heckling diz que não há senhor nenhum em Gaudlin.


