
A urdidura do magistério primário na Corte Imperial: um professor na trama de relações e agências
Angélica Borges investiga a constituição da profissão docente e da instituição escolar no Brasil do século XIX. O ponto de partida é a trajetória de um professor público primário na Capital do Império, o Rio de Janeiro da Corte. A partir desse fio, o estudo mostra como a escola se aproxima da sociedade e como os professores medeiam essas relações. Professores, alunos, famílias e agentes do governo formam as redes que a autora chama de urdidura do magistério primário. A pesquisa nasce da História da Educação e cruza documentos sobre instrução pública, inspeção escolar e as experiências cotidianas dos sujeitos na escola e na cidade. Publicado pela EDUERJ em acesso aberto, interessa a quem estuda educação, história do Brasil e a formação de professores.
