A Escola de Minas de Ouro Preto: o peso da glória
Prefácio à Primeira Edição
Este trabalho foi escrito a pedido do Prof. Simon Schwartzman,
coordenador do Programa de Estudos sobre o Impacto da Ciência e
Tecnologia no Desenvolvimento Nacional, da FINEP, e financiado
com recursos desse órgão.
A coleta de dados foi realizada em Ouro Preto, Belo Horizonte e Rio
de Janeiro, com a assistência competente das historiadoras Maria
Virgínia F. Schettino, Zuleica Rocha e Maria Regina G. B.
Kleinsorge. Nos passos iniciais da pesquisa contei com sugestões
de José Pelúcio Ferreira, José Israel Vargas, John Milne A. Forman
e Simon Schwartzman.
O trabalho só se tornou possível graças à total colaboração que
recebi dos professores e funcionários da Escola de Minas de Ouro
Preto, desde seu diretor na época, José Campos Machado Alvim,
até o funcionário Geraldo Pinto da Rocha, que serve à Escola há 33
anos, passando pelo secretário Alencar Amaral e pelas
bibliotecárias. Em Belo Horizonte, contei com a boa vontade do
Diretor do Arquivo Público Mineiro, Prof. Francisco de Assis
Andrade, e de seus funcionários.
Igualmente importante foi a cooperação daqueles que procurei para
entrevistas pessoais. Na Escola de Minas, além do Diretor, devo
especial ajuda ao Prof. Cristiano Barbosa da Silva, que me deu
acesso á parte de seu material sobre a história da instituição,
inclusive aos documentos provenientes do Arquivo Nacional. Outros
professores que prestaram informações e discutiram problemas da
Escola foram: Moacir do Amaral Lisboa, Walter José von Kruger,
José Jaime Rodrigues Branco e José Pedro Xavier da Veiga.
Sobre a Universidade Federal de Ouro Preto, ouvi o reitor Theódulo
Pereira. O Secretário da Fundação Gorceix, José Ramos Dias, além de dar informações sobre as atividades da Fundação, colocou a
meu dispor seus serviços de reprodução gráfica.
Em Belo Horizonte, entrevistei os ex-alunos Francisco de
Magalhães Gomes, ex-diretor do Instituto de Pesquisas Radioativas
da Universidade Federal de Minas Gerais, Manuel Teixeira da Costa
e Márcio Quintão Moreno, da Universidade Federal de Minas
Gerais, Octávio Elisio Alves de Brito, presidente da METAMIG. No
Rio de Janeiro, beneficiei-me de sugestões dos ex-alunos Glycon de
Paiva Teixeira e Amaro Lanari Jr., bem como do Prof. Othon Henry
Leonardos.
O Prof. Francisco Iglésias sugeriu ideias e fontes de pesquisa,
evitou erros mais grosseiros que poderia ter cometido em minhas
incursões históricas e revisou, ainda, o texto final.
É, no entanto, minha a responsabilidade pelo trabalho.