
A família real no Brasil: política e cotidiano (1808-1821)
de Juliana Gesuelli Meirelles
Anotações curtas, algumas de uma linha só, entre o poema, o aforismo e a piada. Mario Quintana junta observação de janela de hotel, ironia sobre críticos, tristeza dita de leve e frases que parecem simples até serem relidas devagar. Não há ordem nem tema, e é exatamente esse o charme do caderno. Publicado em 1973, é o livro em que muita gente conhece Quintana pela primeira vez, porque cabe em qualquer bolso e se abre em qualquer página sem prejuízo nenhum para quem começa pelo meio.