A Intrusa
Numa noite de chuva, na casa do advogado viúvo Argemiro, no Cosme Velho, um padre, um deputado e um homem sem profissão certa jogam pôquer e conversam. O dono da casa diz que uma casa sem mulher é um túmulo com janelas, e que toda a vida está lá fora. O romance começa aí e é sobre quem entra nessa casa e o que isso muda. Júlia Lopes de Almeida publicou-o primeiro em folhetim, no Jornal do Commercio do Rio de Janeiro, em 1905, e só depois em livro. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1908.
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