O Poder do Hábito

Charles Duhigg · Capítulo 14 de 15

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O Poder do Hábito

Agradecimentos

Isso acontece quase sem que eu pense a respeito. Tornou-se um hábito.

Obviamente, alguns hábitos podem ser mais difíceis de mudar.

M as esse modelo é um ponto de partida. Às vezes a mudança leva um bom tempo. Às vezes exige uma série de experimentos e fracassos. M as, uma vez que você entende como um hábito funciona — que diagnostica a deixa, a rotina e a recompensa —, você ganha poder sobre ele.

AGRADECIM ENTOS

Sem fazer nada para merecer, tive a sorte de trabalhar ao longo de toda a minha vida com pessoas mais talentosas do que eu, e de poder roubar sua sabedoria e elegância e fazer passar como se fossem minhas.

É por isso que você está lendo este livro, e é por isso que tenho tantas pessoas a agradecer.

Andy Ward adquiriu O poder do hábito mesmo antes de começar a trabalhar como editor na Random House. Na época, não sabia que ele era um editor gentil, generoso e incrivelmente —

assustadoramente — talentoso. Eu ouvira alguns amigos dizerem que ele elevara a prosa deles e segurado suas mãos com tanta elegância que eles quase tinham esquecido o toque. M as imaginei que estivessem exagerando, já que muitos deles estavam bebendo naquela hora. Caro leitor: é tudo verdade. A humildade de Andy, sua paciência e — acima de tudo — o esforço que ele dedica a ser um bom amigo fazem todos à sua volta quererem ser pessoas melhores. Este livro é dele tanto quanto meu, e sou grato por ter tido a chance de conhecê-lo, de trabalhar e aprender com ele. Igualmente, tenho uma enorme dívida para com alguma divindade desconhecida por me colocar na Random House sob a sábia orientação de Susan Kamil, a liderança de Gina Centrello, e os conselhos e esforços de Avideh Bashirrad, Tom Perry, Sanyu Dillon, Sally M arvin, Barbara Fillon, M aria Braeckel, Erika Greber e a sempre paciente Kaela M yers.

Um golpe de sorte semelhante me permitiu trabalhar com Scott M oyers, Andrew Wylie e James Pullen da Wylie Agency. A assessoria e a amizade de Scott — como muitos escritores sabem

— é tão inestimável quanto generosa. Scott mudou-se de volta para

o mundo editorial, e leitores de toda parte deveriam se considerar sortudos. Andrew Wylie é sempre obstinado e astuto em fazer do mundo um lugar mais seguro (e mais confortável) para seus escritores, e sou imensamente grato. E James Pullen me ajudou a entender como escrever em línguas que eu nem sabia que existiam.

Além disso, tenho uma dívida enorme para com o New York Times. M eu muito obrigado para Larry Ingrassia, o editor de negócios

do Times, cuja amizade, conselhos e compreensão permitiram que eu escrevesse este livro e exercesse o jornalismo entre tantos outros repórteres talentosos numa atmosfera onde nosso trabalho — e a missão do Times — é constantemente elevado pelo seu exemplo. Vicki Ingrassia também foi um excelente apoio. Como qualquer escritor que conheceu Adam Bryant sabe, ele é um ótimo advogado e amigo, com mãos abençoadas. E é um privilégio trabalhar para Bill Keller, Jill Abramson, Dean Baquet e Glenn Kramon, e seguir seus exemplos de como os jornalistas deveriam se portar no mundo.

M ais alguns obrigados: sou grato a meus colegas do Times, Dean M urphy, Winnie O’Kelly, Jenny Anderson, Rick Berke, Andrew Ross Sorkin, David Leonhardt, Walt Bogdanich, David Gillen, Eduardo Porter, Jodi Kantor, Vera Titunik, Amy O’Leary, Peter Lattman, David Segal, Christine Haughney, Jenny Schussler, Joe Nocera e Jim Schacter (ambos leram capítulos para mim), Jeff Cane, M ichael Barbaro e outros que foram tão generosos com sua amizade e suas ideias.

Do mesmo modo, sou grato a Alex Blumberg, Adam Davidson, Paula Szuchman, Nivi Nord, Alex Berenson, Nazanin Rafsanjani, Brendan Koerner, Nicholas Thompson, Kate Kelly, Sarah Ellison, Kevin Bleyer, Amanda Schaffer, Dennis Potami, James Wynn, Noah Kotch, Greg Nelson, Caitlin Pike, Jonathan Klein, Amanda Klein, Donnan Steele, Stacey Steele, Wesley M orris, Adir Waldman, Rich Frankel, Jennifer Couzin, Aaron

Bendikson, Richard Rampell, M ike Bor, David Lewicki, Beth Waltemath, Ellen M artin, Russ Uman, Erin Brown, Jeff Norton, Raj De Datta, Ruben Sigala, Dan Costello, Peter Blake, Peter Goodman, Alix Spiegel, Susan Dominus, Jenny Rosenstrach, Jason Woodard, Taylor Noguera e M atthew Bird, todos que ofereceram apoio e orientação. A capa do livro e os maravilhosos gráficos internos vêm da mente do incrivelmente talentoso Anton Ioukhnovets.

Também tenho uma dívida para com as muitas pessoas que foram generosas com seu tempo ao oferecer relatos para este livro.

M uitas são mencionadas nas notas, mas eu queria agradecer especialmente a Tom Andrews da SYPartners, Tony Dungy e DJ

Snell, Paul O’Neill, Warren Bennis, Rick Warren, Anne Krumm, Paco Underhill, Larry Squire, Wolfram Schultz, Ann Graybiel, Todd Heatherton, J. Scott Tonigan, Taylor Branch, Bob Bowman, Travis Leach, Howard Schultz, M ark M uraven, Angela Duckworth, Jane Bruno, Reza Habib, Patrick M ulkey e Terry Noffsinger. Recebi uma imensa ajuda de pesquisadores e verificadores de fatos, incluindo Dax Proctor, Josh Friedman, Cole Louison, Alexander Provan e Neela Saldanha.

Serei eternamente grato a Bob Sipchen, que me deu meu primeiro trabalho de verdade no jornalismo, e lamento não poder compartilhar este livro com dois amigos que perdi cedo demais, Brian Ching e L. K. Case.