Ensinar física a alunos com deficiência visual
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Notes
Introdução
1. Define-se por didática inclusiva o conjunto de procedimentos
educacionais intencionais adequado ao atendimento da diversidade humana. Em outras palavras, a didática inclusiva orienta-se por saberes organizativos e teórico-práticos cujo objetivo é favorecer a participação efetiva de todos os alunos, com e sem deficiência, em uma determinada atividade educacional.
↵
3 – A comunicação e os contextos
comunicativos como categorias de
análise
1. Se o leitor quiser se aprofundar mais no tema, pode consultar
Bardin (1977), Franco (2003), entre outros.
↵
2. Dimblery & Burton (1990) utilizam o termo “signo não verbal”
para exprimir uma ideia mais ligada a “signo não oral” (no sentido de códigos sonoros). É importante dizer isso, pois a comunidade de surdos utiliza-se de linguagem não oral que não pode ser considerada como não verbal.
↵
9 – Discussão dos saberes docentes
para a inclusão do aluno com deficiência visual em aulas de Física
1. A analogia apresentada foi proposta inicialmente pelo aluno
Ricardo Aparecido Avante do curso de licenciatura em Física da Unesp de Ilha Solteira. Tal proposta ocorreu no dia 17 de março de 2012, durante um debate na disciplina “Atividades experimentais multissensoriais de ciências” sobre o tema do efeito das percepções sensoriais no conhecimento de fenômenos científicos. Depois, adaptei a analogia às teorias de Leontiev e Vigotski.
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Eder Pires de Camargo