Bontrager Manual Prático de Técnicas e Posicionamento Radiográfico

AP: Cotovelo

FIG. 2.46 AP com extensão total do cotovelo.

 

AP: Cotovelo

Flexão Parcial

FIG. 2.47 Úmero paralelo ao RI.

FIG. 2.48 Antebraço paralelo ao RI.

Critérios de Avaliação

 

Anatomia Demonstrada

• Terço distal do úmero

• Terço proximal do antebraço

Posicionamento

• Ligeira sobreposição do rádio e da ulna proximais

• Epicôndilos umerais em perfil

Exposição

• Densidade e contraste ideais (brilho e contraste em sistemas

digitais)

• Boa demonstração dos tecidos moles e do trabeculado ósseo;

ausência de artefatos de movimento

 

AP Oblíqua (Medial e Lateral): Cotovelo

A incidência oblíqua medial (interna) permite a melhor visualização do

processo coronoide. A incidência oblíqua lateral (externa) permite a

melhor visualização da cabeça e do colo do rádio (incidência oblíqua mais comum).

• 24 × 30 cm, vertical

• Sem grade

 

Posicionamento: Oblíquo Medial

• Cotovelo estendido, mão em pronação

• Palpar os epicôndilos para garantir a rotação interna a 45°

Oblíquo Lateral

O posicionamento é similar, exceto pela supinação da mão e pela rotação externa do cotovelo em ângulo de 40° a 45°. Esta incidência é mais difícil para o paciente; deve-se solicitar a ele que incline lateralmente a porção superior do corpo quando necessário.

Raio Central

RC ⊥, centralizado no centro da articulação do cotovelo

DFR

102 cm

Colimação

Colimar nos quatro lados da área de interesse

 

FIG. 2.49 Oblíqua medial (interna) (angulação de 45°).