Caderno H
Anotações curtas, algumas de uma linha só, entre o poema, o aforismo e a piada. Mario Quintana junta observação de janela de hotel, ironia sobre críticos, tristeza dita de leve e frases que parecem simples até serem relidas devagar. Não há ordem nem tema, e é exatamente esse o charme do caderno. Publicado em 1973, é o livro em que muita gente conhece Quintana pela primeira vez, porque cabe em qualquer bolso e se abre em qualquer página sem prejuízo nenhum para quem começa pelo meio.
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