
Anjos e Demônios
de Dan Brown

Um jornalista da Mensagem de Lisboa deixou a casa, o telemóvel e o cartão bancário e foi dormir num banco de jardim. Ficou semanas assim, a arrumar carros, a pedir, a comer o que aparecia, a ouvir de outros sem-abrigo as regras de uma sobrevivência que ninguém escreve em lado nenhum. O diário que trouxe de volta não tem lição nem autopiedade: tem frio, fome, humilhação miúda e uma cidade que aprende depressa a não olhar. Leva prefácios de Marcelo Rebelo de Sousa e de Nuno Markl.