Introdução à Arqueologia da Península Ibérica
Tabella das Gravuras
1, 2 e 3—Silex das collecções da Commissão geologica 29
de Portugal, que o sr. Carlos Ribeiro suppõe terem sido
lascados pelo homem terciario. Tamanho natural
4—Machado de silex lascado da estação de San Isidro. 33
(Anales de la sociedad española de Historia Natural. Tom.
, cuaderno 3.º)
5, 6 e 7—Faca de silex da estação de Argecilla (Op. cit.) 39
8 e 9—Machadinha de pedra de Argecilla (Op. cit.) 40
10—Ponta de frecha de silex de Argecilla (Op. cit.) 41
11, 12 e 13—Pontas de frecha de silex da Fonte da 41
Ruptura em Setubal. Tamanho natural. (Mus. da Escol.
Polyt.)
14—Cabeça de lança de silex, achada n’um dolmen 42
pouco distante de Niza. Metade do tamanho natural.
(Commissão geologica)
15—Cabeça de lança da Sepultura de Martim Affonso, 42
perto de Muge. Metade do tamanho natural. (Mus. da
Esc. Polyt.)
16 e 17—Faca de silex da Cova da Estria. Tamanho 43
natural. (Mus. da Esc. Polyt.)
18 e 19—Percutor de silex, descoberto no Alemtejo. 45
Tamanho natural. (Collecção do sr. Gabriel Pereira, de
Evora)
20—Machado de feldspath branco, polido, encontrado no 46
Alemtejo. Metade do tamanho natural. (Collecção de
archeologia do Instituto de Coimbra)
21 e 22—Instrumentos de pedra da caverna de Albuñol. 47
Metade do tamanho natural. (Gongora. Antig. prehist. de
Andalucia. Fig. 8 e 9)
23—Instrumento (picareta?) de calcareo branco, molle, 47
achado em Mafra. Um terço do tamanho natural.
(Commissão geologica)
24—Cabo de osso da Casa da Moura. Tamanho natural. 49
(Mus. da Esc. Polyt.)
25—Puncção de osso de Almeria. Tamanho natural. 50
(Gongora. Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 61)
26—Puncção de osso da Fonte da Ruptura em Setubal. 50
Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.)
27 e 28—Furador de pelles (?) objectos de osso achados 51
na Fonte da Ruptura em Setubal. (Mus. da Esc. Polyt.)
29—Faca de osso de Albuñol. Tamanho natural. 51
(Gongora, Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 14)
30—Fragmento semicylindrico de osso, achado na anta 51
de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.)
31—Machadinha (?) de schisto de Monte-Real, proximo 52
de Leiria. Metade do tamanho natural. (Mus. da Esc.
Polyt.)
32—Fragmento de uma machadinha (?) de schisto, 52
achado na Cova da Estria. Tamanho natural. (Mus. da
Esc. Polyt.)
33—Baculo (?) de schisto da Sepultura de Martin Affonso, 53
perto de Muge. Um terço do tamanho natural. (Mus. da
Esc. Polyt.)
34—Machadinha de calcareo branco, achada na Cova da 54
Estria. Tamanho natural. (Commissão geologica)
35—Fragmento cylindroide de calcareo branco da Cova 55
da Estria. Metade do tamanho natural. (Commissão
geologica)
36—Conta de calcareo da anta de Bellas. Tamanho 56
natural. (Mus. da Esc. Polyt.)
37—Contas de schisto da anta de Bellas. Tamanho 56
natural. (Mus. da Esc. Polyt)
38—Fragmento de louça de Mont’Abrão, propriedade do 57
sr. marquez de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc.
Polyt.)
39—Fragmento de louça da Pena em Setubal. (Mus. da 57
Esc. Polyt)
40—Fragmento de louça da Fonte da Ruptura em 57
Setubal. Metade do tamanho natural. (Mus. da Esc.
Polyt.)
41—Fragmento de louça de Albuñol. Metade do tamanho 57
natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia, Fig. 51)
42—Diadema de ouro da caverna de Albuñol. Um quinto 58
do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de
Andalucia, Fig. 1)
43—Fragmento de tecido de esparto de Albuñol. Um 59
dezeseis avos do tamanho natural. (Gongora, Antig.
prehist. de Andalucia, Fig 2)
44—Fragmento de tecido de esparto de Albuñol. Um vinte 59
avos do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de
Andalucia. Fig. 7)
45—Fragmento de tecido de esparto de Albuñol. Um 59
nono do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de
Andalucia. Fig. 1)
46—Bolsa de esparto de Albuñol. Metade do tamanho 60
natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 20)
47—Concha vasada para servir de bracelete da Cueva de 61
la Mujer. Metade do tamanho natural. (Mac-Pherson, 2.ª
parte. Est. , fig. 3)
48—Pedra balouçante de Boariza, na provincia de 79
Santander. (Sem. Pint. Esp. de 1857, pag. 133)
49—Pedra balouçante de Abra, na provincia de 79
Santander. (Sem. Pint. Esp. de 1857, pag. 249)
50 e 51—Dolmen da Lairinha a 3:500 metros ao norte de 81
Arrayollos, districto de Evora, provincia do Alemtejo.
(Estampa lithographica do sr. Pereira da Costa)
52 e 53—Dolmen de Valle de Moura. (Estampa 82
lithographica do sr. Pereira da Costa)
54—Dolmen del Hoyon. (Antig. prehist. de Andalucia, 84
pag. 83)
55—Dolmen de Ascensias. (Antig. prehist. de Andalucia, 85
pag. 101)
56, 57, 58 e 59—Vista interior, vista exterior, vista lateral e 86 88
planta do tumulo de Antequera. (Sem. Pint. Esp. de 1857)
60, 61 e 62—Alçado, secção e planta do dolmen interior 92
do tumulo de Eguilaz na provincia de Alava. (Sem. Pint.
Esp. de 1857, pag. 157)
63—Machado de cobre do Alemtejo. Metade do tamanho 116
natural. (Collecção de archeologia do Instituto de
Coimbra)
64—Machado de bronze do Alemtejo. Um terço do 116
tamanho natural. (Collecção do sr. Gabriel Pereira)
65—Ponta de frecha de cobre da Casa da Moura, uma 117
das cavernas de Cesareda. Tamanho natural. (Mus. da
Esc. Polyt.)
66—Facas de cobre ou de bronze da Fonte da Ruptura 118
de Setubal. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.)
67—Serrote de cobre ou de bronze da Fonte da Ruptura. 118
(Mus. da Esc. Polyt.)
68—Espada de cobre do Alemtejo. Um quarto do 120
tamanho natural. (Bibliotheca de Evora)
69 e 70—Punhos de espadas de cobre do Alemtejo. 120
Tamanho natural. (Bibliotheca de Evora)
71—Espada de bronze do Alemtejo. Dois nonos do 120
tamanho natural. (Collecção do sr. Gabriel Pereira)
72—Punhal de bronze da Galiza. Tamanho natural. (Mus. 121
Esp. de antig. tom. )
73—Punho de um punhal de ferro da Galiza. Tamanho 122
natural. (Mus. Esp. de antig. tom. )
74 e 75—Idolo de bronze. Tamanho natural. (Bibliotheca 123
de Evora)
76, 77 e 78—Idolos de bronze. Tamanho natural. 124
(Bibliotheca de Evora)
79 e 80—Cabras de bronze. Tamanho natural. 125
(Bibliotheca de Evora)