A Escola de Minas de Ouro Preto: o peso da glória

José Murilo de Carvalho · Capítulo 2 de 18

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A Escola de Minas de Ouro Preto: o peso da glória

Prefácio à Primeira Edição

 

Este trabalho foi escrito a pedido do Prof. Simon Schwartzman,

coordenador do Programa de Estudos sobre o Impacto da Ciência e

Tecnologia no Desenvolvimento Nacional, da FINEP, e financiado

com recursos desse órgão.

 

A coleta de dados foi realizada em Ouro Preto, Belo Horizonte e Rio

de Janeiro, com a assistência competente das historiadoras Maria

Virgínia F. Schettino, Zuleica Rocha e Maria Regina G. B.

Kleinsorge. Nos passos iniciais da pesquisa contei com sugestões

de José Pelúcio Ferreira, José Israel Vargas, John Milne A. Forman

e Simon Schwartzman.

 

O trabalho só se tornou possível graças à total colaboração que

recebi dos professores e funcionários da Escola de Minas de Ouro

Preto, desde seu diretor na época, José Campos Machado Alvim,

até o funcionário Geraldo Pinto da Rocha, que serve à Escola há 33

anos, passando pelo secretário Alencar Amaral e pelas

bibliotecárias. Em Belo Horizonte, contei com a boa vontade do

Diretor do Arquivo Público Mineiro, Prof. Francisco de Assis

Andrade, e de seus funcionários.

 

Igualmente importante foi a cooperação daqueles que procurei para

entrevistas pessoais. Na Escola de Minas, além do Diretor, devo

especial ajuda ao Prof. Cristiano Barbosa da Silva, que me deu

acesso á parte de seu material sobre a história da instituição,

inclusive aos documentos provenientes do Arquivo Nacional. Outros

professores que prestaram informações e discutiram problemas da

Escola foram: Moacir do Amaral Lisboa, Walter José von Kruger,

José Jaime Rodrigues Branco e José Pedro Xavier da Veiga.

 

Sobre a Universidade Federal de Ouro Preto, ouvi o reitor Theódulo

Pereira. O Secretário da Fundação Gorceix, José Ramos Dias, além de dar informações sobre as atividades da Fundação, colocou a

meu dispor seus serviços de reprodução gráfica.

 

Em Belo Horizonte, entrevistei os ex-alunos Francisco de

Magalhães Gomes, ex-diretor do Instituto de Pesquisas Radioativas

da Universidade Federal de Minas Gerais, Manuel Teixeira da Costa

e Márcio Quintão Moreno, da Universidade Federal de Minas

Gerais, Octávio Elisio Alves de Brito, presidente da METAMIG. No

Rio de Janeiro, beneficiei-me de sugestões dos ex-alunos Glycon de

Paiva Teixeira e Amaro Lanari Jr., bem como do Prof. Othon Henry

Leonardos.

 

O Prof. Francisco Iglésias sugeriu ideias e fontes de pesquisa,

evitou erros mais grosseiros que poderia ter cometido em minhas

incursões históricas e revisou, ainda, o texto final.

 

É, no entanto, minha a responsabilidade pelo trabalho.