Livro de Sóror Saudade
«Sóror Saudade»
ESFINGE
TARDE DEMAIS...
CINZENTO
NOTURNO
MARIA DAS QUIMÉRAS
SAUDADES
RUINAS
CREPÚSCULO
ODIO?
RENUNCIA
A VIDA
HORAS RUBRAS
SUAVIDADE
PRINCEZA DESALENTO
SOMBRA
HORA QUE PASSA
DA MINHA JANELA
SOL POENTE
EXALTAÇÃO
«SÓROR SAUDADE»
A Américo Durão
Irmã, Sóror Saudade me chamáste...
E na minh'alma o nome iluminou-se
Como um vitral ao sol, como se fôsse
A luz do próprio sonho que sonháste.
Numa tarde de outôno o murmuráste;
Toda a mágua do outôno ele me trouxe;
Jámais me hão de chamar outro mais dôce: Com ele bem mais triste me tornáste...
E baixinho, na alma da minh'alma,
Como benção de sol que afaga e acalma, Nas horas más de febre e de ansiedade,
Como se fossem pétalas caindo,
Digo as palavras desse nome lindo
Que tu me déste: «Irmã, Sóror Saudade»...
O NOSSO LIVRO
A A. G.