
Cem dias entre o céu e o mar
de Amyr Klink

Em Belmonte, no sul da Bahia, chamam nagôs às mulheres que saem à rua em festa, e o nome carrega séculos. Dandara dos Santos Silva percorre essa cidade a pé e faz o que chama de cartografia afro-baiana: as festas, os terreiros, as ruas, as histórias que as pessoas contam sobre si e sobre quem veio antes. Escreve de dentro da comunidade que estuda, o que dá ao texto uma voz que a etnografia feita de fora não tem. Publicado em acesso aberto pela Editus.