Introdução à Arqueologia da Península Ibérica
Notas de Rodapé:
[139] Pelo menos Desor não os menciona, estampando e
descrevendo minuciosamente os instrumentos de bronze. Vej. Les palaffittes ou constructions lacustres du lac de Neuchatel.— Pariz 1865.
[140] Lubbock, L’homme préhistorique, pag. 53.
[141] Idem, pag. 54.
[142] Lenormant, Les premières civilisations, tom. , pag. 87 e
88.
[143] Vej. a pag. 27 d’este livro a classificação proposta.
[144] L’âge du bronze, pag. 179.
[145] Lubbock, op. cit. pag. 233.
[146] Rougemont, op. cit. pag. 32 e 33.
[147] Lubbock, op. cit. pag. 233.
[148] Lenormant, op. cit. pag. 106.
[149] Idem, pag. 86.
[150] Los monumentos megaliticos de Andalucia, Extremadura
y Portugal y los aborigenes ibericos, Museu español de antigüedades, tomo .
[151] Lo preshistorico en España, Anales de la sociedad
española de historia natural, tomo I, cuaderno 2.º pag. 210.
[152] Armas, utensilios y adornos de bronce recogidos eu
Galicia. Museu español de antigüedades, tomo , pag. 64.
[153] Armas, utensilios y adornos de bronce recogidos en
Galicia. Museo español de antigüedades, tomo , pag. 64.
[154] J. F. N. Delgado, Noticia das grutas de Cesareda.
[155] Op. cit.
[156] A cabra, encontrada no Redondo e pertencente hoje ao
sr. Dr. Sanches da Gama, appareceu juntamente com moedas romanas e vasos de barro debaixo de uma pedra, perto da villa de Redondo, districto de Evora. O possuidor da cabrinha conserva tambem algumas das moedas que diz serem do imperador Filippe. O individuo que fez o achado insiste em que todos estes objectos estavam juntos debaixo da mesma pedra. Difficil parecerá attribuir á epoca romana a cabrinha do Redondo, cujo lavor todavia é menos imperfeito que o das que se
conservam na Bibliotheca de Evora e as fig. 79 e 80 representam. O sitio do achado foi junto de certo ribeiro, distante um kilometro de Montoito.
[157] Antigüedades prehistoricas de Andalucia.
[158] Diz Lenormant que, no tempo em que os aryos e os
semitas eram ainda pastores, florescia na Asia anterior uma civilisação exclusivamente turania e kuschita. A de Susiana sería anterior á de Babylonia, pois que os chaldeus a denominavam por excellencia o paiz antigo. As gentes turanias que a povoavam, já vinte e tres seculos antes de Christo, emprehendiam remotas conquistas. Les premiéres civilisations, tom. , pag. 108.
[159] Rougemont, L’âge de bronze, pag. 121.
[160] Revue d’anthropologie, 1875, pag. 508.
[161] Strabão Geograph. lib. . «... funditores tamen sunt
optimi, aiuntque eam artem eos magnopere exercuisse, ex quo tempore Phœnices eas insulas occuparunt. Hi primi hominum feruntur gestasse tunicas laté pretextas.»
[162] Emile Burnouf, L’âge du bronze, Revue des deux
mondes, 15 juin 1877, pag. 752 a 782.
[163] Ibidem.
[164] E. Burnouf, loc. cit.