Cinquenta Tons de Liberdade

E.L. James · Capítulo 8 de 8 · parte 2/3

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Cinquenta Tons de Liberdade

É entardecer, quando eu acordo. Inundações de…

Este capítulo é longo, por isso está dividido em 3 partes.

— Gostoso? — Ele sussurra.

— Muito.

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— Teve o bastante?

— De morangos, sim.

Seus olhos brilham perigosamente, e ele sorri.

— A Sra. Jones fez um piquenique delicioso — ele diz.

— O fez, — eu sussurro.

Movendo-se de repente, ele se deita para que sua cabeça fique descansando na minha barriga. Ele fecha os olhos e parece satisfeito. Eu emaranho meus dedos em seu cabelo.

Ele suspira pesadamente, em seguida, faz uma carranca e verifica o número na tela de seu BlackBerry que toca. Ele desvia o olhar e atende a ligação.

— Welch, — ele estala. Ele fica tenso, ouve por um segundo ou dois, então de repente fica ereto.

— 24/7. . . Obrigado, — ele diz com os dentes cerrados e desliga. A mudança em seu humor é instantânea. Some o meu marido provocador e flertante, e chega um frio, calculista mestre do universo. Ele aperta os olhos por um momento, então me dá um sorriso fresco e arrepiante. Um arrepio corre pelas minhas costas. Ele pega seu BlackBerry e pressiona uma discagem rápida.

— Ros, quantas ações nós possuímos da Lincoln Timber?

— Ele se ajoelha.

Meu couro cabeludo se arrepia. Oh não, o que é isso?

— Então, consolide as ações em GEH, em seguida, acione o conselho.

. . exceto o CEO. . . Eu não dou à mínima. . . Eu ouço você, basta fazê-lo...

Muito obrigado. . . me mantenha informado. — Ele desliga, e olha para mim impassível por um momento.

Puta merda! Christian é louco.

— O que aconteceu?

— Linc, — ele murmura.

— Linc? O ex de Elena?

— O mesmo. Foi ele que pagou a fiança de Hyde.

O que? Por quê? Eu olho pra Christian em estado de choque. Sua boca está pressionada em uma linha dura.

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— Bem, ele parecerá um idiota, — murmuro consternada.

— Quero dizer, Hyde cometeu outro crime enquanto estava sob fiança.

Os olhos de Christian se estreitam e ele sorri.

— Ponto bem feito, Sra. Grey.

— O que você fez? — Eu me ajoelho, de frente para ele.

— O fodi.

Oh!

— Um. . . isso me parece um pouco impulsivo, —

murmuro.

— Eu sou uma espécie de “rapaz de momento”.

— Eu estou ciente disso.

Seus olhos se estreitam e seus lábios se afinam.

— Eu tive esse plano, faz tempo, — ele diz secamente.

Eu franzo a testa.

— Ah?

Ele faz uma pausa, parecendo pesar algo em sua mente, então toma uma respiração profunda.

— Vários anos atrás, quando eu tinha 21, Linc bateu com força em sua esposa. Ele quebrou a mandíbula, braço esquerdo e quatro costelas, porque ela estava me fudendo.

— Seus olhos endurecem. — E agora eu descubro que ele pagou a fiança para um homem que tentou me matar, sequestrou minha irmã, e fraturou o crânio da minha esposa. Eu já tive o suficiente. Eu acho que é hora da vingança.

Eu empalideço. Puta merda.

— Ponto totalmente bem feito, Sr. Grey, — eu sussurro.

— Ana, isto é o que eu faço. Eu não sou geralmente motivado pela vingança, mas não posso o deixarele escapar

ileso dessa vez. O que ele fez com Elena. . . bem, ela deveria ter prestado acusações, mas ela não o fez.

Essa era sua prerrogativa. Mas ele seriamente cruzou a linha com Hyde.

Linc deixou as coisas de forma pessoal, se metendo com minha família. Eu vou esmagá-lo, acabar com sua empresa debaixo de seu nariz, e vender as peças para o maior lance.

Estou o levando à falência.

Oh. . .

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— Além disso, — Christian sorri. — Nós vamos fazer um bom dinheiro com o negócio.

Olho para as chamas em seus olhos cinza que resplandecem de repente.

— Eu não queria assustá-la, — ele sussurra.

— Você não o fez, — eu minto.

Ele arqueia a sobrancelha, amuado.

— Você me pegou de surpresa, — eu sussurro, depois engulo. Christian é realmente muito assustador às vezes.

Ele acaricia seus lábios contra os meus.

—Eu vou fazer de tudo para mantê-la seguro. Manter a minha família segura. Manter este pequeno seguro, ele murmura e passa a mão sobre minha barriga numa carícia suave.

Oh. . . Eu paro de respirar. Christian olha para mim, os olhos escurecendo. Seus lábios se separam enquanto ele inala e, em um movimento deliberado, passa as pontas de seus dedos contra o meu sexo.

Puta merda. O desejo detona como um dispositivo incendiário inflamando minha corrente sanguínea. Eu agarro sua cabeça, os meus dedos tecendo em seu cabelo, e puxo tão forte que meus lábios encontram os seus. Ele suspira, surpreendido pelo meu ataque, dando passagem a minha língua dentro de sua boca. Ele geme e me beija de volta,

seus lábios e língua com fome de mim, e por um momento nós nos consumimos, perdidos em línguas, lábios, respiração e a doce, doce sensação enquanto nós nos redescobrimos.

Oh, eu quero esse homem. Faz muito tempo. Eu o quero aqui, agora, ao ar livre, em nosso prado.

— Ana, — ele respira, em transe, e suas mãos roçam sobre minhas costas para a barra da minha saia. Eu me apresso em desabotoar a camisa, todos os dedos e polegares.

— Caralho, Ana - pare. — Ele vai para trás, sua mandíbula apertada, e pega minhas mãos.

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— Não. — Meus dentes apertam suavemente em torno de seu lábio inferior e eu puxo. — Não, — murmuro outra vez, olhando para ele. Eu o solto. — Eu quero você.

Ele inala drasticamente. Ele está dividido, sua indecisão estampada em seus luminosos olhos cinza.

— Por favor, eu preciso de você. — Todos os poros do meu ser estão implorando. Isso é o que fazemos.

Ele geme em derrota, enquanto sua boca encontra a minha, moldando meus lábios nos dele. Uma mão em minha cabeça enquanto a outra roça pelo meu corpo em minha cintura, e ele me deita em minhas costas e estende-se ao meu lado, nunca rompendo o contato com a minha boca.

Ele se afasta, pairando sobre mim e olhando para baixo.

— Você é tão bonita, Sra. Grey.

Eu acaricio seu lindo rosto.

— E você também, Sr. Grey. Dentro e fora.

Ele franze a testa, e os meus dedos traçam o sulco em sua testa.

— Não faça cara feia. Você é para mim, mesmo quando você está com raiva, — eu sussurro.

Ele geme, mais uma vez, e sua boca capta a minha, me empurrando para a grama macia debaixo do cobertor.

— Eu senti sua falta, — ele sussurra, e seus dentes mordiscam o meu queixo. Meu coração se eleva.

— Eu senti sua falta, também. Oh, Christian. — Eu ponho uma mão em seu cabelo e agarro seu ombro com a outra.

Seus lábios se movem para a minha garganta, deixando beijos macios em seu rastro, e os dedos seguem, habilmente desfazendo cada botão da minha blusa. Tirando minha blusa, ele beija o inchamento macio dos meus seios.

Ele murmura com admiração, baixo em sua garganta, e o som faz ecos através de meu corpo chegando aos meus lugares mais escuros.

— Seu corpo está mudando, — ele sussurra. Seu polegar brinca com meu mamilo até que esteja ereto e lutando contra o meu sutiã. — Eu gosto, — acrescenta. Eu assisto sua língua provar e traçar a linha entre o meu 604

sutiã e meus seios, atormentando e me provocando.

Tomando a taça de meu sutiã delicadamente entre os dentes, ele puxa para baixo, liberando meu peito e fuçando meu mamilo com o nariz no processo. Que se arrepiou ao seu toque e do frio da brisa suave do outono. Seus lábios se fecham em torno de mim, e ele suga muito e duro.

— Ah! — Eu gemo, inalando acentuadamente, em seguida, estremecendo enquanto a dor irradia para fora de minhas costelas machucadas.

— Ana! — Christian exclama e me encara, a preocupação em seu rosto. —Isto é o que eu estou falando, — ele adverte. — Sua falta de auto-preservação. Eu não quero te machucar.

— Não. . . não pare, — Eu choramingo. Ele olha para mim, lutando consigo mesmo. — Por favor.

— Aqui. — De repente ele se move, e eu estou sentada montada nele, minha saia curta agora agrupada em torno de meus quadris. Suas mãos deslizam sobre a parte superior das minhas coxas.

— Assim. Assim é melhor, e eu posso apreciar a vista. —

Seu longo dedo indicador avança na outra taça de meu sutiã, liberando o outro seio, também. Ele agarra os meus seios, e eu jogo minha cabeça para trás, empurrando-os em suas bem-vindas, mãos experientes. Ele me provoca, puxando e rolando meus mamilos até eu gritar, depois se senta, então estamos cara a cara, seus gananciosos olhos cinza nos meus. Ele me beija, os dedos ainda me provocando. Eu me atrapalho com sua camisa, desfazendo os dois primeiros botões, e é como uma sobrecarga sensorial, quero beijá-lo em todos os lugares, despi-lo, fazer amor com ele, logo.

— Hey— Ele gentilmente agarra minha cabeça e puxa para trás, olhos escuros e cheios de promessa sensual. —

Não há pressa. Vá devagar.

Quero saborear você.

— Christian, faz tanto tempo. — Eu estou ofegante.

— Devagar, — ele sussurra, e é um comando. Ele beija o canto direito da minha boca. — Calma. — Ele beija o canto esquerdo. — Calma, querida.

— Ele puxa meu lábio inferior com os dentes. — Vamos fazer isso lento. — Ele desenrola os dedos no meu cabelo, mantendo-me no lugar enquanto sua 605

língua invade minha boca, procurando, provando, acalmando. . .

inflamando. Oh, meu homem sabe beijar.

Eu acaricio seu rosto, meus dedos movendo tateando até o queixo, em seguida, a sua garganta, e eu começo de novo nos botões de sua camisa, tomando o meu tempo, enquanto ele continua a me beijar. Lentamente eu puxo sua camisa à parte, meus dedos arrastando sobre sua clavícula, sentindo o seu caminho através de sua pele quente e sedosa. Eu o empurro suavemente para trás até que ele está deitado debaixo de mim. Sentando-se, eu olho para ele, consciente de que estou me retorcendo contra sua ereção crescente.

Hmm. Eu traço os meus dedos em seus lábios para o queixo, em seguida, para baixo do pescoço, sobre o seu pomo de Adão para aquela pequena depressão na base da sua garganta. Meu lindo homem. Eu me inclino para baixo, e os meus beijos seguem os traços dos meus dedos. Meus dentes mordiscam sua mandíbula e beijo sua garganta. Ele fecha os olhos.

— Ah. — Ele geme e inclina a cabeça para trás, dando-me mais fácil acesso à base de sua garganta, sua boca aberta em veneração silenciosa.

Christian perdido e excitado é tão emocionante. . . e tão excitante pra mim.

Minha língua trilha abaixo do esterno, girando através de seu cabelo no peito. Hmm. Ele tem um gosto tão bom. Ele cheira tão bem. Inebriante.

Eu beijo primeiro, em seguida, duas de suas cicatrizes redondas pequenas, e ele agarra meus quadris, assim meus dedos param em seu peito enquanto eu olho para ele. Sua respiração é dura.

— Você quer isso? Aqui? — Ele respira, com os olhos obscurecidos com uma combinação inebriante de amor e luxúria.

— Sim, — murmuro, e os meus lábios e língua roçam através de seu peito ao seu mamilo. Eu o puxo e rolo suavemente com os dentes.

— Oh, Ana, — ele sussurra e circulando minha cintura ele me levanta, puxando seu botão e abrindo assim deixando-se livre. Ele me senta novamente, e eu empurro contra ele, deliciando-se com a sensação dele quente e duro debaixo de mim. Ele corre com as mãos até minhas coxas, parando onde minha coxa termina e começa a minha carne, suas mãos executando pequenos círculos provocantes no topo de minhas coxas para 606

que as pontas de seus polegares me toquem. . . me toquem onde eu quero ser tocada. Eu suspiro.

— Eu espero que você não goste muito dessa sua calcinha, — ele murmura, seus olhos selvagens e brilhantes.

Seus dedos traçam o elástico ao longo de minha barriga e depois deslizando dentro, me provocando, antes de agarrar minha calcinha com força e pressionar seus polegares através do material delicado. Minha calcinha desintegra.

Suas mãos se espalham em minhas coxas, e seus polegares acariciam meu sexo mais uma vez. Ele flexiona os quadris para esfregar sua ereção contra mim.

— Eu posso sentir o quão molhadas está. — Sua voz é impregnada de apreciação carnal, e de repente ele se senta, o braço em volta da minha cintura de novo, então estamos cara a cara. Ele esfrega o nariz contra o meu.

— Nós vamos fazer isso lento, Sra. Grey. Eu quero sentir tudo de você. — Ele me levanta, e com um extraordinário, frustrante, movimento lento, me abaixa em cima dele. Sinto cada abençoado centímetro dele me encher.

— Ah — Eu lamento incoerentemente enquanto eu alcanço seus braços. Tento levantar-me dele por alguns atritos bem-vindos, mas ele me segura no lugar.

— Tudo de mim, — ele sussurra e inclina sua pélvis, empurrando-se em mim o caminho todo. Eu jogo minha cabeça para trás e solto um grito estrangulado de puro prazer.

— Deixe-me ouvir você, — ele murmura. — Não-não se mexa, só sinta.

Eu abro meus olhos, minha boca congelada em um silêncio Ah! E ele está olhando para mim, obscurecidos, licenciosos olhos cinza encarando o azul atordoado. Ele se mexe, revirando os quadris, mas me mantém no lugar.

Eu gemo. Seus lábios estão em minha garganta, me beijando.

— Este é o meu lugar favorito. Enterrado, dentro de você, — ele murmura contra a minha pele.

— Por favor, mexa-se, — Rogo.

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— Calma Sra. Grey. — Ele flexiona os quadris novamente e irradia prazer através de mim. Eu pego seu rosto e o beijo, consumindo-o.

— Ame-me. Por favor, Christian.

Seus dentes roçam meu queixo até minha orelha.

— Vamos, — ele sussurra, e ele me levanta e me abaixa.

Minha deusa interior é liberada, e eu o empurro no chão e começo a me movimentar, saboreando o sentimento dele dentro de mim. . . montando ele. . .

Montando-o com força. Com as mãos em volta da minha cintura, ele combina com o meu ritmo. Eu senti falta disso. .

. a sensação inebriante dele embaixo de mim, dentro de mim. . . o sol nas minhas costas, o cheiro doce do outono no ar, a brisa suave de outono. É uma fusão inebriante de sentidos: paladar, tato, olfato e a visão de meu amado marido embaixo de mim.

— Oh, Ana. — Ele geme, seus olhos fechados, cabeça para trás, a boca aberta.

Ah. . . Eu amo isso. E por dentro, eu estou me consumindo. . .

consumindo. . . subindo. . . mais alto. As mãos de Christian passam para minhas coxas, e delicadamente seus polegares pressionam meu ápice, e eu explodo em torno dele mais e mais e mais e mais, e eu entro em colapso, esparramada no seu peito enquanto ele grita por sua vez, se liberando e gritando o meu nome com amor e alegria.

Ele me abraça contra seu peito, segurando minha cabeça.

Hmm.

Fechando os olhos, eu saboreio a sensação de seus braços em volta de mim.

Minha mão está sobre seu peito, sentindo a batida constante de seu coração, ele diminui e acalma. Eu o beijo e o acaricio, e brevemente maravilhada, que não muito tempo atrás, ele não me deixaria fazer isso.

— Melhor? — Ele sussurra.

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Eu ergo minha cabeça. Ele está sorrindo amplamente.

— Muito. Você? — Meu sorriso de resposta reflete o dele.

— Eu senti sua falta, Sra. Grey. — Ele fica sério por um momento.

— Eu também.

— Sem mais atos heroicos, hein?

— Não, — eu prometo.

— Você deve sempre falar comigo, — sussurra.

— Você também, Grey.

Ele sorriu.

— Ponto totalmente bem feito. Eu vou tentar. — Ele beija meu cabelo.

— Acho que vamos ser felizes aqui, — eu sussurro, fechando os olhos novamente.

— Sim. Você, eu e. . . Blip. Como você se sente, aliás?

— Ótima. Relaxada. Feliz.

— Bom.

— Você?

— Sim, todas essas coisas, — ele murmura.

Eu olho para ele, tentando avaliar sua expressão.

— O quê? — Ele pergunta.

— Você sabe, você é muito mandão quando fazemos sexo.

— Você está reclamando?

— Não. Eu apenas me perguntava. . . você disse que sentiu falta.

Ele se tranquiliza, olhando para mim.

— Às vezes, — ele sussurra.

Oh.

 

— Bem, nós vamos ter que ver o que podemos fazer sobre isso, — murmuro e o beijo suavemente nos lábios, ondulando em torno dele como uma videira. Imagens de nós juntos, na sala de jogos, o Tallis, a mesa, na cruz, algemada à cama. . . Eu amo a sua foda pervertida, nossa foda pervertida. Sim. Eu posso fazer essas coisas. Eu posso fazer isso por ele, com ele. Eu posso fazer isso por mim. A minha pele formiga enquanto me lembro do chicote.

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— Eu gosto de jogar, também, — murmuro, e olhando para cima, sou recompensada com seu sorriso tímido.

— Você sabe, eu realmente gostaria de testar os seus limites, — ele sussurra.

— Meus limites para quê?

— Prazer.

— Ah, eu acho que eu gostaria. — Minha deusa interior cai desmaiada.

— Bem, talvez quando chegarmos a casa o testamos, —

ele sussurra, deixando a promessa suspensa entre nós.

Eu o acaricio mais uma vez. Eu o amo tanto.

Já se passaram dois dias desde o nosso piquenique. Dois dias desde a promessa do “Bem, talvez quando chegarmos a casa o testamos”. Christian ainda está me tratando como se eu sou feita de vidro. Ele ainda não me deixa ir trabalhar, então eu tenho trabalhado de casa. Ponho a pilha de cartas de solicitação que andei lendo na minha mesa e suspiro.

Christian e eu não voltamos à sala de jogos desde que eu usei a palavra segura. E ele disse que sente falta. Bem, eu também. . . especialmente agora que ele quer explorar meus limites. Eu coro, pensando o que isso poderia

acarretar. Olho para a mesa de bilhar. . . Sim, eu não posso esperar para explorá-los.

Meus pensamentos são interrompidos por música suave e lírica que preenche o apartamento. Christian está tocando piano, não um de seus lamentos habituais, mas uma doce melodia, uma melodia esperançosa que eu reconheço, mas nunca o ouvi tocar.

Eu ando nas pontas dos pés para o arco da grande sala e assisto Christian no piano. É o crepúsculo. O céu está um rosa opulento, e a luz é refletida em seu cabelo cor de cobre polido. Ele se parece consigo mesmo 610

lindo e de tirar o fôlego, concentrando-se enquanto toca, sem saber da minha presença. Ele tem sido tão solicito ao longo dos últimos dias, tão atento, oferecendo pequenas ideias do seu dia, seus pensamentos, seus planos. É como se ele quebrasse uma represa e começou a falar.

Eu sei que ele virá me observar em poucos minutos, e isso me dá uma ideia. Excitada, eu me afasto, esperando que ele ainda não tivesse reparado em mim, e corro para o nosso quarto, tirando minha roupa, até que visto apenas uma calcinha de renda azul pálido. Acho uma camisola azul pálido e me escorrego nela rapidamente. Isso irá esconder a minha contusão.

Mergulho dentro do armário, eu puxo a desbotada calça jeans de Christian – seu jeans da sala de jogos, meus jeans favoritos na gaveta. Da minha mesa de cabeceira eu pego meu BlackBerry, dobro os jeans ordenadamente, e ajoelho-me perto da porta do quarto. A porta está entreaberta, e eu posso ouvir os acordes de outra parte, que eu não sei. Mas é outra canção de esperança, é adorável. Rapidamente eu escrevo um e-mail.

De: Anastásia Grey Assunto: Para o Prazer de Meu Marido Data: 21 de setembro de 2011 20:45

Para: Christian Grey Senhor

Aguardo suas instruções.

Sua sempre

Sra. G x

Eu pressiono enviar.

Alguns momentos depois, a música para abruptamente.

Meu coração cambaleia e começa a bater. Eu espero e espero e, ate que meu BlackBerry vibra.

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De: Christian Grey Assunto: Para o Prazer de Meu Marido

<--- amo esse título Data: 21 de setembro de 2011 20:48

Para: Anastásia Grey Sra. G

Estou intrigado. Eu vou encontrá-la.

Esteja pronta.

Christian Grey

Antecipativo CEO, Grey Participações e Empreendimentos.

Esteja pronta! Meu coração começa a bater e eu começo a contar.

Trinta e sete segundos depois a porta se abre. Estou olhando para seus pés descalços enquanto ele pausa no limiar. Hmm. Ele não diz nada. Por anos ele não disse nada.

Oh merda. Eu resisto à tentação de olhar para ele e mantenho meus olhos no chão.

Finalmente, ele se abaixa e pega seus jeans. Ele fica em silêncio, mas se dirige para o closet enquanto eu permaneço imóvel. Oh meu Deus. . . é isso. Meu coração está trovejando, e eu saboreio a descarga de adrenalina que picam pelo meu corpo. Eu me contorço enquanto minha excitação aumenta. O que ele vai fazer comigo? Alguns momentos depois, ele está de volta, usando os jeans.

— Então, você quer brincar? — Ele murmura.

— Sim.

Ele não diz nada, e eu arrisco uma rápida olhada. . . de seus jeans, seus jeans lhe cobrindo as coxas, o bojo macio em sua braguilha, o botão aberto na cintura, seu caminho da felicidade, o seu umbigo, seu abdômen esculpido, seu cabelo no peito, seus olhos cinzas em chamas, e sua cabeça inclinada para um lado. Ele está erguendo uma sobrancelha.

Oh merda.

— Sim o que? — Ele sussurra.

Oh.

— Sim, senhor.

Seus olhos amolecem.

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— Boa menina, — ele murmura, e ele acaricia minha cabeça. — Acho que seria melhor levá-la lá em cima agora,

— acrescenta. Minhas entranhas liquefazem, e minha barriga aperta naquela maneira deliciosa.

Ele pega a minha mão e eu o sigo por todo o apartamento e subo as escadas. Fora da sala de jogos, ele para, gira e me beija suavemente antes de agarrar duro o meu cabelo.

— Você sabe, você está no topo do fundo, — ele murmura contra meus lábios.

— O quê? — Eu não entendo o que ele está falando.

— Não se preocupe. Eu vou viver com isso, — ele sussurra, divertido, e ele corre o nariz ao longo do meu queixo e suavemente morde a minha orelha. — Uma vez no interior, ajoelhe-se, como eu mostrei.

— Sim. . . Senhor.

Ele olha para mim, os olhos brilhando com amor, admiração, e maus pensamentos.

Eita. . . A vida nunca vai ser chata com Christian, e eu estou nisso para um longo curso. Eu amo este homem: meu marido, meu amante, o pai do meu filho, meu às vezes dominante. . . meus cinquenta Tons.

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Epílogo

Casa Grande, maio 2014

Eu me deito na nossa toalha de piquenique xadrez e olho para o claro, azul céu de verão, minha visão emoldurada por flores do campo e altas gramíneas verdes. O calor da tarde de verão ensolarada aquece minha pele, meus ossos e minha barriga, relaxo meu corpo voltando para Jell-O. Isto é confortável. Inferno não. . . isso é maravilhoso. Eu saboreio o momento, um momento de paz, um momento de contentamento puro e absoluto. Eu deveria me sentir

culpada por sentir esta alegria, esta plenitude, mas não. A vida aqui e agora é boa, e aprendi a apreciar e viver o momento com o meu marido. Sorrio e me contorço quando minha mente voa para a memória deliciosa de ontem à noite em nossa casa no Escala...

Os fios do chicote deslizando em toda a minha barriga inchada em um ritmo dolorido, lânguido.

— Você já teve o suficiente, Ana? — Christian sussurra em meu ouvido.

— Oh, por favor. — Eu imploro, puxando as restrições acima da minha cabeça, enquanto estou com os olhos vendados e amarrada à grade na sala de jogos.

O doce chicote dá pequenas mordidas em meu traseiro.

— Por favor, o quê?

Eu suspiro.

— Por favor, senhor.

Christian coloca a mão sobre minha pele, tocando e esfregando suavemente.

— Assim. Assim. Assim. — Suas palavras são suaves. Sua mão se move para o sul e ao redor, e seus dedos deslizam dentro de mim.

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Eu gemo.

— Sra. Grey, — ele respira, e seus dentes puxam meu lóbulo da orelha. — Você está tão pronta.

Seus dedos deslizam para dentro e para fora em mim, batendo naquele ponto, esse doce, doce ponto novamente.

O barulho do chicote sobre o chão e sua mão se movendo sobre a minha barriga e até os meus seios. Eu fico tensa.

Eles estão sensíveis.

— Quieta, — Christian diz, apalpando, e gentilmente esfregando o polegar sobre meu mamilo.

— Ah.

Seus dedos são suaves e tentadores, e espirais de prazer saem do meu seio, descendo, descendo. . . para baixo. Eu

inclino a cabeça para trás, empurrando meu mamilo na palma de sua mão, e lamento, mais uma vez.

— Eu gosto de ouvir você, — Christian sussurra. Sua ereção está no meu quadril, os botões da braguilha pressionando minha carne, enquanto os dedos continuam seu ataque implacável: dentro, fora, dentro, fora —

mantendo um ritmo. — Devo fazer você gozar assim? — Ele pergunta.

— Não.

Seus dedos param de se mover dentro de mim.

— Realmente, Sra. Grey? Isto depende de você? — Seus dedos apertam em volta do meu mamilo.

— Não. . . Não, senhor.

— Assim é melhor.

— Ah. Por favor, — eu imploro.

— O que você quer Anastásia?

— Você. Sempre.

Ele inala drasticamente.

— Tudo para você, — eu acrescento, sem fôlego.

Ele alivia os dedos de dentro de mim, me puxa para encará-lo, e remove a venda. Eu pisco para os escurecidos olhos cinza, que queimam para os meus. Seu dedo indicador traça meu lábio inferior, e ele empurra o indicador e o dedo médio em minha boca, deixando-me saborear o travo salgado da minha excitação.

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— Lamba, — ele sussurra. Eu rodopio minha língua ao redor e entre seus dedos.

Hum. . . eu saboreio meu gosto em seus dedos.

Suas mãos roçam os meus braços para os punhos acima da minha cabeça, e os solta, libertando-me. Virando-me ao contrário, então estou virada para a parede, ele puxa a minha trança, puxando-me em seus braços.

Ele tomba minha cabeça para um lado e desliza seus lábios da minha garganta ao meu ouvido, enquanto me

sustenta contra ele.

— Quero sua boca. — Sua voz é suave e sedutora. Meu corpo, maduro e pronto, aperta bem no fundo. O prazer é doce e forte.

Eu lamento. Virando-me para encará-lo, puxo sua cabeça para baixo para mimá-lo e beijá-lo duro, minha língua invadindo sua boca, degustando e saboreando-o. Ele geme, põe as mãos sobre meu traseiro e me puxa contra ele, mas apenas minha barriga grávida toca-o. Eu mordo seu queixo e beijo a trilha até sua garganta e corro os dedos para baixo em seus jeans. Ele inclina a cabeça para trás, expondo mais de sua garganta para mim, e corro minha língua até seu peito e através de seu cabelo no peito.

— Ah.

Brigo com o cós da calça jeans, os botões estalando, e ele agarra meus ombros quando afundo de joelhos na frente dele.

Enquanto o olho através de meus cílios, ele olha para mim. Seus olhos estão escuros, seus lábios separados e ele inala profundamente quando o liberto e capturo-o com minha boca. Eu amo fazer isso com Christian. Vê-lo desmoronar, ouvindo sua respiração engatada, e os gemidos suaves que faz no fundo de sua garganta. Fecho meus olhos e chupo duro, pressionando-o, saboreando seu gosto e seu suspiro sem fôlego.

Ele agarra minha cabeça, acalmando-me, e afundo meus dentes e lábios, empurrando-o o mais profundo em minha boca.

— Abra seus olhos e olhe para mim, — ele ordena sua voz baixa.

Olhos em chamas encontram os meus e ele flexiona os quadris, enchendo minha boca até o fundo de minha garganta, em seguida, retira rapidamente. Ele empurra para dentro de mim de novo e eu o atinjo até agarrá-lo. Ele para e me mantém no lugar.

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— Não toque ou vou algemá-la novamente. Só quero a sua boca, — ele rosna.

Oh meu Deus. Como é isso? Coloco minhas mãos atrás das costas e olho para ele inocentemente com a boca cheia.

— Boa menina, — ele diz, sorrindo para mim, sua voz rouca. Ele retrocede para trás, e segurando-me gentilmente, mas firmemente, empurra para dentro de mim novamente.

—Você tem uma boca tão fodável, Sra. Grey.

— Ele fecha os olhos e sai da minha boca, enquanto eu o aperto entre meus lábios, correndo minha língua sobre e ao redor dele. Eu o levo mais profundo e retiro, de novo e de novo e de novo, o ar assobiando entre seus dentes.

— Ah! Pare, — ele diz, e puxa para fora de mim, deixando-me querendo mais. Ele agarra meus ombros e me puxa para levantar-me.

Agarrando minha trança, me beija duro, sua língua persistente gananciosa, e dando ao mesmo tempo. De repente, ele me libera, e antes que eu perceba, levanta-me em seus braços e se move para o dossel. Gentilmente, me desce, para que apenas meu traseiro esteja na borda da cama.

— Enrole suas pernas em volta da minha cintura, —

ordena. Faço e puxo-o para mim. Ele se inclina para baixo, as mãos de cada lado da minha cabeça, e ainda de pé, muito lentamente, entra em mim.

Oh, isto é tão bom. Fecho meus olhos e me deleito com sua posse lenta.

— Tudo bem?— Ele pergunta sua preocupação evidente em seu tom.

— Oh, Deus, Christian. Sim. Sim. Por favor. — Aperto minhas pernas em volta dele e empurro contra ele. Ele geme. Fecho os braços, e ele flexiona os quadris lentamente no início, dentro, fora.

— Christian, por favor. Mais duro-não vou quebrar.

 

Ele geme e começa a se mover, realmente mover, batendo em mim de novo e de novo. Ah, é celestial.

— Sim, — suspiro apertando minhas pernas sobre ele, enquanto começo a chegar. . . Ele geme, esmagando-me com uma determinação renovada. . . e estou perto. Oh, por favor. Não pare.

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— Vamos, Ana, — ele geme entre os dentes, e eu explodo em torno dele, meu orgasmo acontecendo e assim por diante. Chamo seu nome e Christian se paralisa, gemendo alto, até que ele goza dentro de mim.

— Ana, — ele grita.

Christian está ao meu lado, sua mão acariciando minha barriga, os dedos longos espalhados abrangentes.

— Como está minha filha?

— Ela está dançando. — Eu rio.

— Dançando? Ah, sim! Uau. Posso senti-la. — Ele sorri quando Blip Dois pula dentro de mim.

— Acho que ela já gosta de sexo.

Christian olha severo.

— Sério? — diz secamente. Ele se move de modo que seus lábios fiquem contra minha barriga. —Não haverá nada disso até que você esteja com trinta, mocinha.

Eu rio.

— Oh, Christian, você é tão hipócrita.

— Não, eu sou um pai aflito. — Ele olha para mim, o cenho franzido, traindo sua ansiedade.

— Você é um pai maravilhoso, como eu sabia que você seria. — Acaricio seu rosto lindo, e ele me dá seu sorriso tímido.

 

— Eu gosto disso, — murmura, acariciando, em seguida, beijando minha barriga. —Há mais de você.

Eu amuo.

— Eu não gosto mais de mim.

— Será ótimo quando você chegar.

— Christian!

— E estou ansioso pelo gosto do leite materno de novo.

— Christian! Você é um pervertido.

618

Ele mergulha sobre mim, de repente, me beijando duro, jogando a perna sobre a minha, e pegando minhas mãos para que fiquem acima de minha cabeça.

— Você ama uma foda pervertida, — ele sussurra, e corre o nariz para baixo pelo meu.

Eu sorrio presa em seu contagioso, sorriso ímpio.

— Sim, amo uma foda pervertida. E eu te amo. Muito.

Eu acordo em um pulo, acordo com um grito agudo de alegria do meu filho, e mesmo que não possa vê-lo ou a Christian, sorrio como uma idiota com a minha alegria. Ted acordou de seu cochilo, e ele e Christian estão brincando nas proximidades. Deito em silêncio, ainda maravilhada com a capacidade de Christian para brincar. Sua paciência com Teddy é extraordinária, muito mais do que comigo. Eu fungo. Mas, então é assim que deve ser. E o meu lindo menininho, a menina dos olhos de sua mãe e seu pai, não conhece o medo. Christian, por outro lado, é ainda demasiado super protetor com ambos. Meu doce, instável, controlador Cinquenta.

— Vamos encontrar a mamãe. Ela está aqui no prado em algum lugar.

Ted diz algo que não ouço, e Christian ri livremente, alegremente. É

um som mágico, cheio de sua alegria paternal. Eu não consigo resistir. Luto para cima em meus cotovelos para espioná-los do meu esconderijo no longo gramado.

Christian está balançando Ted girando e girando, fazendo-o gritar mais uma vez de alegria. Ele pára, o lança para o alto no ar — eu paro de respirar — então ele o pega. Ted grita com abandono infantil e respiro aliviada. Oh meu homenzinho, meu homenzinho querido, sempre em movimento.

619

— Alcança papai! — Ele grita. Christian obedece, e meu coração pula dentro de minha boca mais uma vez, quando ele joga Teddy para o ar, em seguida, o pega novamente, segurando-o apertado. Christian beija os cabelos cor de cobre de Ted, e sopra um beijo em sua bochecha, então faz cócegas nele sem piedade por um momento. Teddy uiva com o riso, se contorcendo e empurrando contra o peito de Christian, querendo sair de seus braços.

Sorrindo, Christian coloca-o no chão.

— Vamos encontrar mamãe. Ela está se escondendo na grama.

Ted irradia alegria, desfrutando da brincadeira, e olha ao redor do prado. Segurando a mão de Christian, ele aponta para algum lugar que não sou eu, e isso me faz rir. Deito para trás e abaixo rapidamente, deliciando-me com este jogo.

— Ted, ouvi a mamãe. Você a ouviu?

— Mamãe!

Eu solto uma risadinha ao tom imperioso de Ted.

Caramba... tão parecido com seu pai, e ele têm apenas dois anos.

— Teddy! Chamo de volta, olhando para o céu com um sorriso ridículo em meu rosto.

— Mamãe!

Logo ouço seus passos pisoteando através da campina, e primeiro Ted, então Christian explodem através do longo gramado.

— Mamãe!— grita Ted como se encontrasse o tesouro perdido da Sierra Madre, e pula em cima de mim.

— Ei, garotinho!— Embalo-o contra mim e beijo sua bochecha gordinha. Ele ri e me beija de volta, então luta para sair de meus braços.

— Olá, mamãe. — Christian sorri para mim.

— Olá, papai. — Sorrio, e ele pega Ted, e se senta ao meu lado com nosso filho no colo.

— Cuidado com a mamãe, — ele adverte Ted. Eu sorrio...

não perco a ironia. Do seu bolso, Christian retira seu BlackBerry e o dá para Ted. Isso provavelmente vai nos dar cinco minutos no máximo de paz. Teddy estuda isto, a testa um pouco franzida. Ele parece tão sério, os olhos azuis muito concentrados, tal como seu pai faz quando lê seus emails. Christian 620

afocinha o cabelo de Ted, e meu coração incha ao olhar para os dois. Duas ervilhas dentro de uma vagem: o meu filho sentado calmamente... durante alguns momentos pelo menos...no colo do meu marido. Meus dois homens favoritos em todo o mundo.

Claro, Ted é a criança mais bonita e talentosa do planeta, mas então sou sua mãe, posso pensar assim. E Christian é. .

. bem, Christian é apenas ele mesmo. Com camiseta branca e calça jeans, parece tão gostoso como de costume. O que eu fiz para ganhar tal prêmio?

— Você parece bem, Sra. Grey.

— Como você, Sr. Grey.

— A mamãe não é bonita? — Christian sussurra no ouvido de Ted.

Ted golpeia-o para longe, mais interessado no BlackBerry do papai.

Eu rio.

— Você não pode ficar em torno dele.

— Eu sei. — Christian sorri e beija o cabelo de Ted. — Não posso acreditar que ele vai fazer dois anos amanhã. — Seu tom é melancólico.

Superando, estende sua mão sobre a minha barriga. —

Vamos ter muitos filhos, — ele diz.

— Só mais uma, pelo menos. — Sorrio, e ele acaricia minha barriga.

— Como está minha filha?

— Ela está bem. Dormindo, eu acho.

— Olá, Sr. Grey. Oi, Ana.

Nós dois viramos para ver Sophie, a filha de 10 anos de Taylor, aparecendo no longo gramado.

— Soeee, — Ted grita em reconhecimento encantado. Ele luta para sair do colo de Christian, descartando o BlackBerry.

— Eu tenho alguns picolés de Gail, — diz Sophie. — Posso dar um para Ted?

— Claro — digo. Oh Deus, isso vai ser uma bagunça.

— Colé! — Ted estende as mãos e Sophie passa um para ele. E já pingando.

621

— Aqui, deixe a mamãe ver. — Sento-me, tomo o picolé de Ted, e rapidamente coloco-o em minha boca, lambendo o excesso de suco. Hum. . .

groselha, fresco e delicioso.

— Meu! — Ted protesta sua voz soando com indignação.

— Aqui está. — Entrego-lhe de volta um picolé um pouco menos gotejante, e isto vai direto para sua boca. Ele sorri.

— Ted e eu podemos fazer uma caminhada? — Sophie pede.

— Claro.

— Não vá muito longe.

— Não, Sr. Grey. — Olhos castanhos de Sophie estão amplos e graves. Acho que ela tem um pouco de medo de Christian. Ela levanta sua mão, e Teddy segura-a de bom grado. Eles marcham juntos através do longo gramado.

Christian os observa.

— Eles vão ficar bem, Christian. Que mal pode acontecer a eles aqui?

— Ele franze a testa para mim momentaneamente, e eu rastejo para seu colo.

— Além disso, Ted é completamente apaixonado por Sophie.

Christian ronca e fuça meu cabelo.

— Ela é uma criança encantadora.

— Ela é. Tão bonita, também. Um anjo loiro.

Christian se acalma e coloca suas mãos na minha barriga.

— As meninas, hein? — Há uma pitada de ansiedade em sua voz. Eu enrolo minha mão atrás de sua cabeça.

— Você não precisa se preocupar com sua filha por pelo menos mais três meses. Eu a tenho protegida aqui. Ok?

Ele me beija, atrás de minha orelha e raspa os dentes em torno da borda do lóbulo.

— Qualquer coisa que disser Sra. Grey. — Então ele me morde. Eu grito.

— Eu gostei de ontem à noite, — ele diz. — Deveríamos fazer isso mais vezes.

— Eu também.

622

— E nós poderíamos, se você parasse de trabalhar. . .

Reviro os olhos e ele aperta seus braços a minha volta e sorri em meu pescoço.

— Está rolando seus olhos para mim Sra. Grey? — A ameaça está implícita, mas sensual, fazendo-me contorcer-me, mas como estamos no meio do pasto com as crianças por perto, ignoro seu convite.

— As Publicações Grey tem um autor de Best Sellers do New York Times—as vendas de Boyce Fox são fenomenais, nossos negócios em e-book explodiram, e finalmente tenho a equipe que quero ao meu redor.

—E você está ganhando dinheiro nestes tempos difíceis,

— acrescenta Christian, sua voz reflete seu orgulho. — Mas.

. . Gosto de você descalça e grávida, e na minha cozinha.

Inclino-me para trás para que possa ver seu rosto. Ele olha para mim, os olhos brilhando.

— Eu gosto disso também, — murmuro, e ele me beija, suas mãos ainda espalhadas por toda a minha protuberância.

Vendo que ele está de bom humor, decido abordar um tema delicado.

— Você já pensou melhor sobre minha sugestão?

Ele paralisa.

— Ana, a resposta é não.

— Mas Ella é um nome tão bonito.

— Eu não vou dar o nome a minha filha que foi de minha mãe. Não.

Fim de discussão.

—Você tem certeza?

— Sim. — Segurando meu queixo, olha intensamente para mim, irradiando exasperação. —Ana, desista. Não quero minha filha contaminada pelo meu passado.

— Ok. Sinto muito. — Merda. . . Eu não quero irritá-lo.

— Assim é melhor. Pare de tentar corrigir isto, — ele resmunga. — Você conseguiu que eu admitisse que a amava, me arrastou para sua sepultura. Basta.

Ah, não. Retorço-me em seu colo para escarranchar sobre ele e segurar sua cabeça em minhas mãos.

623

— Sinto muito. Realmente. Não fique zangado comigo, por favor. — Eu o beijo, em seguida, beijo o canto de sua boca.

Com uma batidinha, ele aponta para o outro canto, e sorrio

e beijo-o. Ele aponta para o nariz. Beijo isto. Ele sorri e coloca suas mãos em meu traseiro.

— Oh, Sra. Grey —o que vou fazer com você?

— Tenho certeza que você vai pensar em alguma coisa, —

murmuro.

Ele sorri e, revirando-se de repente, me empurra para baixo sobre o cobertor.

— E se eu fizer isso agora?— Ele sussurra com um sorriso lascivo.

— Christian, — eu suspiro.

De repente há um grito estridente de Ted. Christian salta de pés com a graça de uma pantera facilmente, e corre em direção à fonte do som. Eu sigo em um ritmo mais vagaroso.

Secretamente, não estou tão preocupada como Christian, aquele não era um grito que me faria tomar dois degraus de cada vez para descobrir o que há de errado.

Christian suspende Teddy em seus braços. Nosso menino está chorando de forma inconsolável e apontando para o chão, onde os restos de seu picolé, encontra-se em uma confusão empapada, derretendo na grama.

— Ele deixou cair, — Sophie diz, tristemente. — Ele poderia ficar com o meu, mas já terminei.

— Oh, querida Sophie, não se preocupe. — Eu bagunço seu cabelo.

— Mamãe! — Ted lamenta, oferecendo suas mãos para mim.

Christian relutantemente deixa-o ir, quando eu o pego.

— Pronto, Pronto.

— Colé, — ele soluça.

— Eu sei, meu bebê. Vamos ver a Sra. Taylor e pegar outro. — Beijo sua cabeça. . . oh, ele cheira tão bem. Tem cheiro de meu menininho.

— Colé, — ele funga. Pego sua mão e beijo os dedos pegajosos.

— Eu posso provar o seu picolé aqui em seus dedos.

Ted para de chorar e examina a sua mão.

— Coloque seus dedos em sua boca.

Ele o faz.

— Colé!

— Sim. Picolé.

624

Ele sorri. Meu menininho volúvel, assim como seu pai.

Bem, pelo menos ele tem uma desculpa — ele tem apenas dois anos.

— Vamos ver a Sra. Taylor? — Ele balança a cabeça, com seu lindo sorriso de bebê. — Você vai deixar o papai levar você? — Ele balança a cabeça e envolve seus braços em volta de meu pescoço, me abraçando com força, com o rosto pressionado contra minha garganta.

— Eu acho que o papai quer provar o picolé, também, —

sussurro no ouvidinho de Ted. Ted olha severamente para mim, depois olha para sua mão e oferece-a para Christian.

Christian sorri e coloca os dedos de Ted em sua boca.

— Hum. . . saboroso.

Ted ri e o alcança, querendo que Christian o segure.

Christian sorri para mim e leva Ted em seus braços, fixando-o em seu quadril.

— Sophie, onde está Gail?

— Ela estava na Mansão.

Olho para Christian. Seu sorriso se torna amargo, e me pergunto o que ele está pensando.

— Você é tão boa com ele, — murmura.

— Este pequeno? — Agito o cabelo de Ted. — Só porque me guio em seu exemplo, Sr. Grey. — Eu sorrio para meu marido.

Ele ri.

— Sim, você se guia, Sra. Grey.

Teddy se contorce no colo de Christian. Agora ele quer andar, meu homenzinho teimoso. Pego uma de suas mãos, e seu pai pega a outra, e juntos, nós balançamos Teddy entre nós no caminho de volta para a casa, Sophie saltitando na nossa frente.

Aceno para Taylor que, em um raro dia de folga, está do lado de fora da garagem, vestido jeans e uma regata, enquanto mexe com uma moto velha.

Faço uma pausa fora da porta do quarto de Ted e ouço, enquanto Christian lê para Ted. —Sou o Lorax! Eu falo para as árvores. . .33

33 Dr. Seuss do desenho animado Lorax 625

Quando dou uma espiada, Teddy está dormindo, enquanto Christian continua a ler. Olha para cima, quando abro a porta e fecha o livro. Ele põe o dedo nos lábios e liga o monitor de bebê ao lado do berço de Ted. Ele ajusta a roupa de cama de Ted, acaricia sua bochecha, depois se endireita, e sai na ponta dos pés para mim, sem fazer um som. É

difícil não rir com ele.

Fora no corredor, Christian me puxa para seu abraço.

— Deus, eu o amo, mas é ótimo quando está dormindo, —

ele murmura contra meus lábios.

— Eu não poderia concordar mais com você.

Ele olha para mim, os olhos suaves.

— Mal posso acreditar que ele está conosco há dois anos.

— Eu sei. — Eu o beijo, e por um momento, sou transportada de volta ao nascimento de Teddy: a cesariana de emergência, a ansiedade paralisante de Christian, a calma absurda da Dra. Greene, quando meu Pequeno Pontinho estava em perigo. Tremo por dentro com a memória.

— Sra. Grey, você está em trabalho de parto por quinze horas agora.

Suas contrações abrandaram, apesar da oxitocina.

Precisamos fazer uma Cesariana — o bebê está em perigo.

— A Dra. Greene é inflexível.

— Sobre a porra do tempo! — Christian rosna para ela. A Dra. Greene ignora-o.

— Christian, quieto. — Aperto sua mão. Minha voz é baixa e fraca, e tudo está distorcido—as paredes, as máquinas, as pessoas vestidas de verde.

. . Eu só quero dormir. Mas tenho algo importante para fazer primeiro. . . Ah, sim. — Quero empurrá-lo para fora eu mesma.

— Sra. Grey, por favor. A cesárea.

— Por favor, Ana, — Christian apela.

— Posso dormir em seguida?

— Sim, bebê, sim. — Ele quase soluça, e Christian beija minha testa.

626

— Eu quero ver meu Pequeno Blip.

— Você vai.

— Tudo bem, — eu sussurro.

— Finalmente, — a Dra. Greene resmunga. — Enfermeira, a anestesista. Prepare o Dr. Miller para uma cesariana.

Vamos remover a Sra.

Grey para o centro cirúrgico.

— Remover? — Christian e eu falamos ao mesmo tempo.

— Sim. Agora.

E de repente estamos nos movendo de forma rápida, as luzes do teto borradas em uma tira longa e brilhante, enquanto estou sendo levada por todo o corredor.

— Sr. Grey, você precisa mudar de roupas.

— O quê?

— Agora, Sr. Grey.

Ele aperta minha mão e me solta.

— Christian, — eu chamo, o pânico configurado.

Entramos através de outro conjunto de portas, e em nenhum momento a enfermeira monta uma tela em meu peito. A porta se abre e fecha, e há muitas pessoas na sala.

Isto é tão barulhento. . . quero ir para casa.

— Christian?— Busco os rostos na sala por meu marido.

— Ele vai estar com você em um momento, Sra. Grey.

Um momento depois, ele está ao meu lado, com um uniforme azul, e eu procuro sua mão.

— Estou assustada, — sussurro.

— Não, querida, não. Estou aqui. Não se assuste. Não a minha forte Ana. — Ele beija minha testa, e posso dizer pelo tom da sua voz que algo está errado.

— O que é?

— O quê?

— O que há de errado?

— Não há nada de errado. Tudo está bem. Bebê, você está apenas exausta. — Seus olhos ardem com medo.

627

— Sra. Grey, o anestesista está aqui. Ele vai aplicar a sua peridural, e então podemos prosseguir.

— Ela está tendo outra contração.

Tudo aperta como uma banda de aço em volta da minha barriga.

Merda! Eu esmago a mão de Christian enquanto seguro-a.

Isso que é cansativo, suportar esta dor. Estou tão cansada.

Posso sentir a extensão do líquido entorpecente. . .

espalhar-se para baixo. Concentro-me no rosto de Christian.

No sulco entre as suas sobrancelhas. Ele está tenso. Está preocupado. Por que ele está preocupado?

— Você pode sentir isto, Sra. Grey? — A voz amortecedora da Dra.

Greene está vindo de trás da cortina.

— Sentir o quê?

— Você não pode sentir isto.

— Não.

— Ótimo. Dr. Miller, continue.

— Você está indo bem, Ana.

Christian está pálido. Há suor em sua testa. Ele está com medo. Não tenha medo, Christian. Não tenha medo.

— Eu te amo, — sussurro.

— Oh, Ana, — ele soluça. — Eu também te amo, muito.

Sinto um estranho puxão profundamente por dentro.

Como nada do que senti antes. Christian olha para a tela e empalidece, mas encara, fascinado.

— O que está acontecendo?

— Aspiração! Bom. . .

De repente, há um lancinante grito irado.

— Você tem um menino, Sra. Grey. Verifique seu Apgar.

— O Apgar é nove.

— Posso vê-lo?— Me engasgo.

Christian desaparece de vista por um segundo, e reaparece um momento depois segurando meu filho, envolto em azul. Seu rosto está rosado, e coberto por um papa branca e sangue. Meu bebê. Meu Blip. . .

Theodore Raymond Grey.

628

Quando olho para Christian, ele tem lágrimas nos olhos.

— Aqui está seu filho, senhora Grey, ele sussurra, sua voz tensa e rouca.

— Nosso filho, — eu suspiro. — Ele é lindo.

— Ele é, — diz Christian e planta um beijo na testa, debaixo de um chocante cabelo escuro, de nosso lindo menino. Theodore Raymond Grey está alheio. De olhos fechados, seu choro de antes, esquecido, ele está dormindo.

Ele é a coisa mais linda que já vi. Tão lindo, que começo a chorar.

—Obrigado, Ana, — sussurra Christian, e há lágrimas em seus olhos também.

— O que foi? — Christian inclina meu queixo para trás.

— Eu estava lembrando o nascimento de Ted.

Christian empalidece e abraça minha barriga.

— Não vou passar por isso novamente. A opção da cesariana neste momento.

— Christian, eu...

— Não, Ana. Você quase morreu na porra da última vez.

Não.

— Eu não sabia que quase morri.

— Não. — Ele é enfático e não está para discussão, mas quando olha para mim, seus olhos amolecem. — Gosto do nome Phoebe, — ele sussurra, e corre o nariz para baixo sobre o meu.

— Phoebe Grey? Phoebe. . . Sim. Gosto deste também. —

Eu sorrio para ele.

— Ótimo. Quero montar o presente de Ted. — Ele pega minha mão, e dirigimo-nos para baixo. Sua emoção irradia dele; Christian tem esperado por esse momento durante todo o dia.

629

— Você acha que ele vai gostar? — Seu olhar apreensivo encontra o meu.

— Ele vai adorar. Durante dois minutos. Christian, ele tem somente dois anos.

Christian terminou de montar o conjunto de trem de madeira, que ele comprou para Teddy por seu aniversário.

Ele fez Barney, no escritório converter dois dos pequenos motores para funcionarem com energia solar, como o helicóptero de Christian há alguns anos atrás. Christian parece ansioso para que o sol se levante. Eu suspeito que seja porque quer brincar com o trem ele mesmo. A

disposição abrange a maior parte do chão de pedra da nossa sala ao ar livre.

Amanhã teremos uma festa de família para Ted. Ray e José virão e todos os Grey, incluindo a nova prima de Ted, Ava a filha de Kate e Elliot de dois meses de idade. Estou ansiosa para recuperar o atraso com Kate e ver como a maternidade está combinando com ela.

Olho para a vista, enquanto o sol afunda atrás da Península Olímpica. É tudo o que Christian prometeu que seria, e recebo a emoção alegre mesmo vendo-o agora, como fiz pela primeira vez. É simplesmente impressionante: o crepúsculo sobre o Sound. Christian puxa-me em seus braços.

— Isto é uma visão absoluta.

— É, — responde Christian, e quando me viro para olhá-lo, ele está olhando para mim. Ele planta um beijo suave nos meus lábios. — É uma bela vista, — ele murmura. — Minha favorita.

— Este é um lar.

Ele sorri e beija-me outra vez.

— Eu te amo, Sra. Grey.

— Eu também te amo, Christian. Sempre.

Fim

630

Nota do autor

Estou ciente de que hoje você não pode entrar em um banco Americano e retirar cinco milhões de dólares. A conversa que Ana não ouviu passou-se assim:

— Troy Whelan.

— É Christian Grey. Eu falei com minha esposa. Dê-lhe o dinheiro.

Tudo o que ela quiser.

— Sr. Grey, eu não posso. . .

— Liquide cinco milhões de meus bens. Fora da parte do meu principal: Georges, PKC, Atlantis Corps, Ferris e Umatic.

Um milhão de cada uma.

— Sr. Grey, isto é altamente irregular. Vou ter que consultar o Sr.

Forlines.

— Vou jogar golfe com ele na próxima semana, — eu silvo.

— Somente faça está porra, Whelan. Encontre uma maneira, ou vou fechar todas as contas e mudar meus negócios para o GIL de outros lugares.

Entendeu?

Ele fica em silencio do outro lado do telefone.

— Vamos resolver a porra da papelada mais tarde, — eu acrescento, mais conciliador.

— Sim, Sr. Grey.

631

Bônus

Primeiro natal de Cinquenta

Meu suéter é áspero e cheira a novo. Tudo é novo. Tenho uma nova mamãe. É uma doutora, ela tem um estetoscópio

Continuar: parte 3 de 3